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Culturama

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Projeto oferece formação entre 2 e 5 de março

| Fátima Toledo | Foto: divulgação |

Uma das profissionais mais influentes do cinema brasileiro, Fátima Toledo estará em Petrolina nos dias 02 e 03 de março de 2026, durante o Festival Cine Caatinga. A preparadora de elenco participa do evento em dois momentos distintos, reforçando a dimensão formativa do festival no Semiárido.

No dia 02 de março, ela realiza a Masterclass “Preparação de Elenco para Filmes”, aberta ao público, gratuita e sem necessidade de inscrição. O encontro acontece em formato de palestra e diálogo, compartilhando trajetória, método e experiências acumuladas ao longo de mais de quatro décadas de atuação no cinema e na televisão.

Já no dia 03 de março, acontece a “Vivência do Método Fátima Toledo”, atividade prática e imersiva, também gratuita, porém com vagas limitadas para quem fez as inscrições. A vivência propõe um trabalho direto sobre corpo, instinto, escuta e presença, colocando os participantes em contato com processos reais de criação cênica aplicados em grandes produções.

Criadora de um método reconhecido pela intensidade e pela busca da verdade emocional em cena, Fátima assinou a preparação de elencos de obras como “Cidade de Deus”, “Central do Brasil”, “Pixote”, “Tropa de Elite” 1 e 2, “O Céu de Suely”, “Cidade Baixa”, além de produções recentes como “Pssica”, “Maria e o Cangaço”, “Cangaço Novo” e “Cidade de Deus: A Luta Não Para”.

Nos dias 04 e 05 de março, serão realizados dois painéis com os temas “Distribuição de Filmes – Estratégias e Canais” e  “Produção Musical, IA e Monetização”. As informações sobre os painéis e convidados podem ser obtidas pelas redes sociais oficiais do festival (@CineCaatinga) ou pelo link https://linkme.bio/cinecaatinga. As atividades acontecerão no Teatro do Sesc Petrolina (Centro).

O Festival Cine Caatinga tem curadoria e direção de Wllyssys Wolfgang, coordenação técnica e produção executiva de Amanda Martins, direção de produção de Cícero Rodrigues e coordenação de produção de Wyvys Reis. O projeto é realizado pela Caroá Produções, com apoio da WW Filmes, Sesc Petrolina e Prefeitura de Petrolina, e incentivo do Funcultura Audiovisual/FUNDARPE e da Lei Paulo Gustavo.

Com mais de 13 anos de trajetória, o Cine Caatinga consolidou-se como um dos principais polos de formação, exibição e articulação audiovisual do Semiárido brasileiro, reunindo festival, ações formativas e streaming gratuito com mais de 200 filmes disponíveis em CineCaatinga.com.br.

SERVIÇO


• 02/03/2026 – Masterclass “Preparação de Elenco para Filmes” com Fátima Toledo
Aberta ao público | Gratuita | Sem inscrição

• 04/03/2026 – Painel “Distribuição de Filmes – Estratégias e Canais” com Yas Chiden (Descoloniza Filmes)
Aberto ao público | Gratuito | Sem inscrição

• 05/03/2026 – Painel “Produção Musical, IA e Monetização” com Fernanda Audi (Diretora de Operações da Abramus)
Aberto ao público | Gratuito | Sem inscrição

• Local: Teatro Dona Amélia
• Informações @CineCaatinga ou https://linkme.bio/cinecaatinga
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Atriz de Vidas Secas transformou sua própria história em símbolo de um cinema comprometido com o Brasil real

| Foto: reprodução do filme Vidas Secas |

por Iasmin Monteiro

Natural de Sento Sé, no interior da Bahia, Maria Ribeiro construiu uma trajetória singular no cinema brasileiro. Imortalizada como Sinhá Vitória no clássico longa-metragem “Vidas Secas” (1963), dirigido por Nelson Pereira dos Santos, a atriz tornou-se um dos grandes símbolos do Cinema Novo, movimento que redefiniu a linguagem audiovisual no país ao colocar em cena o verdadeiro Brasil com suas desigualdades e resistências.

Registrada como Maria Ramos da Silva —nome escolhido por ter nascido no Domingo de Ramos, em 25 de março de 1923, embora o cartório indique o dia 26—, ela foi a caçula de sete filhos de uma família de trabalhadores rurais. A infância começou no povoado do Boqueirão, em Sento Sé, área que décadas depois seria submersa pelas águas da Barragem de Sobradinho. 

Ainda muito pequena, aos três anos, mudou-se para Juazeiro (BA), para viver com um casal de tios. O que seria uma estadia temporária acabou se transformando em um novo destino: aos cinco anos, seguiu viagem de vapor pelo rio São Francisco até Pirapora, em Minas Gerais.

Todos os caminhos levaram ao cinema 


Foi em Pirapora que Maria passou boa parte da infância e adolescência. Aos 15 anos, mudou-se novamente, desta vez para o Rio de Janeiro, onde começou a trabalhar em diferentes áreas para sobreviver: atuou em fábricas de gêneros alimentícios, indústrias farmacêuticas e tipografias. A virada em sua vida profissional aconteceu quando passou a trabalhar na Líder Cine Laboratórios, um dos mais importantes centros de revelação de filmes do país naquele período.

Na Líder Cine, Maria iniciou como funcionária e chegou ao cargo de chefe de expedição. Era responsável por receber os negativos dos filmes e devolver os copiões aos diretores — um trabalho técnico, mas estratégico. Foi ali que ela passou a conviver diariamente com jovens cineastas que, pouco tempo depois, se tornaram nomes centrais do Cinema Novo, como Nelson Pereira dos Santos, Glauber Rocha e Cacá Diegues.

O encontro decisivo com o cinema aconteceu no início dos anos 1960, de forma quase casual. Durante uma pausa para o almoço no laboratório, Nelson Pereira dos Santos observou Maria e identificou nela a imagem exata que tinha de Sinhá Vitória, personagem criada por Graciliano Ramos. O convite para o papel, porém, não foi recebido com entusiasmo. Maria, então com quase 40 anos e ainda conhecida como Maria Ramos, resistiu. Temia perder o emprego e desconfiava de um cinema brasileiro pouco valorizado e cheio de incertezas.

Quem primeiro lhe contou sobre o convite foi Glauber Rocha. Ainda assim, ela só considerou a possibilidade depois de buscar autorização dos patrões porque era mãe solo de sua única filha, Wilma Lindomar da Silva, e precisava garantir estabilidade financeira. Os sócios da Líder Cine hesitaram, temendo que ela não retornasse ao trabalho após o filme. A situação só se resolveu com a intervenção do produtor Herbert Richers, cliente frequente do laboratório, que fez um pedido decisivo para que Maria fosse liberada. Para evitar confusões com o sobrenome de Graciliano Ramos, foi adotado o nome artístico Maria Ribeiro, aquele que entraria definitivamente para a história do cinema brasileiro.

| Foto: reprodução do filme Vidas Secas |


Atuação, realidade e o nascimento de um novo cinema 


O impacto de Vidas Secas foi imediato e duradouro. A atuação contida, firme e profundamente humana de Maria Ribeiro ajudou a consolidar o filme como um dos maiores clássicos do cinema nacional. A partir dali, ela participou de outras obras importantes, como A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1965), Os Herdeiros (1969), O Amuleto de Ogum (1974) e A Terceira Margem do Rio (1994), mantendo uma relação constante com o audiovisual até os anos 2000.

Seus últimos trabalhos no cinema foram o documentário Como Se Morre no Cinema (2002), no qual revisitou sua própria trajetória, e o longa de ficção As Tranças de Maria, dirigido por Pedro Carlos Rovai, inspirado em um poema de Cora Coralina e lançado nacionalmente em 2003.



Encontros no interior, nas telas e na escrita 


A história e a memória de Maria Ribeiro também foram acompanhadas de perto pelo jornalista Luis Osete, que ajudou a reconstruir sua trajetória. Em relato, ele conta que conheceu a atriz em 2010, por intermédio do jornalista Rafael Soriano, após um encontro casual envolvendo sua filha, Wilma. Naquele período, Maria tinha 87 anos e havia decidido retornar ao Brasil para viver mais próxima de sua terra natal. Instalou-se em Sobradinho (BA), onde realizou um antigo desejo de sua mãe: construiu uma capela dedicada a São Gonçalo em um povoado de Sento Sé.

Segundo Osete, a aproximação inicial tinha como objetivo a criação de um site biográfico —projeto que não avançou por questões contratuais, mas que deu origem ao curta-metragem Maria Ribeiro, vencedor da Mostra Regional do Vale Curtas 2010—. A partir daí, ele manteve contato próximo com a atriz, visitando-a sempre que ela retornava de suas longas temporadas na Europa. Em 2023, ano de seu centenário, publicou um texto sobre sua trajetória na seção Esquina, da Revista Piauí, que teve ampla repercussão.

O último encontro entre os dois aconteceu em outubro de 2024, quando Maria Ribeiro deixou definitivamente Sobradinho para viver em Madri e, depois, em Genebra. Osete acompanhou a atriz em uma despedida marcada por memória e afeto, revisitando lugares importantes de sua história pessoal.

Maria Ribeiro permanece como uma presença rara e essencial: uma mulher que atravessou o Brasil, os bastidores do cinema e a tela grande, deixando uma marca definitiva na história cultural do país.



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Trazemos dicas dos tidos filmes conforto para você no Natal

| divulgação |

O Portal Culturama separou 8 filmes que misturam magia, humor e boas histórias para assistir no Natal. Vale reunir a família, preparar a pipoca e dar o play.











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Exibições dos filmes serão realizadas no Espaço Cultural Janela 353

| Foto: reprodução |

A Mostra Sesc de Cinema começa nesta quarta-feira (26), em Petrolina, com sessões gratuitas no Espaço Cultural Janela 353. A programação segue até sábado (29), sempre às 19h, exceto no último dia, quando a exibição será às 18h. A iniciativa busca ampliar o acesso ao audiovisual e fortalecer a circulação de produções independentes realizadas em Pernambuco.

Na abertura, será exibida a sessão Labirinto de Mim, que reúne os filmes “Conexão”, “Santo Graal”, “Marcado em Barro” e “Todas as Memórias que Você Fez pra Mim”. Na quinta-feira (27), a mostra apresenta a sessão Futuros de um Pretérito Imperfeito, com “Mergulhão”, “Lança-Foguete”, “PX Origens” e “Carpina - 11 de Setembro”.

A programação continua na sexta (28) com a sessão Sonhaturas, que traz “Nova Aurora” e “A Terceira Ilha”. No sábado (29), o evento encerra com a sessão Eu Prefiro, dedicada ao longa “Filhas da Noite”.



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 Projeto realizou circuito em cidades baianas com filmes no Novembro Negro

| Foto: divulgação |

por Eduarda Silva

O circuito Telas Pretas realiza seu último dia de programação no dia 25 de novembro, às 19h. O fim do evento conta com exibições gratuitas em dois espaços da Bahia, incluindo o Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro.

Na cidade do Norte baiano, será exibido o documentário “Do que aprendi com minhas mais velhas” (2016), dirigido por Onisajé e Susan Kalik. O curta-metragem aborda a fé no Candomblé e sua transmissão entre gerações. A classificação é livre.



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Separamos obras que marcam a história da produção nacional, algumas com o Vale do São Francisco como cenário

| Montagem: Culturama |

No Dia do Cinema Brasileiro (05/11), o Culturama traz uma lista de indicações para você assistir.

A data celebra nossa sétima arte e tantas histórias contadas pelas lentes do país.

Separamos sete obras que mostram a diversidade da produção nacional e algumas trazem o Vale do São Francisco como cenário.

Acompanhe:











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Produção fala sobre relações familiares e explora as riquezas naturais do sertão  

| Foto: reprodução |

por Iasmin Monteiro

Nesta terça-feira (30), Sobradinho (BA) recebe a estreia do curta-metragem “O Último Adeus”, dirigido por Roberto R. Filho e coproduzido pela Café Films. A exibição será realizada às 19h30, na Colônia de Pescadores Z-026 de Sobradinho-BA.

O curta-metragem fala sobre a história de dois irmãos que não se veem há mais de dez anos. O reencontro, segundo o diretor, promete emoções e reviravoltas surpreendentes.

"Pretendemos explorar as riquezas de Sobradinho em todos os sentidos: desde o artístico até o técnico. Nosso maior prazer está sendo contar essa história que vai atravessar gerações para mostrar o quanto vale o amor de família", disse Roberto.

A produção explorou as belezas do sertão com imagens de Juazeiro e Casa Nova, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. Além disso, a equipe pôde contar com a parceria da Colônia de Pescadores Z-026, Irmão Louro, Vapor do Vinho, Rei do Caldo, SIESP e de Jarques Canturil.

Acompanhe outros detalhes na página do Instagram @oultimoadeusfilme.


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 Promoção inclui sessões 2D, 3D e XD, além de descontos em pipoca e refrigerante

| Foto: Freepik |

por Iasmin Monteiro

Até a próxima quarta-feira (03), cinemas de todo o Brasil estão com ingressos promocionais no valor de R$10 - válidos para sessões em 2D, 3D e XD, exceto em pré-estreias e salas especiais. O desconto também se estende aos combos de pipoca, refrigerante e itens colecionáveis.

Segundo o presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (Fennec), Lúcio Otoni, a Semana do Cinema já levou cerca de 20 milhões de pessoas às salas de exibição ao longo dos seis anos do projeto. A primeira edição de 2025, foi realizada em fevereiro e atraiu mais de 4,2 milhões de espectadores.

Confira a seguir os filmes em cartaz nas salas do Vale do São Francisco:


River Shopping - Petrolina (PE)
  • Os Caras Malvados (classificação livre)
  • Quarteto Fantástico - Primeiros Passos (classificação 12 anos)
  • Como Treinar O Seu Dragão - 2025 (classificação 10 anos)
  • Superman (classificação 14 anos)
  • Corra Que A Polícia Vem Aí! (classificação 14 anos)
  • Luiz Gonzaga - Légua Tirana (classificação 14 anos)
  • Faça Ela Voltar (classificação 18 anos)
  • Os Roses: Até Que A Morte Os Separe (classificação 16 anos)
  • Ladrões (classificação 16 anos)
  • Relançamento de Interestelar (classificação 10 anos)

Cinemark Juá Garden - Juazeiro (BA)
  • Ladrões (classificação 16 anos)
  • A Hora do Mal (classificação 18 anos)
  • Faça Ela Voltar (classificação 18 anos)
  • Jurassic World: Recomeço (classificação 14 anos)
  • Superman (classificação 14 anos)
  • Os Caras Malvados 2 (classificação 14 anos)
  • Como Treinar O Seu Dragão - 2025 (classificação 10 anos)
  • C.I.C - Central De Inteligência Cearense (classificação 14 anos)
  • Quarteto Fantástico - Primeiros Passos (classificação 12 anos)
  • Relançamento de Interestelar (classificação 10 anos)



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 Obra é o primeiro filme do artista e reflete sobre histórias negras

| Foto: divulgação |

O Teatro Dona Amélia recebe hoje (09), às 20h, a estreia de “Desterro”, primeiro curta-metragem do diretor e roteirista Juliano Varela. Protagonizado por Francine Monteiro e Odilon Neto, o filme mergulha na história de bravura de Maria Felipa, marisqueira negra que desempenhou um papel crucial na luta pela Independência da Bahia, e é inspirado na filosofia quilombola de Nego Bispo, que reflete sobre a resiliência e a vida possível em meio à desertificação da Caatinga.

A produção é assinada pela Àkàsà Ebó-Arte e Cultura, com a colaboração do IFSertãoPE, Campus Petrolina, e contou com a coordenação de Fernando Pereira. 

A entrada é com a doação de 1kg de alimento não perecível que será destinado à instituições sociais através do Banco de Alimentos do Sesc.

[T] Eduarda Silva.



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Festival Internacional de Animação de Pernambuco traz diversidade de técnicas e temas para o Cine Sesc Petrolina

| Filme "Eu Queria Ser Um Monstro" | Foto: frame |

A cidade de Petrolina, em Pernambuco, se prepara para receber a MOSTRA ANIMAGE, um evento que reúne filmes de animação nacional e internacional contemporânea em uma programação especial no Cine Sesc Petrolina.

Com entrada gratuita, o evento acontece nesta quarta (03), no Cine Teatro Massangano e no Espaço Cultural Janela 353, com sessões às 10h, 15h e 19h. Ao todo, serão exibidos dez curtas-metragens em parceria com o Festival Internacional de Animação de Pernambuco - Animage.

Entre os destaques da programação estão as animações "Eu Queria Ser um Monstro", dirigido por Marcelo Marão; "Kuap", filme suíço de Nils Hedinger; "Mogu&Perol", filme japonês com direção de Tsuneo Goda; e "Plantae", dirigido pelo brasileiro Guilherme Gehr.

Os filmes serão exibidos gratuitamente em sessões abertas ao público, proporcionando uma oportunidade para os moradores de Petrolina e região apreciarem a produção cinematográfica de animação contemporânea de diversas partes do mundo.

Programação:


“La Source des Montagnes” animação francesa com de AvCommunier, C Di DioI, B Francois, P Gorichon, B Mallat e M Moisy;
“Eu Queria Ser um Monstro” filme brasileiro dirigido por Marcelo Marão;
“Kuap” filme suíço de Nils Hedinger;
“Belly Flop” da África do Sul, com direção de Jeremy Collins e Kelly Dillon;
“Mogu&Perol”, filme japonês com direção de Tsuneo Goda;
“Lé com Cré”, filme brasileiro com direção de Cassandra Reis;
“Island”, animação alemã dirigida por Max Moertl e Robert Loebel;
“Monstersinfonie” animação alemã dirigida por Kiana Naghshineh;
“Plantae”, dirigido pelo brasileiro Guilherme Gehr;
“Moutons, Loup et Tasse de Thé…” obra francesa, com direção de Marion.



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 Sesc leva mostra para Arcoverde, Caruaru, Recife, Garanhuns, Petrolina e Triunfo

| Incendiárias, filhas do fogo | Foto: divulgação |

Para fortalecer a difusão dos talentos pernambucanos no Cinema independente, o Sesc PE realiza o Panorama Pernambuco da Mostra Sesc de Cinema 2022, com programação gratuita em Petrolina, até sexta (18). A programação completa está disponível no site da mostra (https://mostrasescdecinemape.sescpe.com.br/), e os ingressos podem ser retirados na bilheteria, com uma hora de antecedência.

Esse panorama estadual é fruto da curadoria de Naruna Freitas, coordenadora da Mostra Sesc de Cinema em Pernambuco, Cynthia Falcão, antropóloga e realizadora audiovisual e Fernando Pereira, instrutor de Cinema no Sesc Petrolina. Os trabalhos que compõem a mostra lançam luz sobre questões de diversidade cultural, religiões de matriz africana,  povos originários, raça e gênero.

No site da mostra, é possível consultar informações detalhadas dos filmes a serem exibidos, dentre eles, Manguebit, obra que representou Pernambuco no Panorama Brasil da Mostra Sesc de Cinema. Dirigido por Jura Capela, o documentário já acumula prêmios, como os de Melhor Filme do 14º In-Edit Brasil - Festival Internacional do Documentário Musical e Melhor Montagem e Edição de Som, do Festival Guarnicê de Cinema 2022.

Panorama Brasil – Lançada em 2017, a Mostra Sesc de Cinema chega a sua 5° edição, premiando 33 produções, sendo quatro longas, três médias e 26 curtas no Panorama Brasil, somando mais de R$ 100 mil em licenciamentos aos cineastas vencedores da mostra nacional. A exibição acontece de forma online, disponível durante todo o mês de novembro no site do Sesc (https://www.sesc.com.br/atuacoes/cultura/audiovisual/mostra-de-cinema/).

Segue, também, a realização dos panoramas estaduais, que acontecem de forma presencial, proporcionando uma aproximação entre realizadores do audiovisual e público. No total, 305 filmes, sendo 189 de realizadores e 130 de realizadoras de todas as regiões do Brasil, foram selecionados para exibição, entre mostras estaduais, regional e nacional.

SERVIÇO


Petrolina – Cine Clube Janela 353

Data: 16 a 18 de novembro

Local: Rua Dr. Pacífico da Luz, nº 618 – Centro de Petrolina – PE

Informações: (87) 3866-747






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 Projeto fortalece a produção e difusão audiovisual e proporciona a experiência de audiovisual nos espaços educativos

| Foto: Thierri Oliveira / Abajur Soluções Audiovisuais |

A oportunidade de ver a própria produção audiovisual na tela transmitindo mensagens sobre a realidade que vivenciam foi algo “incrível” para estudantes da Escola Municipal Quinze de Julho, em Maniçoba, e da Escola Municipal Manoel Nunes Amorim, em Junco, distritos de Juazeiro/BA.

O adjetivo foi atribuído por uma das estudantes que participou do Projeto ‘Curta na Comunidade’, que está acontecendo também nos distritos de Massaroca e Juremal neste mês de setembro. Nos últimos dias 22 e 23, o projeto realizou Mostra audiovisual, momento em que foi exibido vídeo produzido pelos/as estudantes durante 12 horas de oficinas. O evento aconteceu em locais centrais da comunidade, aberto ao público local. Em Maniçoba foi realizado no povoado de Jatobá. 

“A comunidade gostou muito do evento, porque foi uma coisa diferente, para todos os públicos, idosos, crianças (...), a comunidade é carente dessas coisas, não tem nenhum projeto voltado para a cultura”, avaliou Ramon Macedo, morador de Jatobá. Além de ter sido um atrativo que foge à rotina da comunidade, o projeto também gerou renda para famílias através da locação de cadeiras, aquisição de refeições, por exemplo.

O Curta na Comunidade tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural, uma vez que foi aprovado no Edital Setorial de Audiovisual 2019 do Fundo de Cultura da Bahia. O circuito é realizado pela Pipa Produções e conta com apoio institucional da Secretaria Municipal de Educação de Juazeiro.

Este tipo de projeto possibilita o acesso a bens culturais, potencializando a formação de público e o incentivo à produção audiovisual independente. Uma das integrantes da equipe executiva do Projeto, Nilzete Miranda, disse que “foi bem emocionante ver a comunidade se ver na telinha, fortalecendo a inclusão cultural através do cinema”.

Exibição 


Os temas escolhidos pelos/as estudantes para expressar nos vídeos foram motivações do dia a dia, como o excesso de lixo na comunidade e comportamento dos estudantes durante as aulas, resultando nos curtas “O último lixo” e “Influências”. 

A estudante Lorena Almeida, de 12 anos, que integrou o público da oficina realizada em Junco, mencionou o caráter educativo do vídeo e disse que com essa produção aprendeu “que lugar de lixo é no lixo e que não é legal ficar jogando lixo nas ruas”. Ela destaca ainda que foi “a primeira vez entrando em contato com uma câmera, nunca tinha mexido em uma câmera antes, fiz com meus colegas, o que foi muito bom. Espero que passe mais vezes o Curta na Comunidade ou então outros projetos passem em nossa comunidade”, provocou.

| Foto: Thierri Oliveira / Abajur Soluções em Audiovisual |

Na avaliação de Jamielle Dantas, coordenadora pedagógica dos Anos Finais e EJA, as/os estudantes gostaram muito, principalmente da parte prática, quando tiveram acesso aos equipamentos e irem à campo produzir as imagens. Durante a Mostra “a gente viu a alegria, o olho brilhando, tanto deles em se verem na tela, como principalmente das pessoas das comunidades”, ao identificarem as pessoas conhecidas no vídeo. “Foi muito bom. Um presente que a escola ganhou!”, celebra Jamielle, pontuando que se fosse uma disciplina na proposta curricular seria “uma maravilha”. 

Além das produções oriundas das oficinas, a Mostra exibiu dez curtas inscritos e premiados numa etapa inicial do Curta na Comunidade, as quais são originárias do Sertão do São Francisco, fortalecendo assim a circulação de conteúdos culturais produzidos de forma independente. 

As próximas Mostras acontecerão no dia 29, em Juremal (sede) e no dia 30,em Massaroca (comunidade de Lagoinha), a partir das 19h.

[T] Agência Chocalho




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Com recurso do Fundo de Cultura da Bahia, projeto estimula a produção audiovisual no Sertão do São Francisco

| Curta 'A Primeira Dança' será um dos exibidos | Foto: Fernando Pereira |

O campo era visto como aquele lugar onde a informação sempre chegava por último, não é mesmo? E ainda há verdade nisso, porém, muitas iniciativas têm ajudado a mudar essa realidade, contribuindo com o acesso à informação e também estimulando as pessoas a produzirem os próprios conteúdos.

Exemplo disso é o que a população de quatro distritos de Juazeiro poderá constatar neste final de setembro. No próximo dia 22, a comunidade de Jatobá, em Maniçoba, será a primeira a sediar a Mostra de vídeos do Projeto “Curta na Comunidade”, que realizou oficinas de produção audiovisual na Escola Municipal Quinze de Julho, envolvendo adolescentes e jovens do Ensino Fundamental.

Ao final de 12h de oficina, a turma produziu um vídeo, o qual será exibido durante a Mostra, junto com diversos outros vídeos escolhidos a partir de seleção também realizada pelo projeto. A Mostra terá início às 19h e toda a comunidade é convidada a contemplar a sequência de vídeos, apreciar exposição de fotografias e ainda saborear uma pipoca caseira que não pode faltar em qualquer sessão de cinema, ainda que seja cinema popular ao ar livre.

Para Adriano Alves, mediador cultural, a intenção de levar esse projeto para os distritos foi potencializar a arte, uma vez que esta “ganha seu real sentido quando se encontra com o público”. Além de Maniçoba, o ‘Curta na comunidade’ está sendo desenvolvido também no distrito de Junco - Salitre, Juremal e Massaroca. As próximas Mostras acontecerão seguindo a seguinte ordem: Dia 23 - Junco (sede); Dia 29 - Juremal (sede); Dia 30 - Massaroca (comunidade de Lagoinha), sempre com início às 19h.

O projeto ‘Curta na Comunidade’ foi aprovado no Edital Setorial de Audiovisual 2019 do Fundo de Cultura da Bahia e tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia.  O circuito é realizado pela Pipa Produções e conta com apoio institucional da Secretaria Municipal de Educação de Juazeiro. 

Fomento à produção local

Além dos vídeos produzidos em cada distrito durante as oficinas, o público irá assistir 10 outras produções selecionadas e premiadas pelo Projeto, as quais foram produzidos por pessoas e/ou coletivos do Sertão do São Francisco. “Os vídeos que compõem a mostra são todos de artistas aqui da nossa região, produzidos em terras ribeirinhas e trazem muito de nossa identidade, com rostos e pensadores locais. A curadoria foi feita por Chico Egídio, que há muitos anos se dedica ao cinema aqui no Sertão, com escolhas entre os inscritos na convocatória que lançamos meses atrás. Quem for assistir as Mostras, poderá acompanhar como o audiovisual da nossa região é de qualidade”, explica Adriano.

A seleção dos vídeos, as oficinas e as mostras são partes de uma iniciativa fundamental para garantia do direito à comunicação, especialmente a partir do estímulo à produção e difusão de conteúdos e fortalecimento da produção independente. “A partir do apoio financeiro que conseguimos captar no Fundo de Cultura da Bahia, foi possível que nosso circuito chegue de forma gratuita para a população, principalmente nas comunidades que geralmente acabam sem receber tais ações”, destacou um dos integrantes do Curta na Comunidade.

[T] Agência Chocalho


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 Projeto de Cinema foi aprovado no Edital Setorial de Audiovisual 2019 do Fundo de Cultura da Bahia

| Jovens das comunidades experimentam gravar filmes | Foto: Agência Chocalho |

Neste mês, quatro comunidades rurais de Juazeiro -BA recebem oficinas de audiovisual e um circuito de Cinema itinerante, com exibição de obras realizadas por artistas do Sertão do São Francisco. Essas atividades fazem parte do projeto ‘Curta na Comunidade'.

As oficinas têm como público, estudantes do ensino fundamental da rede municipal da cidade baiana. A proposta do projeto é contemplar 120 adolescentes e jovens das comunidades Junco, no Vale do Salitre, Maniçoba, Juremal e Lagoa do Meio, em Massaroca. De acordo com a coordenadora do projeto Gisele Ramos, possibilitar a juventude rural o conhecimento sobre comunicação e produção de vídeo é “contribuir para visibilizar o potencial criativo desses jovens. O audiovisual tem esse poder de encantar e despertar para um fazer e agir comunicativo que tem sentido, que dialoga com sua realidade, que dá vida a uma história”. 

| Fernando Pereira ministra as oficinas do Curta na Comunidade  | Foto: Agência Chocalho |


Acreditando no potencial do audiovisual como agente de transformação, que se justifica pela possibilidade da construção de novas narrativas, as oficinas oferecerão debates teóricos e práticos, onde os jovens terão acesso às noções básicas de roteiro, linguagem e técnica das produções de documentários, bem como da configuração básica para captura em qualquer câmera ou smartphone, além do processo de edição e as novas maneiras de contar uma história.

Fernando Pereira, especialista em cinema, é responsável por ministrar a formação e explica que a proposta é 'aprender fazendo'. “A oficina proporciona que os alunos tenham esse contato teórico, mas principalmente prático, que eles entendam como é que uma ideia que pode surgir de uma aula bem aleatória pode se tornar um filme, de forma prática”, explica.

Primeiro Passos das oficinas 


A juventude da Escola Municipal Manoel Nunes Amorim, no Junco, foi a primeira a receber o projeto. A oficina que começou ontem (05), terá duração de três dias e reúne estudantes do 6.º ao 9.º ano, na faixa etária de 11 a 15 anos.

A estudante Laura Suelen da Silva, do 9º ano, junto com 33 colegas, está indo no contraturno da escola para participar da formação. Ela destaca que essa iniciativa está movimentando a escola. “Achei a oficina legal, a escola é muito parada e agora tem essa proposta de fazer o filme. A gente vai ter contato com as câmeras, com a gravação, vai ser bem legal”, diz Laura, que nunca teve contato com câmeras profissionais e está cheia de expectativa para iniciar as gravações do minidocumentário.

| Aulas começaram na comunidade do Junco | Foto: Agência Chocalho |

A possibilidade de ofertar uma atividade extracurricular aos estudantes foi uma das motivações que animou o gestor da escola, Robson Marreiro, a receber o projeto. “Nossos alunos são muitos carentes de atividades diferentes e que agregam, em termos de conhecimento. Eu observei que esse projeto pode ajudar na socialização dos nossos estudantes", afirma.

Outro elemento que o gestor destaca é a possibilidade que o ‘Curta na Comunidade’ tem de estimular a produção do audiovisual a partir do ponto de vista dos estudantes, levando em consideração suas vivências. “Eu acredito que na produção de vídeo, eles vão refletir sobre a realidade deles, sobre a comunidade", argumenta Robson.

A referência do dia a dia dos adolescentes e jovens estará presente no vídeo produzido pela juventude. O lixo, um problema presente na comunidade, é o tema central do minidocumentário da turma. Samires de Souza, estudante do 7º ano, explica o porquê da escolha. “Quando a gente vem de Juazeiro para o Junco, já dá para perceber logo o tanto de lixo, principalmente do lado da escola, aí fica meio chato. Acho que esse vídeo pode ajudar a conscientizar as pessoas daqui da comunidade, para ajudar a cuidar mais do rio, dos lugares”, argumenta a jovem.

Esse minidocumentário e os outros produzidos nas comunidades contempladas com o projeto estarão presente na programação do circuito audiovisual, junto com mais dez vídeos selecionados através da convocatória que foi aberta aos artistas locais. As mostras, abertas a toda comunidade, estão agendadas para os dias 22, 23, 29 e 30 deste mês.

O projeto ‘Curta na Comunidade’ foi aprovado no Edital Setorial de Audiovisual 2019 do Fundo de Cultura da Bahia e tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia. O circuito é realizado pela Pipa Produções e conta com apoio institucional da Secretaria Municipal de Educação de Juazeiro. 

[T/F] Agência Chocalho



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 Projeto será em Juazeiro-BA e inscrições começam hoje (29)

| Foto: divulgação |

Em seu primeiro ano, o projeto ‘Curta na Comunidade', um circuito audiovisual com formato itinerante por comunidades rurais do município de Juazeiro-BA, abre as inscrições para selecionar obras realizadas por artistas do Sertão do São Francisco.

As inscrições são feitas pela internet, de forma gratuita, até o dia 07 de agosto. A mostra vai selecionar dez filmes, sendo aceitos os gêneros de ficção, documentário, animação e videoarte/experimental, com duração de até 25 minutos. As obras selecionadas receberão o valor de R$ 1.000,00 (mil reais) pelo direito à exibição em quatro dias. Para mais informações é só conferir a convocatória do evento disponível no perfil @curtanacomunidade no Instagram.

O projeto ocupará espaços diversos em comunidades rurais da cidade, permitindo novos diálogos com a produção audiovisual do Sertão do São Francisco. “A nossa região é rica em produção cultural. Nossa ideia é ocupar praças, escolas ou centros comunitários com a exibição de vídeos, contribuindo na promoção dos e das artistas locais e na democratização ao acesso aos produtos culturais”, comenta Gisele Ramos, coordenadora do projeto.  

| Flyer de divulgação |


O “Curta na Comunidade” também realizará oficinas de criação audiovisual para jovens das quatro comunidades atendidas, com o intuito de incentivar a juventude a construir novas narrativas sobre seu povo, a partir das vivências e experiências que elas terão ao longo das formações. As produções dos jovens também serão exibidos durante a mostra. 

O projeto ‘Curta na Comunidade’ foi aprovado no Edital Setorial de Audiovisual 2019 do Fundo de Cultura da Bahia e tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia.

Serviço

Mostra Curta na Comunidade 
Inscrições: https://bit.ly/3Jhb8E7
Quando: até o dia 07 de agosto. 


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 Sessão gratuita será realizada na quadra da comunidade

| Foto: divulgação |

Crianças e jovens do bairro Alto do Cocar, em Petrolina, terão a oportunidade de apreciar uma sessão de cinema pertinho de suas casas nesta terça-feira (19). Isso porque a localidade foi a escolhida para mais uma etapa do projeto ‘Cine Comunidade’, que tem como proposta exibir filmes em locais públicos de Petrolina de forma gratuita. 

A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Petrolina (SEDESDH), em parceria com a Secretaria de Educação, Cultura e Esportes. O filme será exibido, a partir das 18h, na quadra local, onde os participantes também receberão lanches. 

A secretária executiva de Juventude, Direitos Humanos, Mulher e Acessibilidade, Bruna Ruana, reforça que as sessões de cinema junto às comunidades têm o objetivo de aproximar as pessoas da Cultura. “A Assistência Social trabalha para implementar serviços voltados à garantia de direitos, mas também bem-estar. Por isso, o Cine Comunidade tem um papel estratégico de trazer a comunidade para mais perto do entretenimento”, ressalta.

Serviço:


Cine Comunidade
Dia: Terça-feira (19/07)
Horário: 18h
Local: Quadra poliesportiva do Alto do Cocar

[T] Irislane Pacheco / Ascom PMP


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 Projeto do Sesc Petrolina oferece sessões de Cinema

| Foto: divulgação |

O Sesc Petrolina vai exibir hoje (22), às 20h, no Teatro Dona Amélia, um dos filmes nacionais mais aguardados pelo público, 'Piedade'. Dirigido pelo pernambucano Cláudio Assis, o longa-metragem é estrelado pelos atores Fernanda Montenegro, Cauã Reymond, Irandhir Santos e Matheus Nachtergaele, e gira em torno de uma história de especulação imobiliária.

O filme se passa na Praia da Saudade, na cidade fictícia de Piedade, em Pernambuco. Conhecido por sua deliciosa moqueca de cação e cerveja gelada, e gerido por Dona Carminha (Fernanda Montenegro) e seu filho Omar (Irandhir Santos), o bar Paraíso do Mar é um dos focos da resistência local contra o avanço predatório da corporação petroleira Petrogreen. Quando o executivo Aurélio (Matheus Nachtergaele) chega representando os interesses da empresa, o cotidiano da família é abalado, trazendo à tona segredos há muito escondidos e uma inusitada conexão com Sandro (Cauã Reymond), dono de um cinema pornô do outro lado da cidade.

Os ingressos para a sessão podem ser adquiridos uma hora antes da exibição na bilheteira do Teatro Dona Amélia. O preço é R$5 para trabalhadores do comércio e dependentes e R$10 para o público em geral. A classificação etária é de 18 anos. Para garantir os cuidados para prevenção contra a Covid-19, o teatro funcionará com capacidade reduzida em 60% e o uso de máscaras será obrigatório. Uma equipe orientará o público sobre a importância de respeitar as marcações de distanciamento, além de haver álcool em gel nos ambientes.

Serviço:

Filme Piedade
(Brasil, 90min, 2019, Direção Cláudio Assis)

Local: Teatro Dona Amélia , no Sesc Petrolina
Data: 22 de setembro, às 20h
Classificação: 18 anos
Ingresso: R$5 (trabalhadores do comércio e dependentes) e R$10 (público em geral)
Informações: (87) 3866- 7454

[T] Fabiano Barros / Dupla Comunicação


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 Evento acontece paralelamente ao maior festival de cinema do mundo

| Foto: divulgação |

Com foco em produções de cinema negro e ficções científicas, a Saturnema Filmes participa, até dia 15, do Marché du Film do Festival de Cannes 2021, sediado na França. A produtora audiovisual leva os filmes, em fase de desenvolvimento, “Tragam-me a Cabeça de Orum Bomani”, de Ariel L. Ferreira, e “Sol a Pino”, de Ana do Carmo, para apresentação no mercado internacional.

“Participar com o meu projeto de longa metragem, pra mim, é como se fosse um rito de passagem. Me motiva ainda mais estar participando do Marché du Filme o fato de eu ser uma mulher negra e nordestina junto com Rubian Melo, participando de um espaço que muitas vezes a gente acha que não é pra gente, um espaço que sempre é muito distante da nossa realidade. Então, ocupar esse espaço é a gente mostrar que não está tão longe quanto a gente pensa”, comenta Ana do Carmo.

Essa é a primeira vez que a produtora de audiovisual baiana tem credenciamento ao evento de mercado, que acontece paralelamente ao maior festival de cinema no mundo. O Marché du Film é voltada especialmente para compra e venda de produções, apresentação de projetos e negócios do mercado cinematográfico, o evento acontece desde 1959.

“Estar participando do grande mercado de cinema mundial, Marché du Film, é a oportunidade de observar a indústria do cinema de perto e buscar novas possibilidades de formatos de negócios para se desenvolver no mercado atual. Apresentar dois projetos da nossa produtora, nesse evento, amplia a possibilidade de visibilidade e oportunidades numa escala global. Esse é o momento de fazer contatos, participar de eventos, assistir filmes, se inspirar e motivar para reinventar o fazer cinema no Brasil de hoje”, afirma Rubian Melo, produtora executiva da Saturnema Filmes.

A Saturnema Filmes foi premiada com passagem e credenciamento para o Marché du Film do Festival de Cannes 2021, na França. Por conta da pandemia da Covid19, o evento está sendo realizado de forma híbrida, presencial e virtualmente. A premiação foi concedida pelo Nordeste Lab, a Aliança Francesa e Embaixada Geral da França no Brasil. Também conta com a parceria do Cinema do Brasil, uma associação de produtores do setor audiovisual, que  têm como objetivo principal a internacionalização do cinema brasileiro, incentivando coproduções, bem como a circulação de filmes brasileiros em festivais e distribuição em outros países.


Acompanhe os projetos da Saturnema na Marché du Film:

- Catálogo do Cinema do Brasil

- “Sol a Pino”, de Ana do Carmo

- “Tragam-me a Cabeça de Orum Bomani”, de Ariel L. Ferreira




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 Festival é online e gratuito e celebra a produção audiovisual do Semiárido

| Troféu Cabrito Dourado será entregue aos vencedores em 11 categorias | Foto: Camila Rodrigues |

Sejam de ficção ou documentário, experimentais ou de animação, os filmes selecionados para a segunda edição do Cine Caatinga têm algo em comum: o fato de suas histórias e personagens se passarem nas diferentes paisagens do Semiárido brasileiro ou serem produzidas por artistas da região. As obras que integram o catálogo do festival já estão disponíveis e podem ser assistidas gratuitamente no site do evento (cinecaatinga.com.br). Os curtas-metragens também concorrem a várias categorias do troféu Cabrito Dourado, como é chamado o prêmio ofertado pela organização. Entre elas, está a de melhor filme segundo Júri Popular, que tem votação aberta até o dia 4 de abril, através de um formulário online (https://abre.ai/cabritodourado).

Os vencedores do troféu Cabrito Dourado serão anunciados no dia 8 de abril, às 19h, no canal do Youtube da produtora WW Filmes (youtube.com/wwfilmes). Os 40 curtas concorrentes ao prêmio foram selecionados após uma chamada pública aberta em fevereiro deste ano. Ao todo, o festival recebeu a inscrição de 112 produções, que foram analisadas por uma comissão julgadora formada por cinco pessoas do Vale do São Francisco.

De acordo com Wllyssys Wolfgang, curador e coordenador do II Cine Caatinga, a montagem da seleção final levou em conta critérios como pluralidade, inovação e pioneirismo. A representatividade também foi um fator relevante e se refletiu na própria comissão julgadora, que teve, entre seus participantes, três moradores da Comunidade Melancia, na Zona Rural de Casa Nova-BA. "A escolha de pessoas da comunidade rural se deu por dois importantes motivos: o de inclusão e o de oportunidade de sabermos como eles enxergam e/ou se reconhecem nessas produções audiovisuais", explica o coordenador.

Além dos filmes escolhidos para a seleção oficial, a organização ainda convidou outras seis produções de realizadores locais, que não serão consideradas na premiação final. Esses filmes também estão disponíveis no site do festival, compondo um catálogo, que, para Wolfgang, demonstra a criatividade das pessoas da região. "Além de criar um acervo que pode ser acessado gratuitamente, o Cine Caatinga também expõe uma produção pujante, criativa e plural, afastando aquele mito de que a produção no Semiárido Brasileiro é escassa", afirma.

Incentivo e valorização

O troféu Cabrito Dourado prevê a consagração de vencedores em 11 categorias. Algumas são tradicionais em premiações de cinema, como Melhor Direção e Melhor Atuação, mas outras foram criadas para valorizar iniciativas diferentes do comum. Alguns exemplos são o Prêmio Estímulo, voltado para linguagens e narrativas inovadoras, e o Prêmio Sustentabilidade, direcionado para produções sobre a Caatinga, bioma unicamente brasileiro.

Outra categoria de destaque elege o Melhor Curta Estudantil. Wllyssys Wolfgang, que também é cineasta e iniciou sua carreira justamente quando estudava, explica a importância desse troféu para quem está começando a produzir cinema. “Muitos(as) cineastas começam em escolas, em universidades ou até mesmo com pequenas narrativas filmadas por celular e editadas em algum aplicativo em casa. Em muitos casos, se sentem desestimulados a enviar para concorrer com produções de cineastas consolidados(as). Então, como forma de valorizar esse tipo de produção e estimular o crescimento e exposição, nós criamos essa categoria”, conta o coordenador do festival. 

Ainda segundo o curador do II Cine Caatinga, um dos objetivos do projeto é gerar renda em meio à pandemia, tanto através da contratação de equipe local para trabalhar no evento como pelo pagamento de cachê para os artistas envolvidos nos filmes selecionados. O próprio troféu Cabrito Dourado demonstra essa intenção, já que foi produzido manualmente por Emerson Silva, artista plástico de Petrolina. Para Wolfgang, os esforços empreendidos pela organização do festival têm valido a pena. “Nós quebramos todos os recordes que poderíamos ter estipulado. Em menos de 24h no ar, o streaming bateu mais de 1000 acessos e usuários assistindo às produções, votando, marcando mensagem, participando dessa grande festa do audiovisual do Semiárido Brasileiro”, revela o cineasta.

O II Cine Caatinga é coordenado pelos produtores caatingueiros Thiago Rocha e Wllyssys Wolfgang com a WW Filmes e tem produção executiva de Camila Rodrigues, assistência de seleção de Amanda Martins, assistência de produção e logística com Wyvys Reis e fotografia e edição de Jota Souza. O festival também contou com oficinas audiovisuais ministradas por Cristiane Crispim e Robério Brasileiro. O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Texto: João Pedro Ramalho
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07 de agosto foi escolhido para comemorar o Dia Nacional do Documentário Brasileiro

| Imagem do filme 'Em nome das caras CARETAS' | Foto: reprodução |

Talvez o gênero cinematográfico mais fiel à realidade, o documentário retrata as pessoas, acontecimentos e mostra o quanto a sociedade rende boas histórias. Aqui na região do Vale do São Francisco, alguns artistas usaram suas câmeras para contar sobre a nossa Cultura Popular, personagens que circulam pelas ruas das cidades e problemas sociais.

No dia 07 de agosto, o Brasil comemora o Dia Nacional do Documentário Brasileiro. A data faz referência ao aniversário do baiano Olney São Paulo, cineasta de O profeta de Feira de Santana (1970) e Ciganos do Nordeste (1976). Importante ressaltar que Olney São Paulo foi um dos artistas que sofreram com a perseguição da Ditadura Militar brasileira, sendo preso e torturado por conta do filme Manhã Cinzenta (1969).

Convidamos você para uma sessão de Cinema em casa, conferindo uma lista que fizemos com 04 filmes locais:

o nome das caras CARETA

Direção: Chico Egídio



Sinopse:

Visualização do ambiente da manifestação folclórica “Caretas” no interior de Pernambuco e Bahia. Percurso e impressões das andanças das figuras emblemáticas que participam da malhação do Judas.

Meu Nome é Nega Tonha

Direção: André Calixto, Gabriel Marinheiro, Giúllian Rodrigues, Iara Bispo e Márcio Reges


Sinopse:

Na década de 1990, em Juazeiro (BA), surge uma figura emblemática no futebol amador local: Nega Tonha. Registrada como Antônio Carlos Alves dos Santos, desde cedo quebrou barreiras, quando decidiu que jogaria maquiada no meio dos homens. Sua carreira tem uma vitória importante que vai muito além das quatro linhas do campo.

Sob os olhos da Indiferença

Direção: Andressa Silva


Sinopse:

Imersos numa atmosfera cujas transformações acontecem a passos curtos, por vezes, estamos sem voz e sem vez, mas, nossos olhos que enxergam, nem sempre conseguem ver. É sobre essa perspectiva que lança-se a questão: O que fazer para que seus direitos sobre mobilidade urbana não lhe sejam negados? Recorrer. Comunicar. Colaborar. Compartilhar. Este documentário traz essas e outras reflexões sobre o Sistema de Transporte Público em Petrolina-PE.

Raoni da Multidão

Direção: Ana Patrícia Rodrigues


Sinopse:

Com uma caixinha de som, microfone, um figurino estiloso e um repertório único. É assim que, desde 2018, Fátima Raoni ganha as ruas de Juazeiro e Petrolina, levando irreverência e felicidade por onde passa.  Raoni é do povo, dos fãs, da multidão. Se você acha que tem limite de idade para realizar sonhos, ela vai te mostrar que nunca é tarde para ser feliz e fazer o que ama.
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