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Culturama

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 Com 21 episódios, iniciativa valoriza memórias e fortalece a cultura regional

| Fundadoras da Casa do Cordel Mulheres Cordelistas | Foto: reprodução |

O projeto Trajetórias lançou uma plataforma digital dedicada a preservar, registrar e difundir histórias que constroem a cultura nordestina, com foco inicial em artistas e agentes culturais do Vale do São Francisco. A iniciativa reúne 21 episódios audiovisuais que apresentam percursos artísticos, processos criativos e memórias que ajudam a compreender a identidade cultural da região.

Com recorte especial voltado à cidade de Petrolina (PE), o projeto busca dar visibilidade a artistas, mestres da cultura, espaços e organizações que historicamente contribuem para a produção cultural local, mas que muitas vezes permanecem à margem dos grandes circuitos. Ao reunir essas narrativas em um acervo digital acessível, a plataforma também atua na preservação da memória coletiva e no fortalecimento da cultura como patrimônio vivo.




O projeto tem coordenação geral de José Charger e Tandie Sogo, direção de produção de Nicole Bartor e direção criativa de Gustavo Costa. A realização é da Astre Filmes e Tandipie Cultural, com apoio do Coletivo Por Um Fio Filmes.

Assista todos os episódios aqui! 


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Cine Gestão une empreendedorismo e audiovisual com ações em Petrolina

| Foto: Freepik |

Estão abertas as inscrições para a primeira edição do "Cine Gestão", projeto que oferece formação gratuita em gestão de projetos no setor audiovisual. A formação ocorrerá entre os dias 07 e 14 de março em Petrolina (PE), com 30 vagas disponíveis. As inscrições devem ser feitas até o dia 05 de março por meio deste link: formulário.

Serão três módulos, com encontros presenciais e virtuais: Capacitação Técnica em Audiovisual (30h); Produção Executiva e Gestão de Pessoas em Projetos Audiovisuais (20h); e Projetos Audiovisuais - Branding E Identidade (30h). A carga horária total é de 80 horas e as aulas presenciais serão realizadas no cineteatro da Praça CEU das Águas, no bairro Rio Corrente.

O “Cine Gestão” é realizado pela Jota Lens, com apoio da WW Filmes (@wwfilmes ) e incentivo da Lei Paulo Gustavo, via Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco, direcionado pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.

SERVIÇO:


Projeto: Cine Gestão – Empreendedorismo e Audiovisual no Sertão
Dias: 07 a 14 de março
Local: Céu das Águas - R. do Tamarindo - Rio Corrente - Petrolina – PE
Participação: gratuita
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Produtora do premiado “Saudade fez Morada aqui Dentro” realiza seletivas presenciais no interior da Bahia

| Foto: divulgação do filme 'Saudade Faz Morada Aqui Dentro' |

A produtora baiana Plano 3 Filmes está em busca de novos rostos para compor o elenco de sua próxima produção. As seletivas presenciais ocorrem entre os dias 23 e 26 de fevereiro nas cidades de Euclides da Cunha, Uauá e Juazeiro.

Podem participar pessoas a partir de 16 anos, com ou sem experiência prévia em atuação. O processo busca tanto artistas profissionais quanto interessados em participar de um projeto cinematográfico pela primeira vez.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas previamente através do formulário oficial. Após o cadastro digital, os candidatos devem comparecer às entrevistas presenciais nos locais e horários definidos.

Confira o cronograma de seletivas:


Euclides da Cunha
Data: 23/02 (segunda-feira)
Local: Casa de Cultura
Horário: Das 16h às 20h

Uauá
Data: 24/02 (terça-feira)
Local: CETEP
Horário: Das 18h às 20h

Juazeiro
Data: 26/02 (quinta-feira)
Local: Centro Cultural João Gilberto
Horário: Das 14h às 16h e das 17h às 19h

Para mais informações e atualizações sobre o projeto, acompanhe o perfil oficial da produtora no Instagram.



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Orçamento de 2026 voltado à titulação quilombola será 11% inferior ao proposto em 2025

| Casa de Mãe Bernadete, no Quilombo Pitanga dos Palmares | Crédito: Janaína Nery |

por Brasil de Fato

A Constituição Federal garante às comunidades quilombolas o direito à terra. No entanto, em 2026, um novo desafio se impõe a uma luta historicamente marcada por obstáculos: um orçamento público menor para a regularização desses territórios. No Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional, a principal política voltada à titulação quilombola aparece com R$ 92,3 milhões previstos, valor 11% inferior ao proposto em 2025, que era de R$ 103,6 milhões.

Os números ajudam a dimensionar o tamanho do desafio. Atualmente, há centenas de processos em andamento no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), enquanto o número de decretos de regularização publicados segue aquém da demanda existente. A Fundação Cultural Palmares já reconheceu milhares de comunidades quilombolas em todo o país, mas a lentidão na titulação permanece. Levantamentos de organizações da sociedade civil indicam que, mantido o ritmo de anos anteriores, a conclusão desse processo levaria séculos.

Esse cenário contrasta com os recursos destinados a outros setores do campo, especialmente ao agronegócio, que concentra investimentos na casa dos bilhões de reais. A assimetria evidencia como as políticas públicas rurais ainda não incorporam plenamente a reparação histórica prevista constitucionalmente para os povos quilombolas, tampouco reconhecem seu papel estratégico na agricultura familiar, na preservação ambiental e no enfrentamento das mudanças climáticas. 

Muito além da ideia colonial que reduzia quilombos a refúgios de pessoas escravizadas em fuga, hoje o termo expressa uma identidade política e coletiva, que articula território, memória, espiritualidade e organização social. Diante do avanço das violações de direitos e da criminalização das lutas quilombolas, o audiovisual tem cumprido um papel fundamental: registrar histórias silenciadas, denunciar violências e fortalecer a memória como instrumento cotidiano de resistência.

Para refletir sobre essas trajetórias, desafios e formas de organização dos povos quilombolas no Brasil, reunimos uma seleção de produções nacionais que abordam desde quilombos urbanos até conflitos fundiários, racismo ambiental, educação, espiritualidade e protagonismo das mulheres negras. 

Confira:

Bernadete: 70 Anos de Luta – Uma Vida Dedicada à Resistência


Produzido pela TV Kirimurê, o documentário é um testemunho da vida e da luta de Mãe Bernadete, liderança do Quilombo Pitanga dos Palmares, localizado em Simões Filho (BA), onde foi assassinada a tiros em agosto de 2023. O filme, lançado em 2021, celebra os 70 anos da ativista e registra sua trajetória marcada pela defesa do território, da ancestralidade e da espiritualidade. A obra evidencia como a especulação imobiliária e a violência contra lideranças seguem ameaçando esses territórios. Disponível no YouTube.

Ôrí


Narrado pela historiadora e militante Beatriz Nascimento, o clássico dirigido por Raquel Gerber acompanha a atuação dos movimentos negros nas décadas de 1970 e 1980, conectando a luta quilombola às diásporas africanas e às resistências negras no Brasil. Com imagens registradas entre 1977 e 1988, o filme articula política, cultura e história, compreendendo os quilombos como espaços civilizatórios de resistência, da África do século XV ao Brasil contemporâneo. Disponível no Canal Curta.

Mátrias que tecem o Bem Viver


Lançado pela jornalista Luana Luizy e pela comunicadora Maysa Pereira, com apoio da Revista Afirmativa, o documentário revela os impactos do racismo ambiental na vida de mulheres quilombolas de diferentes regiões do país. A obra destaca a atuação dessas mulheres na defesa dos territórios, na denúncia de invasões e na construção cotidiana do Bem Viver, mesmo diante da ausência de políticas públicas, da violência ambiental e do adoecimento provocado pela sobrecarga. O filme integra as ações de fortalecimento da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver. Disponível no YouTube.

Pernambués – Quilombo Urbano


Com direção de Lúcio Lima, o documentário lança um olhar sensível sobre Pernambués, um dos bairros mais negros de Salvador (BA), oriundo do antigo Quilombo do Cabula. Conduzido pelo rapper Negro Davi, o filme percorre a história do território desde os antigos laranjais até sua configuração atual, marcada pela resistência negra em meio às desigualdades urbanas. A obra foi lançada em 2020 com apoio do edital Arte Todo Dia, da Fundação Gregório de Mattos, e fortalece o protagonismo juvenil e tensiona a visão marginalizada historicamente atribuída ao bairro. Assista ao trailer.

Vozes da resistência: os quilombos urbanos de Belo Horizonte


Dirigido por Zuleide Filgueiras, o longa-metragem acompanha a luta pela regularização fundiária de três comunidades quilombolas da capital mineira: Luízes, Mangueiras e Manzo Ngunzo Kaiango. O documentário evidencia como o quilombo também se constitui no espaço urbano, enfrentando o apagamento histórico, o racismo institucional e a disputa pela terra em grandes cidades. A obra revela o cotidiano dessas comunidades e suas estratégias de resistência para permanecer no território. Disponível no YouTube.


Aprender a Sonhar


O documentário baiano retrata o impacto das políticas de cotas na trajetória de estudantes indígenas e quilombolas que ingressam na universidade. Dirigido por Vítor Rocha, e gravado entre 2016 e 2023, o filme acompanha as dificuldades e transformações vividas por jovens de territórios historicamente marginalizados, revelando como o acesso ao ensino superior também se torna uma ferramenta de fortalecimento comunitário, afirmação identitária e disputa por direitos. Assista ao trailer. 

Memórias de um povo


Resultado do projeto Cinemando no Quilombo, o filme registra o cotidiano e as memórias da comunidade quilombola Engenho da Ponte, em Cachoeira (BA). A obra nasce de um processo formativo em cinema dentro da própria comunidade, reforçando o audiovisual como instrumento de autonomia narrativa e preservação da memória coletiva. O projeto é realizado pela Associação da comunidade quilombola Engenho da Ponte, em parceria com a Articulação de Mulheres Negras no Engenho da Ponte, Rosza Filmes Produções e Odé Produções. Assista ao trailer.

Quilombo Rio dos Macacos


Premiado e exibido em diversas mostras por várias capitais brasileiras, o documentário de 2017 aborda a luta da comunidade pela garantia da propriedade da terra, de uso tradicional, reivindicada pela Marinha do Brasil, localizada entre os municípios de Salvador e Simões Filho, na Bahia. A obra denuncia violações de direitos humanos, restrições à circulação e dificuldades de acesso a serviços básicos, revelando como o Estado atua, historicamente, contra a permanência dos quilombos em seus territórios. Mas documenta também aspectos culturais, simbólicos e características do território, como paisagens e memórias individuais e coletivas. Disponível no YouTube.






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Dos clássicos aos filmes atuais, passando por documentários e histórias de ação, o audiovisual brasileiro existe fora do circuito pago

| Arte digital |

por Iasmin Monteiro

Os serviços pagos de streaming para assistir a filmes e séries estão cada vez mais caros. Já no cinema, o valor do ingresso também nem sempre é convidativo para todos os públicos. Com a internet, no entanto, é possível acessar diversas plataformas gratuitas que disponibilizam filmes e documentários do audiovisual brasileiro presentes em acervos e mostras de cinema.

Além dos títulos disponíveis no YouTube, outras plataformas se destacam pela versatilidade, originalidade e por uma curadoria afinada, voltada à valorização do que é produzido no país. Neste texto, elencamos quatro serviços de streaming gratuitos para quem deseja mergulhar ainda mais no audiovisual brasileiro. Vem ver!

Itaú Cultural Play

https://www.itauculturalplay.com.br/ 

Dedicada exclusivamente a produções nacionais, a plataforma gratuita do Itaú reúne um catálogo diverso, que inclui filmes, séries, programas de TV e animações de diferentes épocas. O acervo também é organizado em mostras temáticas, como terror à brasileira, narrativas negras e histórias do cinema brasileiro, oferecendo um panorama dos múltiplos caminhos trilhados pelo audiovisual nacional desde suas origens. Entre as sugestões estão O Homem que Copiava, Saneamento Básico, Homenagem ao Grande Othelo e documentários musicais. 

Sesc Digital

https://sesc.digital/colecao/cinema-em-casa-com-sesc 

O Sesc São Paulo mantém o Cinema #EmCasaComSesc, plataforma de streaming gratuita que exibe filmes selecionados pela curadoria do CineSesc. O catálogo, disponível no site e no aplicativo Sesc Digital, é renovado semanalmente e reúne dezenas de títulos. Como as obras ficam no ar por tempo limitado, é importante verificar o período de exibição de cada filme. Atualmente, a programação inclui Branco Sai, Preto Fica, Arquitetura da Destruição, O Avô na Sala de Estar: a Prosa Leve de Antonio Candido e mais opções. 

SPCine Play

https://www.spcineplay.com.br/pages/127

O Spcine Play, streaming público e gratuito, disponibiliza mais de 400 títulos que vão além do recorte regional paulistano (por estar ligado à Secretária Municipal de Cultura do estado), oferecendo clássicos do cinema brasileiro, títulos exibidos em mostras e festivais, além de obras de diretores estreantes. Entre os destaques estão os filmes como Carandiru, a coleção dedicada à Zé do Caixão, o documentário Secos & Molhados, filmes do Mazzaropi entre outros 

cultne.tv 

https://cultne.tv/ 

A Cultne.tv é o primeiro canal de televisão e plataforma de streaming do Brasil totalmente dedicada à valorização da cultura negra. Com mais de 40 anos de atuação voltada ao registro e à difusão cultural, reúne o maior acervo audiovisual de cultura negra da América Latina. A programação abrange música com clipes de artistas negros, documentários, movimentos sociais, educação e entretenimento. 
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Plataforma digital reúne 41 curtas-metragens produzidos por estudantes de Jornalismo em Multimeios da universidade

| arte de divulgação |

por Iasmin Monteiro

Uma galeria virtual passou a reunir produções audiovisuais feitas por estudantes do curso de Jornalismo em Multimeios da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), com foco nas histórias, paisagens e singularidades do Território do Sertão do São Francisco. O acervo é resultado da pesquisa científica “O Semiárido na tela do Curta na Uneb” e reúne 41 curtas-metragens produzidos ao longo de diferentes edições do projeto.

As produções valorizam o Vale do São Francisco como cenário cinematográfico e colocam os próprios estudantes no centro do processo criativo, que envolve tanto o olhar jornalístico quanto o artístico. Os filmes abordam temas variados, sempre conectados à realidade do Semiárido, transformando a região em protagonista das narrativas.

A pesquisa resgata cerca de 20 anos de história do evento anual, criado para apresentar à comunidade externa os trabalhos audiovisuais desenvolvidos pelos alunos do curso. O material está organizado em uma plataforma digital.




Para a construção da galeria, foi realizada uma pesquisa documental que envolveu arquivos físicos e digitais de dez edições do projeto. O trabalho incluiu o levantamento de vídeos publicados em redes sociais e no YouTube, a digitalização de DVDs, CDs e memoriais produzidos pelas turmas, além da organização de fotos e matérias veiculadas na imprensa. Todo o conteúdo foi reunido em um único site, que seguirá sendo atualizado conforme novas edições do Curta na Uneb aconteçam.

Além de ampliar o acesso às produções, a galeria também cumpre um papel de preservação da memória audiovisual do curso e dos estudantes que passaram pela experiência ao longo dos anos. O acervo registra diferentes olhares sobre o Semiárido e contribui para manter viva a trajetória do projeto.

As produções estão disponíveis na plataforma Substack, onde o público pode acessar os conteúdos das edições anteriores e acompanhar atualizações do projeto, que também divulga novidades pelas redes sociais.


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Graduação une tradição cultural e formação acadêmica para consolidar a presença do cinema no interior baiano

| Foto: Freepik |

por Iasmin Monteiro

O campus da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Senhor do Bonfim (BA), vai ganhar uma nova modalidade: o bacharelado em cinema e audiovisual.  O curso aprovado recentemente pelo Conselho Universitário (Conuni) da instituição.

A comissão responsável foi presidida pelo diretor de Arte, Cultura e Ações Comunitárias, Thiê Gomes, e pelos professores Francisco Rego, Letícia Oliveira, Fulvio Flores Torres, Pedro Maia e Reginaldo Carvalho, da Uneb. Eles construíram o projeto pedagógico do curso e passaram por todas as instâncias até que fosse aprovado pelo Conselho.

Segundo Thiê Gomes, Senhor do Bonfim já tem uma história com o cinema há mais de 100 anos e, nos últimos 60, tem produzido desde curtas e longas de ficção a documentários diversos. “A cena artística e cultural da cidade é potente. Em 2022, surgiu o Movimento Tito Rocha, que reuniu um coletivo diverso formado por cineastas, produtores culturais e artistas da região do Piemonte Norte do Itapicuru. Foi a partir desse movimento, com mais de 20 cartas e moções de apoio, que a ideia do curso ganhou força”.

O que já sabemos sobre o curso?


O curso deve ofertar 40 vagas no turno vespertino, com estrutura organizada em eixos temáticos que buscam abarcar os diferentes aspectos da formação em cinema e audiovisual. Esses eixos são: Realização e Produção; Teoria, Análise, História e Crítica; Linguagens; Economia e Política; e Artes e Humanidades. 

“Cada eixo temático é desenvolvido de forma a oferecer uma base sólida em suas respectivas áreas, enquanto promove o diálogo interdisciplinar e a reflexão crítica sobre o papel do audiovisual na sociedade contemporânea”, relata Gomes.

A nova modalidade, apesar de aprovada, ainda não tem data para começar. O diretor ressalta que ainda são necessários infraestrutura e códigos de vagas para o corpo docente. Sabendo disso, os organizadores estão mobilizando deputados, prefeitos, vereadores e demais autoridades da região do Piemonte Norte do Itapicuru para dar início às aulas. Resolvidas essas questões, a previsão é de que o curso comece no segundo semestre de 2026.

A cidade, que já tem os pés na cultura, com celebrações como o São João e as tradicionais Guerras de Espadas e o Caroá, pode se tornar um polo de referência na exportação da cultura do norte da Bahia. Para Gomes, essa é uma oportunidade de revolucionar a história da região. 

“Trazer cinema para o sertão é mostrar nossas formas de existir por meio dessa arte tão poderosa e transformadora. O curso irá fortalecer os coletivos e os diversos produtores que participam da cadeia produtiva do audiovisual da nossa região”.



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Obra foi rodada em cenários do Sertão do São Francisco

| Bastidores da série Drags Justiceiras | Foto: Fernando Pereira |

Gravada inteiramente na Caatinga, a produção mistura ação, aventura e humor ácido em uma história de justiceiras improváveis. Três drags que cruzam o sertão a bordo do seu Drag Truck — um imponente ônibus Mercedes amarelo manga, ano 1980 — enfrentando criminosos e preconceitos com salto alto, inteligência e muito deboche.

Sob a direção do cineasta Wllyssys Wolfgang, a série mobilizou 102 profissionais, entre elenco, equipe técnica e figurantes, a maioria do próprio Sertão do São Francisco. “Drags Justiceiras" é sobre ocupar o sertão com outras imagens. Um sertão inventivo, queer, cinematográfico e muito mais próximo do que somos hoje”, afirma Wolfgang.




A narrativa acompanha Latypha Egytoh (Devi Cruz), Bekka Boom (Jadir Souza), Divinna Luxxy (Hertz Felix) e a sagaz Crisão (Fernanda Luz), que cruzam estradas empoeiradas levando arte, shows e muita provocação. 

Entre tiroteios, romances e falas afiadíssimas, elas enfrentam vilões que simbolizam opressões sociais e preconceitos ainda vivos no país. A série é uma celebração da diversidade e uma reinvenção da paisagem sertaneja — que aqui surge não como pano de fundo exótico, mas como território de criação e liberdade.


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 Produtores do audiovisual podem inscrever seus filmes até o dia 15 de agosto

 | Foto: Freepik |

Diversidade, meio ambiente e cultura regional são temas da primeira edição do Cine Clube da Opará Produtora Cultural. O projeto será realizado nos dias 22 e 29 de agosto em duas escolas públicas da periferia de Juazeiro (BA). Para compôr a programação, estão abertas até o dia 15 de agosto as inscrições para curta-metragens, que devem ser por meio deste formulário.

Podem participar produções de todos os lugares do país. Os filmes devem ter entre cinco e 20 minutos e serem voltados para o público infanto-juvenil. A curadoria preza por temas sobre identidade, ancestralidade, cultura ribeirinha, quilombola e indígena, além de questões relacionadas ao meio ambiente e a sustentabilidade - como a conservação do Rio São Francisco. 

As sessões serão realizadas no Colégio Estadual Dona Guiomar Barreto Meira, no Bairro Quidé, e na EMEI Maria Hozana Nunes, no Bairro Piranga. “O projeto nasceu do desejo de levar o cinema para dentro das escolas públicas de Juazeiro como forma de resistir, formar, trocar e valorizar nossas histórias. Cada sessão é uma semente de cultura plantada em sala de aula, fortalecendo identidades e construindo futuros”, afirma o diretor geral da Opará Produtora, Geraldo Júnior.

Mais informações estão disponíveis nas redes sociais da @oparaprodutora.
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 Evento reúne profissionais do audiovisual de 17 estados brasileiros em Salvador

| Foto: divulgação |

Buscando refletir “Qual o legado que o audiovisual deixa para a sociedade?”, o NordesteLAB 2025 será realizado de 05 a 08 de agosto, no Goethe-Institut, em Salvador. Serão quatro dias de intensas trocas de conhecimento, debates e projeções que visam moldar o futuro do cinema e do audiovisual no país.  O evento vai reunir profissionais de 17 estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Streaming, Novelas e Inteligência Artificial são alguns destaques na programação.

“Continuamos discutindo política, formas de viabilizar e fazer projetos audiovisuais, mas abrimos as nossas atividades para discutirmos mais o como vamos fazer essas coisas, como o impacto do criativo vai alterar as formas de chegarmos ao nosso público e aos nossos parceiros”, comenta Gabriel Pires, coordenador geral do evento.

O NordesteLAB está no seu 11º ano e tem uma programação diversificada com rodadas de negócios, masterclasses, clínicas jurídicas, internacionais e de distribuição de impacto, além do Laboratório Universitário. As mesas temáticas são realizadas entre os dias 06 e 08 de agosto, nos turnos da manhã e da tarde, e são abertas ao público geral gratuitamente.

Com mediação Rubian Melo, um das coordenadoras gerais do evento, a mesa temática “Preparando a Indústria para o Futuro” traz a Inteligência Artificial pro centro do debate e composta por Raquel Lemos, sócia fundadora da Lemos Consultoria & Art.is Cultural, André Mielnik, presidente da ABRA - Associação Brasileira de Autores Roteiristas, e Débora Ivanov, sócia da Gullane e diretora da distribuidora Gullane+. A mesa será  realizada no dia 06 de agosto, às 14h30.

Já a mesa temática “Telenovelas na Atualidade” será realizada no dia 07 de agosto, às 10h30, tem mediação do jornalista da Folha de São Paulo, Gabriel Vaquer, e traz Luciano Patrick, sócio e diretor da produtora Coração da Selva, responsável pelo sucesso da HBO MAX,  “Beleza Fatal”;  Verônica Nunes, gerente de conteúdo da Globo, que é referência quando se fala no assunto, Sérgio Mendoza, vice-presidente  de desenvolvimento de conteúdo da Telemundo, uma das principais empresas de produção de novelas do mundo, responsável por sucessos como “A Feia Mais Bela”, “Café com Aroma de Mulher” e “Paixões Ardentes”.

Ponto alto do NordesteLAB, as Rodadas de Negócios de 2025 vão reunir mais de 30 players. Entre eles, streamings como Amazon, Globoplay, Max e Looke; canais de TV aberta e fechada como Globo, GNT, Canal Brasil, Gloob e Futura, além de distribuidoras de filmes e séries como Downtown Filmes, Gullane+, Paramount Pictures Brasil e Conspiração, entre outros. A programação completa do NordesteLAB 2025 será divulgada nos próximos dias.

Realizado pelo Laboratório Audiovisual e pelo Audiovisual em Todos os Eixos, o NordesteLAB 2025 tem patrocínio do Sebrae Bahia, parceria do YouTube e apoio do Goethe-Institut, Projeto Paradiso, Tem Dendê Produções, Embaixada da França no Brasil, Abramus, Movioca e SalCine.

O projeto NordesteLAB foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), Ministério da Cultura, Governo Federal.

O projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.

Subtítulo:


O quê: NordesteLAB 2025
Quando: 05 a 08/08
Onde: Goethe-Institut, no Corredor da Vitória, em Salvador (BA).
Site: www.nordestelab.com.br
Instagram: @nordestelab_

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Evento recebe realizadores das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste para rodadas de negócios com mais de 30 players

| Fotos: Fari |

As inscrições para as Rodadas de Negócios do NordesteLAB foram prorrogadas até o dia 03 de junho. Podem se inscrever realizadores e empresas produtoras audiovisuais independentes de qualquer porte com CNPJ, incluindo com registro MEI, com sede nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte.  As inscrições podem ser feitas no site, através do link: www.nordestelab.com.br. O evento será realizado de 05 a 08 de agosto, no Goethe-Institut, em Salvador (BA).

Nesta edição, mais de 30 players já confirmaram participação nas Rodadas de Negócios do NordesteLAB. Entre eles, streamings como Amazon, Globoplay, Max e Looke; canais de TV aberta e fechada como Globo, GNT, Canal Brasil, Gloob e Futura, além de distribuidoras de filmes, séries e reality como Downtown Filmes, Gullane+, Paramount Pictures Brasil, Encripta e Conspiração. 

Realizado pelo Laboratório Audiovisual e pelo Audiovisual em Todos os Eixos, com apoio do Goethe-Institut e parceria do YouTube, o NordesteLAB reúne em sua programação, além das rodadas de negócios, mesas temáticas, clínicas jurídicas,  masterclasses e laboratório universitário. 

O projeto NordesteLAB foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), Ministério da Cultura, Governo Federal. 

O projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.

SERVIÇO: 


O quê:  Prorrogadas inscrições para Rodadas de Negócios - NordesteLAB 2025
Prazo: até 03/06
Onde inscrever: www.nordestelab.com.br
Instagram: @nordestetab_

[T] Ascom / Natália Carneiro e Cátia Milena Albuquerque


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 Filme de Alex Moreira narra a trajetória da artesã pernambucana

| Foto: reprodução |

Ana das Carrancas, nome que marcou a história cultural do Vale do São Francisco através do seu artesanato em barro, ganha um documentário sobre sua memória. “A Dama de Barro”, filme de Alex Moreira, será lançado hoje (25) em Petrolina. A sessão é gratuita e está marcada para 19h, no Espaço Janela 353. A sessão será seguida por um diálogo aberto com os realizadores da obra.

“O filme celebra a trajetória da artesã pernambucana Ana das Carrancas, ícone da cerâmica brasileira, desde a infância até o reconhecimento como uma das maiores artistas do século XX. A obra reúne depoimentos de familiares, amigos e admiradores em uma experiência artística. Ana eternizou no barro um símbolo de resistência e ancestralidade, com Carrancas de olhos vazados em homenagem ao marido deficiente visual, José Vicente, que a ajudava a pisar o barro”, explica o autor. 

Serviço:

Lançamento do documentário “A Dama de Barro”
Local: Espaço Cultural Janela 353, 1º andar do Café de Bule – Petrolina (PE)
Data: 25 de abril de 2025
Horário: 19h
Entrada gratuita



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 Projeto da Pipa Produções será realizado em escolas da rede pública

| Foto: Freepik |

Estão abertas as inscrições para o Conexão Pipoca, projeto que vai realizar mostras de cinema para crianças de escolas públicas de Juazeiro. Cineastas de Juazeiro e região ou de outras cidades baianas podem enviar propostas até o dia 21 de abril, por meio de formulário online disponível no link (https://linktr.ee/conexaopipoca).

Os filmes, além de serem infantis, precisam ser curta-metragens de cinco a 20 minutos. Pode ser ficção, animação, aventura, comédia ou outro estilo que se adeque ao tipo de evento. Cada selecionado receberá R$ 500,00 pela participação. 

A curadoria irá priorizar filmes que discutem temas sociais de forma lúdica, como bullying, racismo, questões de sustentabilidade e meio ambiente, que contribuam na formação de uma sociedade mais consciente. Obras que já possuam recursos de acessibilidade comunicacional, como Libras, LSE e audiodescrição, também serão priorizadas.

“Nós já realizamos mediação cultural com escolas em outras linguagens artísticas, como a dança e o teatro, além de um projeto para museus. Agora, ampliamos nossas ações na área de cinema levando uma programação especial para dentro das escolas”, diz a produtora Nilzete Miranda.

O projeto da Pipa Produções foi aprovado no Edital 1 - Audiovisual da Lei Paulo Gustavo em Juazeiro Bahia e conta com a realização da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes de Juazeiro, Prefeitura de Juazeiro, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal do Brasil.



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 Projeto tem programação até 11 de maio

| Foto: divulgação |

A comunidade de Santa Terezinha, na região do Salitre, será a primeira a receber o projeto Cine Carrapicho. A sessão do cinema será realizada no próximo domingo (14), às 19h, ao lado da igreja católica. Desde 2016, o Carrapicho Virtual realiza o cinema popular com recursos próprios, mas desta vez acessou edital público para levar a sétima arte para as comunidades rurais.

O Cine Carrapicho é uma iniciativa do Coletivo Carrapicho Virtual que proporciona entretenimento, cultura e reflexão na região do Salitre. O projeto promove a democratização do acesso à cultura por meio do cinema itinerante para áreas onde o acesso às salas de cinema é limitado.

Os filmes selecionados para exibição são escolhidos de forma contextualizada com as realidades locais, abordando temas como a luta por direitos fundamentais, organização comunitária e empoderamento feminino. Após cada sessão, os participantes tem um diálogo mediado pela jornalista Érica Daiane.

O Cine Carrapicho busca alcançar um público diversificado, incluindo crianças, jovens, adultos e idosos. Além de Santa Terezinha, outras comunidades como Lagoa do Salitre, Campo dos Cavalos, Curral Novo, Horto, Manga, Goiabeira I e Pau Preto também serão contempladas com as sessões do Cine Carrapicho.

O projeto "Cine Carrapicho" é uma produção do Carrapicho Virtual, com apoio institucional da Casa de Abelha e da União das Associações do Vale do Salitre (UAVS). Este projeto foi contemplado pelo edital de Audiovisual da Lei Paulo Gustavo em Juazeiro - Bahia.

Programação do Cine Carrapicho:


Comunidade Santa Terezinha – 14 de abril
Escola Profª Edualdina Damásio – Campo dos Cavalos – 19 de abril
Comunidade de Curral Novo – 21 de abril
Comunidade Horto – 27 de abril
Comunidade Manga – 04 de maio
Comunidade de Goiabeira I – 05 de maio
Comunidade Pau Preto – 11 de maio



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Festival Internacional de Animação de Pernambuco traz diversidade de técnicas e temas para o Cine Sesc Petrolina

| Filme "Eu Queria Ser Um Monstro" | Foto: frame |

A cidade de Petrolina, em Pernambuco, se prepara para receber a MOSTRA ANIMAGE, um evento que reúne filmes de animação nacional e internacional contemporânea em uma programação especial no Cine Sesc Petrolina.

Com entrada gratuita, o evento acontece nesta quarta (03), no Cine Teatro Massangano e no Espaço Cultural Janela 353, com sessões às 10h, 15h e 19h. Ao todo, serão exibidos dez curtas-metragens em parceria com o Festival Internacional de Animação de Pernambuco - Animage.

Entre os destaques da programação estão as animações "Eu Queria Ser um Monstro", dirigido por Marcelo Marão; "Kuap", filme suíço de Nils Hedinger; "Mogu&Perol", filme japonês com direção de Tsuneo Goda; e "Plantae", dirigido pelo brasileiro Guilherme Gehr.

Os filmes serão exibidos gratuitamente em sessões abertas ao público, proporcionando uma oportunidade para os moradores de Petrolina e região apreciarem a produção cinematográfica de animação contemporânea de diversas partes do mundo.

Programação:


“La Source des Montagnes” animação francesa com de AvCommunier, C Di DioI, B Francois, P Gorichon, B Mallat e M Moisy;
“Eu Queria Ser um Monstro” filme brasileiro dirigido por Marcelo Marão;
“Kuap” filme suíço de Nils Hedinger;
“Belly Flop” da África do Sul, com direção de Jeremy Collins e Kelly Dillon;
“Mogu&Perol”, filme japonês com direção de Tsuneo Goda;
“Lé com Cré”, filme brasileiro com direção de Cassandra Reis;
“Island”, animação alemã dirigida por Max Moertl e Robert Loebel;
“Monstersinfonie” animação alemã dirigida por Kiana Naghshineh;
“Plantae”, dirigido pelo brasileiro Guilherme Gehr;
“Moutons, Loup et Tasse de Thé…” obra francesa, com direção de Marion.



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 História ribeirinha ganha as telonas

| Equipe da produção do filme | Foto: divulgação |


O que provoca mais curiosidade que uma história contada às margens do Velho Chico? Um rio reconhecido como da Integração Nacional, que esconde segredos e mistérios. É neste cenário surpreendente que o esperado 'Nego D'água - o Filme' ganha vida.

Bebela, Maria Izabel Pontes Muniz, foi a historiadora escolhida para abrir as gravações do filme, realizadas na tarde deste sábado (11).

O longa metragem é criado e dirigido por Flávio Henrique Fonseca com direção geral do consagrado cineasta Roque Araújo. A produção é da Macambira Entretenimento com direção de arte e imagens por Luciano Peixinho (Sertão Mídia) e equipe do Instituto Roque Araújo. 

O longa abre espaço para que as pessoas da terra contem suas histórias e levem as cores e encantos que o Sertão oferece pro mundo. O filme conta com a participação de técnicos da Bahia, atores de Salvador-BA, mas 90% do elenco, trilha sonora e técnica geral é de ribeirinhos do Vale do São Francisco.  

SINOPSE DO FILME:

A trama conta a história de Marta, uma menina romântica ribeirinha que nasce em um bairro de Juazeiro e vive uma história de Amor, mistérios, lendas e medos. Marta é uma pessoa que vive entre moradores e pescadores no Angari, uma comunidade rica de crendices, folclores e superstições. Ainda menina ela se apaixona pela lenda do Nego D’água e na adolescência sonha em se entregar a este romance, que para muitos é pura lenda, Mas para Maria Doida, uma Idosa desacreditada por viver no passado a mesma história da menina e que realiza no presente os seus desejos do passado, uma realidade indiscutível. O Rio São Francisco serve de fundo para ilustração desta história trazendo as manifestações culturais da cidade. 

O filme também aborda ao longo do enredo, temas como: Preservação das águas doces, matas ciliares, habitação, saneamento básico e problemas sociais, mas o foco é a história  de Marta e a sua paixão pela lenda do Nego D’Água, personagem do lendário ribeirinho que segundo historiadores vive nas águas do rio assustando pescadores e lavadeiras.

[T] Pablo Luan / Ascom


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 O circuito de cinema terá na sua primeira edição em setembro

| Chico e Flor contra os monstros da Ilha do Fogo | Foto: Thierri Oliveira |

O circuito de cinema ‘Curta na Comunidade’, projeto que levará filmes e oficinas de audiovisual a comunidades rurais de Juazeiro-BA, divulga, nesta segunda (15), a relação das obras selecionadas para sua primeira edição, programada para setembro deste ano. São 10 filmes de artistas da região, que irão compor as quatro mostras do projeto.

A curadoria foi realizada pelo diretor Chico Egídio, artista importante no cenário audiovisual do interior, que durante anos realizou e foi curador da maior mostra de cinema da região, o reconhecido Vale Curtas. Os filmes selecionados trazem temáticas afirmativas e sociais, relacionadas com o Velho Chico e memórias. 

"A seleção foi difícil, pois a maioria dos filmes são muito bons. Resolvemos selecionar, principalmente, tentando escolher a maior diversidade possível de temas, claro, respeitando a qualidade e propiciando uma boa sessão para as comunidades escolhidas para a exibição”, explica o curador.

O evento terá formato itinerante e busca olhar para a produção audiovisual do Sertão do São Francisco e dar visibilidade aos artistas locais. A mostra terá classificação livre e será aberta gratuitamente para todos os públicos. Além das exibições, o projeto também levará oficinas de criação audiovisual para jovens das comunidades.

O projeto ‘Curta na Comunidade’ foi aprovado no Edital Setorial de Audiovisual 2019 do Fundo de Cultura da Bahia e tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia. 

Confira a lista dos filmes selecionados:


Chico e Flor: A lenda do Rio Opará -  Abajur Filmes e a Cia Biruta de Teatro.

Casulo: labirinto, fortaleza, partida -  Tandie Pfefferman

Luzia Luz - Trup Errante

Colecionador de Semelhanças - de José Lírio Costa

Samba de Véio Cultura, História e juventude -  do Coletivo Carrapicho Virtual

A Primeira Dança -  Anna França

Trans Nordestina -  coletivo Poesia de Luta 

A denúncia da Penumbra - Ana Terena 

O lado obscuro que há em mim - Leandro Silva

CORPOENTE - Pedro Lacerda 

[T] Agência Chocalho
[F] Thierri Oliveira


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 Produção será realizada com recursos do Funcultura Audiovisual

| Foto: Camila Rodrigues |

Atrizes e atores da região podem participar da seleção de elenco para a série de ficção/terror ATROFIA. A produção será gravada em Petrolina, entre os meses de agosto e outubro. Os perfis procurados são os seguintes: pessoas a partir dos 18 anos e de todos os gêneros; sendo que os acima dos 30 anos estão sendo mais requisitados; atriz trans; ator-mirim de 5 a 7 anos; atriz de 50 a 55 anos; ator de 60 a 70 anos. 

Recomenda-se enviar vídeo curto com uma cena para o e-mail elenco@wwfilmes.com.br. O prazo para se candidatar é até o dia 1º de agosto. O vídeo enviado não precisa ser profissional, mas deve mostrar bem o rosto, expressões e voz, e ter duração de até 3 minutos. 

Atrofia é uma série de ficção em live action com seis episódios independentes no gênero suspense/terror, que se passa num futuro distópico, ameaçador. A produção será gravada totalmente na caatinga, bioma único no mundo. O piloto da série recebeu o prêmio de “Melhor Produção” no FestCine(2019) e “Melhor Direção” pelo Gato Preto Festival Internacional de Terror. Recebeu destaque também em mostras e festivais nacionais e internacionais, como o 6º NIAFFS (Espanha) e FESTPRO (Rússia), e Curta Taquary, Cinefantasy e Mostra Cine Caos. Atrofia também foi exibida na Mostra Sesc de Cinema 2019, no Panorama Pernambuco.

Sob a direção de Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang , a série Atrofia é realizada pela WW Filmes e conta com o incentivo financeiro do Funcultura Audiovisual da FUNDARPE, via Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco. Saiba mais em www.wwfilmes.com.br/portfolio/atrofia.


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 Acompanhe a nova websérie “Isso é Arte de Mulher Negra!” com 08 episódios pela Editora Lendo Mulheres Negras

| Foto: reprodução |

No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, o projeto e editora baiana Lendo Mulheres Negras lança a sua primeira websérie “Isso é Arte de Mulher Negra!”. O projeto audiovisual traz oito episódios com mulheres de Salvador e também do Recôncavo baiano, apresentando artistas e criadoras negras, a partir de experiências e relatos pessoais, que discutem representatividade, pertencimento, empreendedorismo e ancestralidade.

Para Adriele Regine, cofundadora do LMN, o nome da websérie é uma ressignificação do termo pejorativo ‘Isso é arte de preto’. “esta foi a forma que encontramos de não só repensar nossos corpos e nossas produções, mas de inverter uma lógica que sempre colou o saber de mulheres negras a margem. Desta forma, ampliamos o verbo ler para outras áreas e profissões assim como demos destaque para a vida dessas mulheres, sim, Isso é arte de mulher negra!”, afirma Adriele Regine.

Um dos destaques é o primeiro episódio, que traz um dos últimos registros inéditos de Nicinha do Samba, que faleceu em fevereiro deste ano. As gravações foram feitas em setembro do ano passado, em sua residência, em Santo Amaro, no recôncavo baiano. No vídeo, Nicinha traz um depoimento forte e marcante sobre a sua trajetória e conselhos para as próximas gerações.

Além de Nicinha do Samba, outras figuras femininas participam do projeto. São elas: a estilista Carol Barreto, a professora Maria Rita, a fotógrafa Gabriela Palha, a jornalista Rubian Melo, a cineasta Laís Lima, a empreendedora Ana Paula Menezes e a orientadora espiritual e Yamorô do Yle Asé Oju Oniré Manuela Pereira. “A gente buscou trazer quem estava atuando na moda, na música, na comunicação, na fotografia e que tivesse uma relação com Salvador e também com o Recôncavo.  Sempre vai ser importante pra mim fazer esse recorte, justamente porque a gente sempre está com o olho orientado para que a capital faz. Então, é importante trazer também as histórias de mulheres do nosso Recôncavo”, explica Evelyn Sacramento, roteirista e diretora da websérie e cofundadora do LMN.

A websérie “Isso é Arte de Mulher Negra!” é o desdobramento de uma ação desenvolvida nas redes sociais do Projeto e Editora Lendo Mulheres Negras desde 2018, quando iniciou a divulgação de mulheres negras atuantes em diversas áreas com o intuito de ampliar o verbo ler. No total de três edições, contando com esse projeto audiovisual, o IAMN! já homenageou mais de 90 mulheres, trazendo suas histórias e vivências.

Os episódios do projeto audiovisual serão publicados duas vezes na semana, sempre às terças e quintas, nas redes sociais do projeto e editora Lendo Mulheres Negras: Instagram, Facebook e Youtube. A websérie “Isso é Arte de Mulher Negra!” tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura, Fundação Cultural do Estado da Bahia, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

Assista o primeiro episódio:



Serviço:


Websérie Isso é Arte de Mulher Negra!
Quando: todas as terças e quintas de julho, às 20h
Onde: https://www.youtube.com/c/LendoMulheresNegras

[T] Ascom / Natália Carneiro


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