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Culturama

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Fundação Pedro Calmon e vai levar 84 autores ao evento

| Foto: Freepik |

O Governo do Estado da Bahia, por meio da Fundação Pedro Calmon (FPC), unidade vinculada à Secretaria Estadual de Cultura (SecultBA), abriu inscrições para o edital 'Vozes da Bahia'. A iniciativa vai ampliar a presença de escritoras e escritores baianos na Bienal do Livro Bahia 2026, o maior encontro de literatura, cultura e entretenimento do Nordeste. As inscrições estarão abertas a partir das 12h por meio do site. 

Ao todo, serão selecionados 84 autores de diversas regiões do estado, com o objetivo de valorizar a produção literária dos territórios de identidade da Bahia e promover o encontro entre quem escreve e o público leitor, além disso, a ação integra o conjunto de entregas realizadas pela FPC, em celebração aos 40 anos da instituição, como destaca o diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães. 

“Dentro da maior Bienal do Livro do Nordeste, estamos cumprindo a missão de dar visibilidade à produção literária baiana, presente em todos os territórios e expressa em diferentes trajetórias. Este edital faz parte do nosso conjunto de ações que celebram os 40 anos da Fundação, e que tem esse objetivo de reunir consagrados e novos nomes da literatura”.

A programação do Vozes da Bahia será composta por 14 sessões, distribuídas ao longo dos sete dias do evento, funcionando como uma verdadeira vitrine da diversidade e da potência criativa da literatura baiana. As apresentações acontecerão em formato de palestras, com mediação de importantes nomes do cenário literário do estado, fortalecendo ainda mais o intercâmbio cultural e o debate sobre a produção contemporânea.

Mais do que uma ação cultural, o edital reafirma o compromisso da Fundação Pedro Calmon com a democratização do acesso ao livro e à leitura, além de fomentar a cadeia produtiva do setor literário na Bahia. As apresentações do 'Vozes da Bahia' acontecerão entre os dias 15 e 21 de abril de 2026, nos turnos matutino e vespertino, integrando a programação oficial da Bienal.

BIENAL DO LIVRO BAHIA - Consolidada como uma das principais plataformas de fomento à literatura e à cultura no Nordeste, a Bienal do Livro Bahia, criada em 1996, manteve edições contínuas até 2013, reunindo milhões de visitantes ao longo de sua trajetória. 

O Governo da Bahia, além do patrocínio, integra a programação da Bienal e promove grandes entregas a exemplo do vale-livro. Este ano, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) anunciou a participação de mais de 10 mil estudantes da rede estadual na Bienal, com a distribuição de 10 mil cartões vales-livros para alunos, no valor unitário de R$ 100, em um investimento de R$ 1 milhão, e outros cinco mil para professores, no mesmo valor cada, somando mais R$ 500 mil. 

A iniciativa visa ampliar o acesso ao livro e incentivar a formação de novos leitores dentro e fora da sala de aula.

EDIÇÕES ANTERIORES - A edição de 2022 superou expectativas, com mais de 90 mil visitantes, meio milhão de livros vendidos e ampla participação de autores e expositores. Em 2024, o público ultrapassou a marca de 100 mil visitantes, reforçando o impacto cultural e o estímulo à leitura no estado.

Presente na última edição, a Fundação Pedro Calmon projeta uma participação ainda mais robusta em 2026. Como órgão da gestão estadual responsável pelas políticas públicas de leitura na Bahia, a instituição prepara uma programação diversificada, com destaque para a ação “Vozes da Bahia”, reafirmando seu compromisso com a democratização do acesso ao livro e a valorização da produção literária baiana.

SERVIÇO 


Fundação Pedro Calmon lança edital 'Vozes da Bahia' nesta sexta (20)
Período de inscrição: Entre 12h00min do dia 20/03/2026 até às 23h59min do dia 23/03/2026. 
Inscrições: https://www.ba.gov.br/fpc/iniciativas/vozes-da-bahia


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Poeta compartilha sua trajetória marcada pela arte e indica artistas que são suas inspirações e referências

| Escritor Emanuel Lucas | Foto: arquivo pessoal |

por Iasmin Monteiro 

No dia 21 de março, celebra-se o Dia Mundial da Poesia, uma data que reconhece a potência da palavra como ferramenta de expressão, memória e transformação. Mais do que versos, a poesia é também um território de disputa de narrativas, onde vozes historicamente silenciadas encontram espaço para existir, resistir e imaginar outros futuros. 

Para marcar a data, convidamos o poeta Emanuel Lucas Santos Alves a compartilhar suas referências e refletir sobre o papel da poesia em sua trajetória. Educador social, pesquisador e produtor cultural, Emanuel constrói um percurso profundamente ligado à educação antirracista e à valorização de identidades afrorreferenciadas. Licenciado em História pela Universidade Estadual de Santa Cruz, ele atua na articulação entre cultura, território e formação política. 

Como CEO e idealizador do Afropolita – Laboratório e Assessoria, o artista desenvolve projetos de educação “quilombista” e consultorias em gestão cultural com foco na sustentabilidade de comunidades criativas. Autor da obra “Contos Negros Marginais”, Emanuel utiliza a literatura como ferramenta de emancipação social, conectando ancestralidade e futuro. 



Conheça algumas referências indicadas por Emanuel Lucas:


Jordan



Jordan Leão Menezes é poeta, artista e slammer de Camaçari (BA). Em sua produção, aborda temas como vivências LGBTQIAPN+ negras, infância e vulnerabilidade. É criador do conceito Pivete Musa e autor do livreto Manifesto Pivete Musa, publicado pelo Selo Aula Viva, com foco na poesia marginal e na performance de gênero.

Jordan escreve desde a infância e, nos últimos anos, tem se dedicado a explorar a afetividade entre homens pretos. Ele define sua escrita como “poesia homoafroerótica”, abordando a subjetividade afetiva e sexual de homens pretos gays, além de tensionar o legado colonial da hipersexualização desses corpos.

Acompanhe aqui!
 

NegaFyah



NegaFyah é poeta, mestra de cerimônia, produtora cultural, ativista e graduada em Enfermagem. Criadora da marca de streetwear FyaBurn, também idealiza e produz o Slam das Minas BA.
Como artista da palavra, leva para o palco denúncias sobre as violências que atravessam seu cotidiano, como racismo, machismo e sexismo, marcando suas apresentações pela força e expressividade corporal. 

Integra a coletânea Querem nos Calar: poemas para serem lidos em voz alta (2019) e participou da obra Ancestralitura: Poemas com Mel e Dendê (2022), produzida em parceria com a Plataforma Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras.

Acompanhe aqui!
 

Poeta Nascimento



Poeta Nascimento é contista, ator e diretor técnico de palco e logística, nascido em Petrolina (PE). É autor dos livros Pétalas de Amor e Carolina de Jesus: Apropriação da Escrita como Forma de Ascensão Social, além dos contos em folheto Associação das Mulheres Rendeiras, Antes que o Papai Acorde e O Amor Não Acaba Nem Depois da Morte. Também publicou o cordel A Maldição de Vicente Finim.

O artista está construindo a sua trajetória fortalecendo a cultura negra e periférica. Atualmente, é secretário da Companhia de Teatro Imaginart, integrante do Teatro Popular de Arte (TPA) e do Fórum Popular de Cultura de Petrolina. Atua como produtor cultural na Odun Produções e coordena o projeto Sou Periferia. 

Acompanhe aqui!

 





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Lançamento será no sábado (14) na Casa da Poesia

| Foto: ilustração por inteligência artificial |


por Jaquelyne Costa

O escritor e guarda municipal de Petrolina, Antonio Damião, lança neste sábado (14) o livro ‘Histórias do meu mundo’, obra que reúne narrativas inspiradas nas memórias, vivências e identidades que atravessam o cotidiano do Vale do São Francisco. O evento de lançamento será às 19h30, na Casa da Poesia, localizada na Rua da Poesia, nº 109, no bairro Gercino Coelho, em Petrolina (PE). A entrada é gratuita.

Publicado pela Editora Vecchio, o livro convida o leitor a percorrer histórias que dialogam com a memória afetiva do sertão, trazendo personagens, cenários e sentimentos que refletem a cultura e o imaginário da região.

Segundo o autor, a obra vai além de uma simples reunião de histórias. “Este livro é mais que uma coletânea de narrativas ou histórias, que podem ser dele, podem ser nossas, podem ser um pouco de ambos. É um espelho onde se refletem as memórias do autor, a identidade de um povo e a poesia que habita o Vale do São Francisco.”

O lançamento integra ações culturais apoiadas pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo Federal, contando também com apoio da Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria Executiva de Cultura.

O evento será aberto ao público e contará com momento de encontro com o autor, conversa sobre o processo de escrita e sessão de autógrafos.
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Autora lista livros escritos por mulheres que marcaram sua trajetória

| Foto: arquivo pessoal |

por Eduarda Silva

A poeta, contista e pesquisadora baiana Pók Ribeiro apresenta um pouco de sua trajetória na literatura e compartilha indicações de leitura de escritoras que refletem sobre a vivência feminina na literatura e em sociedade. Para a autora, essas obras oferecem diferentes caminhos para pensar a condição feminina, a escrita e as formas de resistência construídas por mulheres na literatura.

Membro do coletivo LiterÁridas, Pók é autora dos livros Endométrio (2017) e Minha’rimã (2024), coletâneas de contos narrados e protagonizados por mulheres. Em suas obras, a escritora articula linguagem literária e reflexão política a partir de vivências ligadas ao Semiárido baiano, reunindo vozes que falam sobre corpo e ancestralidade.

Veja a publicação:




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Obra reúne 14 autores de Petrolina e Juazeiro; evento vai contar com apresentações musicais, roda de conversa e poesia

| Foto: divulgação |

por Iasmin Monteiro

Nesta quinta-feira (05), o sertão recebe o lançamento da antologia literária "Do afeto, a carne", que reúne 14 autores de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA).  A obra celebra a escrita como espaço de existência, escuta e liberdade. O evento será realizado às 19h30, no restaurante O Casarão, no centro de Petrolina, com entrada gratuita e apresentações de música e poesia.

Publicado pela Editora Vecchio, o livro é organizado pela escritora e produtora cultural Emylle Novaes e traz ilustrações de Dayane Diogo. A obra nasce do curso Escrita Criativa voltado ao público LGBTQIAPN+, realizado com apoio da Lei Paulo Gustavo.

Nas páginas do livro, memórias, afetos e vivências ganham corpo e voz, transformando experiências individuais em narrativa coletiva.

A antologia reúne textos de Ana Carolina, Brenda Mércia, Carine Buriti, Catarina Carneiro, Emylle Novaes, Giovanna Beatriz, Maria Guadalupe, Marina Almeida, Pedro Caneto, Pedro Henrique, Randara Barboza, Vitor Vinicius, Victor Emanuel e Weuller de Oliveira. 

As aulas de escrita criativa, assim como a organização da obra, foram conduzidas por Emylle Novaes, que transformou o processo de aprendizagem em um espaço de partilha e expressão livre. Sob sua orientação, cada participante encontrou nas palavras uma forma de se reconhecer e se reinventar.

Para o produtor editorial Matheus José, a obra ultrapassa o campo artístico. "Mais do que um resultado artístico, este livro é um gesto político e afetivo: o de reconhecer e legitimar narrativas que, por muito tempo, foram silenciadas", afirma. Segundo ele, essa força poética revela talento, sensibilidade, coragem e autenticidade.

Para outras informações, acesse o Instagram do projeto @doafetoacarne.
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Contribuições podem ser enviadas até 28 de fevereiro e irão subsidiar encontro estadual previsto para abril

| Foto: Fundação Pedro Cálmon |

A Fundação Pedro Calmon (FPC) abriu uma consulta pública voltada à construção de políticas para o campo do livro, da leitura e da memória na Bahia. A participação é aberta a agentes culturais, produtores, pesquisadores, mediadores de leitura e demais integrantes da cadeia do setor em todo o estado. 

A iniciativa integra a programação dos 40 anos da fundação e tem como objetivo reunir propostas para a elaboração de um plano de ação estratégico. O material coletado irá subsidiar o Encontro Baiano do Livro, Leitura e Memória, previsto para abril de 2026, além de orientar futuras ações nas áreas de bibliotecas, arquivos e espaços de memória.

A consulta pública é direcionada a participantes de diferentes territórios baianos e busca ampliar a escuta sobre as demandas do setor. As contribuições podem ser enviadas até 28 de fevereiro, por meio do formulário disponibilizado pela instituição.


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Iniciativa do Coletivo Ônibus disponibiliza gratuitamente obras de autores locais com acessibilidade e resgate da tradição oral

| Foto: divulgação |

O projeto Boca de Livro, desenvolvido pelo Coletivo Ônibus em Petrolina (PE), utiliza a tecnologia dos audiolivros para ampliar o alcance da produção literária do Vale do São Francisco. A iniciativa estabelece uma ponte entre autores regionais e o ambiente digital, consolidando atualmente dois títulos em seu catálogo: “Tábua de Marés”, de Cátia Cardoso, e o recente lançamento “Ato Contínuo”, de Elisabet Moreira.

As produções recuperam a prática de ouvir e contar histórias,e conecta a literatura regional aos novos suportes digitais. Mas, mais do que uma mudança de suporte, o projeto é desenhado para democratizar o acesso à leitura, atendendo públicos que enfrentam barreiras físicas ou educacionais, como pessoas com deficiência visual, idosos e cidadãos não alfabetizados ou em processo de alfabetização. 

Oralidade e Inclusão


A decisão pelo formato de audiolivro fundamenta-se na democratização do acesso à produção literária regional. O Coletivo Ônibus é composto por mulheres com trajetória nas áreas de educação e artes, como a professora e escritora Cátia Cardoso, e identifica no suporte sonoro uma ferramenta para transpor barreiras físicas e educacionais. 

A experiência profissional das integrantes permite que o projeto seja direcionado não apenas ao entretenimento, mas também como um recurso de inclusão. Essa perspectiva pedagógica e artística transforma o audiolivro em um instrumento de difusão que alcança públicos historicamente afastados do livro físico e em diferentes contextos de aprendizado.

“Rememora, de certa forma, a própria origem dos contos, né? Porque os contos, eles têm a sua origem em pessoas contando histórias em volta de fogueiras, em terreiros, em espaços noturnos em que as pessoas estão mais fragilizadas e as histórias eram, de certa forma, reconfortantes. Então, ouvir histórias é algo muito primordial e primário na nossa formação humana.” Diz Cátia Cardoso.

A voz de Elisabet Moreira


O lançamento mais recente do projeto é o audiolivro “Ato Contínuo”, da escritora e professora Elisabet Moreira. A produção não se limitou à leitura dos textos. A autora teve uma participação direta na construção do material sonoro, atuando na curadoria das vozes e registrando sua própria narração em pontos específicos.

De acordo com Cátia: “Ela entra no projeto, a contribuição é exatamente como autora do livro. Mas ela também participou do processo de seleção, ela foi jurada na seleção de leitoras lá no colégio. E ela também faz uma participação especial lendo partes do autorretrato. Então ela está nesses momentos no livro. É alguém que está na obra, né? Porque se é sobre o livro dela, não tem como a essência dela não perpassar todo o projeto.” 

Como ouvir e sugerir obras


As obras produzidas pelo Boca de Livro são de acesso gratuito e aberto ao público geral. O projeto segue em fase de pesquisa para selecionar os próximos autores da região que terão suas obras adaptadas para o formato sonoro.

O público também pode participar ativamente da continuidade do projeto sugerindo autores e obras do Vale através do perfil oficial do coletivo no Instagram. 

O conteúdo do projeto pode ser acessado através das plataformas Spotfy e YouTube.  



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Entre memórias e afetos, “Tem Café” chega ao segundo volume com autores de todo o Brasil

| Ilustração de divulgação |

A antologia literária “Tem Café”, organizada por Nivânia Arruda e reunindo dezesseis autores de diferentes regiões do Brasil, será lançada nesta terça-feira (27), a partir das 18h30, no Reduto Coffice, em Petrolina (PE).

Em seu segundo volume, a obra chega após a boa recepção da primeira edição e convida o público a mergulhar em textos que transitam por imaginação, memória e afeto, tendo o café como fio condutor. A proposta é transformar o grão e o ritual da bebida em narrativa, sensações e encontros, trazendo ao leitor diferentes olhares sobre o que o café representa no cotidiano.

Para a organizadora, o livro revela a força simbólica presente em algo tão comum e ao mesmo tempo tão marcante. “Há quem veja no café a pausa necessária, quem o associe a encontros e despedidas, e quem transforme o grão em metáfora de vida, resistência e calor humano”, destaca a escritora Nivânia Arruda.

A antologia conta com textos de Ágatha Müller, Aline Evangelista, Aline Melo, Ariadne Medeiros, Écio Duarte, Francisca Santiago, Gislene Camargos, Ionete Cavalcante, Isadora Cavalcanti, Letícia Barcelos, Lucas Rocha, Nivânia Arruda, Raquel Figueiredo, Rodolfo Marins, Tatiana C. Martins e Vitória Reis.

O lançamento é gratuito e aberto ao público, oferecendo um convite especial para quem aprecia literatura, música ambiente e boas conversas, com o café como cenário e inspiração. Durante o evento, o livro estará à venda pelo valor de R$ 35,00. Após o lançamento, a obra também ficará disponível para compra pelo site www.editoravecchio.com.br/loja.

SERVIÇO:

Lançamento da antologia “Tem Café” (vol. 2)
Quando: Terça-feira (27), às 18h30.
Onde: Reduto Coffice - Rua Manoel Clementino, 1201 - Centro, Petrolina (PE).
Entrada: Gratuita.



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Iniciativa selecionará obras publicadas em 2025 para compor vitrine editorial baiana

| Foto: Secult BA |

A Fundação Pedro Calmon (FPC) lançou a chamada pública para o catálogo “Bahia de Todos os Livros 2025”, iniciativa que busca mapear e dar visibilidade à produção literária recente do estado. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 16 de janeiro de 2026.

O edital tem como foco fortalecer a circulação de títulos e facilitar o acesso de pesquisadores e do público à bibliografia contemporânea da Bahia. Coordenado pela Diretoria do Livro e Leitura (DLL), o projeto selecionará obras publicadas ao longo deste ano para integrar uma plataforma de difusão que servirá como vitrine para autores e editoras baianas.

A convocatória é aberta a escritores nascidos na Bahia ou residentes no estado há pelo menos dois anos, neste caso, com publicação por editora local. O catálogo também aceita inscrições de editoras baianas e de empresas de outros estados que tenham em seu portfólio obras de autores naturais da Bahia.

O mapeamento é abrangente e reúne diversos formatos, incluindo livros convencionais, folhetos de cordel e histórias em quadrinhos. O único critério obrigatório de temporalidade é que o lançamento tenha ocorrido, de forma comprovada, dentro do ano de 2025.

A compilação dos dados integra o programa Bahia Literária, que planeja o lançamento do catálogo inicialmente em formato digital. Em uma segunda etapa, o Governo do Estado prevê a distribuição de exemplares físicos para a rede de bibliotecas públicas, pontos de leitura e centros culturais de todas as regiões baianas.

A estratégia busca descentralizar o acesso à informação e garantir que o mapeamento literário funcione como uma ferramenta de consulta permanente. 

O formulário de inscrição e o regulamento completo estão disponíveis no site oficial da instituição.


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 Listamos seis livros de autores do Vale do São Francisco

| arte gráfica |

Em celebração ao Dia do Leitor, o Portal Culturama indica seis obras de autoras e autores do Vale do São Francisco para você conhecer.




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#cordel #espaçocultural #petrolina #sertão

| Foto: redes sociais |

Conheça a casa do Cordel Mulheres Cordelistas, espaço cultural independente localizado em Petrolina (PE). Produzimos um vídeo para entender o que move esse projeto e qual a importância dele pra nossa região.

É a oportunidade de folhear livretos, apreciar xilogravuras e, principalmente, apoiar uma iniciativa dá visibilidade a vozes femininas.

Adicione a Casa do Cordel ao seu próximo passeio.


Qual seu cordel favorito? Me conta aqui nos comentários!

✍️🎥 @marii_gaudencio

❣️ Portal Culturama:
Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.



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Lançamento será hoje (6) em Petrolina (PE)

| Foto: divulgação |

por Jaquelyne Costa / Ascom

No coração quente e imaginativo do Sertão nordestino nasce uma menina que conversa com bodes, aprende sobre o tempo com a avó e enxerga poesia onde muitos só veem espinhos. É nesse universo doce e cheio de descobertas que o público irá mergulhar no próximo sábado (6), às 15h30, durante o lançamento de “Maria da Caatinga”, primeiro livro infanto-juvenil da escritora, nutricionista e advogada Nivânia Arruda. O encontro será no Reduto Coffice, em Petrolina, com acesso livre e gratuito para toda a comunidade.

Em sua estreia na literatura infantil, Nivânia convida crianças e adultos a caminharem ao lado de uma protagonista de oito anos que vive em Petrolina, no Sertão pernambucano. Curiosa, afetuosa e cheia de encantamento pelo bioma onde nasceu, a menina partilha os seus dias ao lado de dois bodes companheiros e de uma avó sábia que lhe apresenta as muitas formas de existir da Caatinga. Entre plantas que resistem ao sol, animais que surpreendem e o milagre da chuva que transforma a paisagem, o livro cria uma experiência sensível, divertida e profundamente identificada com a cultura sertaneja.

A narrativa, construída com leveza e afeto, ajuda a fortalecer o vínculo do leitor jovem com temas ambientais, memoriais e identitários, celebrando a potência de um dos biomas mais singulares do Brasil. Cada página revela um Sertão vivo, colorido e cheio de histórias, reforçando o orgulho de quem chama a Caatinga de lar.

O lançamento contará com sessão de autógrafos e um momento acolhedor de convivência com a autora, que traz em sua trajetória uma fusão rica entre literatura, ciência e raízes culturais. Escritora multifacetada, Nivânia é autora de Pés Descalços (2022), Pelas Impossibilidades de Petrolina (2024) e Maria da Caatinga (2025). Também organiza obras literárias e acadêmicas que transitam entre afetos, memórias e pesquisa, incluindo as coleções Tem Café (2023 e 2025), Casa de Vó (2024) e os três volumes de O Direito Brasileiro e suas Multidisciplinaridades (2019, 2020 e 2022).

Petrolinense, apaixonada pela terra onde nasceu, Nivânia carrega em sua escrita o compromisso de honrar a cultura sertaneja. Maria da Caatinga marca sua chegada ao universo infantil, mas mantém viva a mesma essência poética que já a acompanha em toda sua trajetória.

Serviço:

O que? Lançamento do livro ‘Maria da Caatinga’, de Nivânia Arruda.
Quando? Sábado, 06 de dezembro, às 15h30.
Onde? Reduto Coffice – Petrolina/PE.
Quanto? Gratuito.



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 #chapadadiamantina #bahia #culturadiversa

| Foto: acervo Iphan |

Rio de Contas (BA) foi tomada pela literatura nos últimos dias. A 1ª do FLIRCONTAS realizou programações artísticas em diversos espaços da cidade e seus monumentos históricos viraram palco.

🥰 A cidade é uma grande poesia concreta e nós trazemos um pouco do que rolou nesse festival para vocês. Viva Rio de Contas! Viva a Chapada Diamantina!




✍️🎥 @adriano.alves

❣️ Portal Culturama:
Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.


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Revista do CLAE é publicação independente do Vale do São Francisco

| Foto: divulgação |

por Eduarda Silva

O Círculo Literário Analítico Experimental (CLAE) abriu convocatória nacional para a 16ª edição da revista “As Flores do Mal”. A publicação aceita contribuições de contistas, cronistas, poetas, pesquisadores e ensaístas. Os textos podem ser enviados até 31 de dezembro de 2025 para o e-mail: editoraclae3@gmail.com.

A revista é uma publicação independente com uma trajetória contínua no Vale do São Francisco desde 2003. Em 2005, os escritores João Gilberto Guimarães e John Williams Bezerra formalizaram o coletivo com a proposta de garantir espaço para autores que não alcançavam as grandes editoras. O grupo acumulou mais de 60 livros publicados e reuniu centenas de colaboradores em suas edições.

Com a nova convocatória, o CLAE retoma esse papel, chamando autores de diferentes regiões a contribuírem com textos que dialoguem com as memórias ribeirinhas e com as múltiplas identidades do Vale.

A nova edição, prevista para o início de 2026, homenageará o escritor alagoano Graciliano Ramos, referência central da literatura nordestina. A escolha marca a aproximação entre a proposta editorial e a tradição literária que valoriza a crítica social e tratamento objetivo da realidade. 

Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail editoraclae3@gmail.com ou acompanhar o perfil @editoraclae no Instagram.




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 Autor reúne memórias, cultura e paisagismo em livro que celebra o cotidiano e a vida sertaneja

| Foto: redes sociais |

por Iasmin Monteiro

A poesia imita a vida ou a vida imita a poesia? A frase anterior, levemente modificada, é muito utilizada com a palavra “arte”. Pois bem: a poesia está na arte e a vida tem um bocado das duas coisas. Uma se inspira na outra e se transforma em algo bonito de ver e ler.

O livro “Faíscas Poéticas”, do autor Edvan Cajuhy, é um mergulho profundo nas raízes, na cultura e no paisagismo do povo sertanejo. “É um conjunto de poemas que abrange diversos temas: arte, esperança, amor, fé e coragem. É uma obra em que misturo as palavras, transformando-as em versos, ritmos e poesia”, afirmou.

Por meio da obra, o autor convida o público a viajar não só por esses cenários, mas também pela imaginação e pela alma do poeta. Pela escrita, o leitor pode entender o que se passa em sua cabeça, em sua existência e em suas formas de sobreviver neste mundo — sempre com palavras que, encaixadas, se transformam em ideias.




Lançado na Academia de Letras e Artes de Senhor do Bonfim, o livro é um mergulho de cabeça na cultura nordestina, nas memórias afetivas e em um Brasil dentro de um Brasil pouco explorado longe dos estereótipos.

Para os interessados em adquirir o livro, basta enviar um e-mail para edvancajuhy@hotmail.com ou cajuhyedvan21@gmail.com. Edvan também está nas redes sociais, no Instagram @edvancajuhy, onde você acompanha o trabalho e os próximos lançamentos do autor. 
 
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Festa começa nesta quinta-feira (20), e reúne escritores, artistas, educadores e o público com programação gratuita 

| Cordel do Fogo Encantado | Foto: divulgação |

por Iasmin Monteiro

Arte, ciência, educação e valorização da cultura regional formam os pilares da Festa Literária dos Inventos (FLIS), que será realizada em Senhor do Bonfim, no norte da Bahia, entre os dias 20 a 22 de novembro, na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), campus da cidade.

Com entrada gratuita, a festa contará com palestras, mesas-redondas, oficinas, feira de livros, lançamentos, apresentações culturais e shows musicais que destacam o talento e a criatividade da região.

Um dos curadores do evento, o cientista social Rodrigo Wanderley, afirma que a FLIS será um marco para a história de Senhor do Bonfim. “A capital baiana do forró será palco de uma verdadeira celebração à leitura, à arte e à cultura, reunindo autores, estudantes, educadores e toda a comunidade em um evento repleto de conhecimento e emoção”, disse.

A programação de shows inclui nomes importantes da música, como Cordel de Fogo Encantado, Jéssica Caitano e João Sereno. Diversos autores também participam do evento, entre eles Maria Dolores Rodrigues, Hermógenes Moura e Bia Barreto.

Para outras informações e acompanhar a programação completa, veja por meio do Instagram @festaliterariadosinventos ou do site festaliterariadosinventos.com.br. 


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Chamada segue aberta até 16 de novembro

| Foto: Agência A Tarde |

por Iasmin Monteiro

A Festa Literária dos Inventos (FLIS) está com chamada aberta para escritores e escritoras de Senhor do Bonfim (BA). A iniciativa abre oportunidade para lançamento e exposição de livros autorais durante o evento, que será realizado entre os dias 20 a 22 de novembro. 

As inscrições podem ser feitas até o próximo domingo (16), exclusivamente por e-mail, pelo endereço proex.dacc@univasf.edu.br com dados pessoais e informações sobre o livro. Os interessados devem residir em Senhor do Bonfim (BA) e ter obra(s) autoral(is) publicada(s), em formato impresso ou digital.

De acordo com a organização, a proposta é criar um espaço de circulação e encontro entre escritores e público. “É uma oportunidade para que autores independentes ou já publicados apresentem seus trabalhos, troquem experiências e ampliem sua visibilidade”, destacam os responsáveis.




A FLIS é uma das principais iniciativas de incentivo à leitura no Piemonte Norte do Itapicuru e busca fortalecer a cena literária local. O evento é promovido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) em parceria com instituições culturais e educacionais da Bahia.

A programação da feira inclui lançamentos de livros, sessões de autógrafos, rodas de leitura, oficinas, contação de histórias e intervenções artísticas. São atividades para diferentes faixas etárias. As obras selecionadas ficarão expostas durante o evento e terão divulgação nos materiais oficiais.




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Evento promove exibição de documentário e lançamento de livro sobre o poeta pernambucano

| Foto: divulgação |

por Iasmin Monteiro

A poesia de Miró da Muribeca sai do Recife e pousa no Vale do São Francisco neste fim de semana. O Espaço Janela 353, localizado no primeiro andar do Café de Bule, em Petrolina 
(PE), faz homenagens ao artista neste sábado (8), às 17h. O evento é gratuito e aberto a todos os públicos.

A noite terá exibição do filme “Preto, pobre, periférico e poeta”, de Wilson Freire, com a última entrevista de Miró antes de seu falecimento —que aconteceu em decorrência de um câncer com metástase, em 2022—. O escritor Wellington de Melo, fará o lançamento de seu livro que conta a história de Miró. As pessoas também poderão adquirir a biografia ao final do evento.

| Foto: redes sociais |

O lançamento da biografia e exibição do filme, aproxima o público a um artista importante para a cultura brasileira e que já morou no Vale do São Francisco. Por meio da sua arte, gritava ao mundo injustiças sociais, a inquietação dos tempos modernos e traduzia em palavras as dores das periferias e das pessoas negras. 

Para a fotógrafa e coordenadora do Espaço Janela 353, Lizandra Martins, homenagear Miró é uma forma de não permitir o apagamento da Cultura pernambucana. “Sua poesia vive e precisa ser sempre celebrada, para que mais pessoas possam conhecer sua obra e se encantar. Poeta do Recife, preto e periférico, trouxe em seus escritos um pulsante olhar sobre o mundo com críticas às estruturas opressoras”, afirma.



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Obra digital apresenta narrativas sobre os peixes

| Foto: redes sociais |

por Eduarda Silva

O professor e contador de histórias Willian Fernando Soares lançou o e-book gratuito “Fábulas para quem ama o Velho Chico”. A obra reúne narrativas inspiradas nas águas, nas margens e na cultura ribeirinha do rio São Francisco. O livro transforma memórias e tradições orais em material pedagógico e de valorização da identidade local.

Com 14 anos de atuação e atual vice-presidente da Academia Brasileira de Contadores de Histórias, o autor explica que o livro ainda não teve lançamento oficial, mas já está sendo distribuído entre grupos de contadores de histórias e membros da academia.

Willian, que desenvolve projetos voltados à vivência do São Francisco desde a pandemia, afirma que o objetivo da obra é “perpetuar as histórias do Rio São Francisco, falar dos peixes [...] O livro traz a criação desses peixes falantes, desse tempo em que os peixes falavam”.

Sobre a inspiração, o autor destaca a necessidade de redescobrir a riqueza do território. “É aquela questão que está na nossa cara e a gente não percebe o quão rico é o Rio São Francisco. Está aqui e a gente não explora ele de todas as maneiras possíveis”.

A proposta de distribuição gratuita busca justamente incentivar esse sentimento de descoberta e pertencimento, aproximando a comunidade das histórias do Velho Chico. Acesse aqui!


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Evento realiza ações no IF Sertão-PE e na UPE para promover trocas literárias

| Foto: Freepik |

por Iasmin Monteiro

A literatura vai ganhar novos espaços em Petrolina (PE), nos dias 4 e 6 de novembro, com a realização do projeto “Itinerância Literária”, promovido pelo Sesc. A iniciativa propõe um giro cultural pela cidade, levando arte, música, histórias e reflexões a instituições de ensino superior.

A programação começa na terça-feira (4/11), no IF Sertão-PE, com duas oficinas. Uma é com Rebeca Vasconcelos que vai falar sobre o movimento manguebeat e a revolução que aconteceu a partir disso para a música pernambucana. Inscrições aqui.

Já a outra é com Elaine Feitosa, que vai trazer uma discussão sobre memória e pertencimento por meio da obra de Conceição Evaristo. Inscrições aqui. Além da confirmação no site, cada participante deverá trazer no dia da oficina 1kg de alimento não perecível para ser doado ao Programa Sesc Mesa Brasil.

Já na quinta-feira (6/11), o projeto segue para a Universidade de Pernambuco (UPE), onde Karla Silva apresenta uma intervenção literária marcada pela emoção e pela força da palavra. A apresentação acontece na Sala 17, às 15h. 

Aberto ao público, o Itinerância Literária busca estimular o diálogo e a vivência artística, aproximando a literatura das pessoas e dos espaços cotidianos. Os interessados podem buscar outras informações por meio da central de relacionamento do Sesc Petrolina no número (87) 3866-7474. 




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