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Culturama

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Cássio Costa propõe um olhar poético e político sobre a existência de mulheres trans no sertão 

| Foto: Cássio Costa |

por Iasmin Monteiro

Inspirada na flora da caatinga e nas margens do Velho Chico, TRANSFloRio é a primeira exposição fotográfica solo de Cássio Costa. A mostra reúne 20 fotografias que retratam a vida de mulheres trans sertanejas no contexto semiárido e ribeirinho em que vivem, exaltando suas belezas e deslocando o olhar exótico e depreciativo que historicamente recai sobre seus corpos. A visitação é gratuita e segue até o dia 27 de março, mediante agendamento pelo Instagram da ONG Cores.

O autor, fotógrafo e jornalistas conta que o projeto nasceu de uma inquietação diante das estatísticas alarmantes de violência. O Brasil é o país que mais mata pessoas trans e LGBTQIAPN+ no mundo e, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais, Pernambuco ocupa o sétimo lugar no ranking de assassinatos de pessoas trans. Para ele, todo trabalho artístico surge de uma provocação e, nesse caso, a urgência era transformar dor em celebração. 

“O corpo trans é um dos mais marginalizados e estigmatizados. A proposta da exposição é justamente enaltecer essas vidas. Em um estado que aparece nas estatísticas de violência, ver esses corpos vivos, produzindo arte e ocupando espaços, já é motivo de celebração”, afirma.

A estética do trabalho dialoga com cores quentes e com elementos da caatinga, das flores e do rio São Francisco. Cássio explica que também se inspirou na fotógrafa pernambucana Júlia Vasconcelos, que discute masculinidades no contexto sertanejo. Segundo ele, a exposição conversa com esse território marcado por narrativas de machismo e masculinidades rígidas, mostrando que corpos trans existem no sertão e precisam ser lembrados, respeitados e celebrados.

Ao ser questionado sobre o que busca transmitir com as imagens, Cássio é direto: o foco é a celebração da vida das pessoas trans! Ele explica que procurou construir ensaios poéticos, sem nudez, com as personagens bem vestidas e maquiadas, ressaltando suas belezas e subjetividades. A intenção é deslocar o olhar que costuma sexualizar e estigmatizar esses corpos, apresentando outras nuances que não sejam o preconceito.

| Foto: Cássio Costa|


A exposição retrata três mulheres trans de Petrolina: Amanda Vieira, Kayllah’Belle e Jhenyffer Braga. Todas são sertanejas e desenvolvem trabalhos ligados à arte, encontrando nela caminhos para romper com a marginalização que historicamente atinge pessoas trans. Para o fotógrafo, elas ocupam papéis importantes na cena cultural local.

“O trabalho também gerou remuneração para as envolvidas. A equipe é majoritariamente composta por pessoas trans e LGBTQIAPN+, reforçando o compromisso do projeto com inclusão e fortalecimento da comunidade”, disse.

O texto que acompanha a exposição foi escrito por Alzyr Brasileiro, presidenta da OSC Cores, organização que sedia a mostra. Em um dos trechos, ela afirma: “E nós flores indomáveis do rio e da caatinga somos vidas que ninguém conseguiu impedir de nascer e muito menos impedirá de viver, afinal, somos trans, flor, rio e vida”, escreveu.



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 Programação gratuita é aberta ao público em vários locais 

| Foto: divulgação |

A Trup Errante, grupo teatral de Petrolina (PE), dará início, entre os dias 28 de fevereiro e 5 de março, às comemorações dos seus 20 anos de trajetória na arte, com o lançamento de um novo filme e a reestreia de espetáculo. A partir deste sábado (28), às 18h, será exibido no Espaço Cultural Janela 353 o curta-metragem Um Devaneio na Cabeça e um Abismo no Coração, com entrada gratuita. 

A obra também terá exibições no campus Juazeiro da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e no CEU das Águas ao longo da semana (ver quadro abaixo). Já nos dias 3 e 4 de março, às 14h e às 10h, respectivamente, as celebrações seguem com a temporada da peça Fabulosas histórias do Rio Opará, trabalho autoral que trata de questões ecológicas, educativas e culturais para o público infanto-juvenil, no CEU das Águas, com a presença de turmas de estudantes de escolas públicas.

Quinta edição da série Devaneios e dirigida por Thom Galiano e Adriel Marques, em Um Devaneio na Cabeça e um Abismo no Coração, a atriz Rafa Moraes - que integra a Trup Errante - reflete sobre a sua caminhada e diferentes fases da vida enquanto pessoa e profissional da arte que transita entre Pernambuco e Ceará; o sagrado, o profano e o cotidiano; o feminino e o masculino; o cinema e o teatro. 

O curta-metragem ajuda a contar a trajetória do grupo teatral, assim como o espetáculo Fabulosas histórias do Rio Opará, estreado originalmente em 2008 e que agora ganha este ano um novo olhar apurado sobre a crise climática e a importância da preservação da natureza. A narrativa conta as aventuras de uma menina que se chama Francisca, ou melhor Chiquinha, interpretada por Raphaela de Paula, que sempre sonhou com fabulosas histórias. Na margem do Rio Opará, ela se depara com o Nego d’água que lhe dá a missão de encontrar o Seu Monstro do Lixo Nicolau e Tal! Corajosa, então viaja pelo Rio no seu barquinho e encontra vários personagens do imaginário popular ribeirinho. 

Para o diretor da Trup Errante, Thom Galiano, os dois trabalhos têm um olhar forte para o que o grupo realizou durante o percurso. “Quando começamos nossas atividades em 2006, não tínhamos ideia de que chegaríamos até aqui. Ser grupo de teatro no interior do Brasil não é uma escolha; não é nada fácil. Mas ser grupo é o caminho para realizar, em cena, nossos desejos, ao mesmo tempo em que nos mantemos em estado constante de aprendizado. Somos uma família escolhida pelo teatro”, explica. As exibições de Um Devaneio na Cabeça e um Abismo no Coração serão gratuitas, assim como as sessões de Fabulosas histórias do Rio Opará, por sua vez destinadas, prioritariamente, às turmas de estudantes de escolas públicas de Petrolina, mas também abertas ao público geral, com entrega de ingressos 1h antes do início do espetáculo. 

Duas décadas de arte - A Trup Errante é um grupo de teatro nascido em 2006 no Vale do São Francisco e que transita pelo audiovisual e a literatura, valorizando dramaturgias insurgentes e personagens femininas. Com mais de 500 apresentações, percorreu cidades e festivais, conectando-se ao público com obras autorais e adaptações. Além dos palcos, o grupo atua na cena editorial e cinematográfica, promovendo livros, curtas e eventos culturais, com repertório que inclui textos próprios e releituras de clássicos, sempre explorando novas formas de narrativa. Junto às apresentações de Fabulosas histórias do Rio Opará e do lançamento de Um Devaneio na Cabeça e um Abismo no Coração, as celebrações do aniversário da Trup Errante contarão com atividades comemorativas ao longo de todo o ano.

Esse projeto foi contemplado nos Editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco e da Secretaria de Cultura do Estado, via Lei Paulo Gustavo do Ministério da Cultura – Governo Federal.

SERVIÇO:



Um Devaneio na Cabeça e um Abismo no Coração

28 de fevereiro (sábado)
Horário: 18h
Local: Espaço Cultural Janela 353 (Rua Antônio Santana Filho, nº 353, no Centro de Petrolina)
Gratuito

04 de março (terça-feira)
Horário: 19h
Local: Galpão de Artes Visuais da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Juazeiro
Gratuito

05 de março (quarta-feira)
Horário: 19h30
Local: CEU das Águas (R. do Tamarindo, bairro Rio Corrente, Petrolina)
Gratuito

Fabulosas histórias do Rio Opará

03 de março (segunda-feira)
Horário: 14h
Local: CEU das Águas (R. do Tamarindo, bairro Rio Corrente, Petrolina)
Gratuito

04 de março (terça-feira)
Horário: 10h
Local: CEU das Águas (R. do Tamarindo, bairro Rio Corrente, Petrolina)
Gratuito




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#bahia #agendacultural #arte #cultura

| Foto: Jacaré |

Se liga que tem muita coisa rolando no Vale do São Francisco... foi até difícil resumir tudo nessa agenda.

😍 Trazemos uma sequência de dicas culturais para você curtir no Vale do São Francisco seja no carnaval ou fora dele.




🥰 Compartilhe pros amigos que vão pegar esse rolê com você!!!

✍️ @adriano.alves
📷 reprodução

❣️ Portal Culturama:
Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.


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Projeto oferece formação entre 2 e 5 de março

| Fátima Toledo | Foto: divulgação |

Uma das profissionais mais influentes do cinema brasileiro, Fátima Toledo estará em Petrolina nos dias 02 e 03 de março de 2026, durante o Festival Cine Caatinga. A preparadora de elenco participa do evento em dois momentos distintos, reforçando a dimensão formativa do festival no Semiárido.

No dia 02 de março, ela realiza a Masterclass “Preparação de Elenco para Filmes”, aberta ao público, gratuita e sem necessidade de inscrição. O encontro acontece em formato de palestra e diálogo, compartilhando trajetória, método e experiências acumuladas ao longo de mais de quatro décadas de atuação no cinema e na televisão.

Já no dia 03 de março, acontece a “Vivência do Método Fátima Toledo”, atividade prática e imersiva, também gratuita, porém com vagas limitadas para quem fez as inscrições. A vivência propõe um trabalho direto sobre corpo, instinto, escuta e presença, colocando os participantes em contato com processos reais de criação cênica aplicados em grandes produções.

Criadora de um método reconhecido pela intensidade e pela busca da verdade emocional em cena, Fátima assinou a preparação de elencos de obras como “Cidade de Deus”, “Central do Brasil”, “Pixote”, “Tropa de Elite” 1 e 2, “O Céu de Suely”, “Cidade Baixa”, além de produções recentes como “Pssica”, “Maria e o Cangaço”, “Cangaço Novo” e “Cidade de Deus: A Luta Não Para”.

Nos dias 04 e 05 de março, serão realizados dois painéis com os temas “Distribuição de Filmes – Estratégias e Canais” e  “Produção Musical, IA e Monetização”. As informações sobre os painéis e convidados podem ser obtidas pelas redes sociais oficiais do festival (@CineCaatinga) ou pelo link https://linkme.bio/cinecaatinga. As atividades acontecerão no Teatro do Sesc Petrolina (Centro).

O Festival Cine Caatinga tem curadoria e direção de Wllyssys Wolfgang, coordenação técnica e produção executiva de Amanda Martins, direção de produção de Cícero Rodrigues e coordenação de produção de Wyvys Reis. O projeto é realizado pela Caroá Produções, com apoio da WW Filmes, Sesc Petrolina e Prefeitura de Petrolina, e incentivo do Funcultura Audiovisual/FUNDARPE e da Lei Paulo Gustavo.

Com mais de 13 anos de trajetória, o Cine Caatinga consolidou-se como um dos principais polos de formação, exibição e articulação audiovisual do Semiárido brasileiro, reunindo festival, ações formativas e streaming gratuito com mais de 200 filmes disponíveis em CineCaatinga.com.br.

SERVIÇO


• 02/03/2026 – Masterclass “Preparação de Elenco para Filmes” com Fátima Toledo
Aberta ao público | Gratuita | Sem inscrição

• 04/03/2026 – Painel “Distribuição de Filmes – Estratégias e Canais” com Yas Chiden (Descoloniza Filmes)
Aberto ao público | Gratuito | Sem inscrição

• 05/03/2026 – Painel “Produção Musical, IA e Monetização” com Fernanda Audi (Diretora de Operações da Abramus)
Aberto ao público | Gratuito | Sem inscrição

• Local: Teatro Dona Amélia
• Informações @CineCaatinga ou https://linkme.bio/cinecaatinga
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Plataforma foi criada para organizar a produção artística local

| Foto: Prefeitura de Juazeiro |

Artistas de Juazeiro, grupos culturais e profissionais da cultura que pretendem inscrever-se nos editais que o município lançará via Lei Aldir Blanc – Ciclo 2 devem fazer um cadastro no mapa cultural. O mapeamento é destinado a artistas de todas as linguagens, residentes tanto na sede quanto na zona rural. 

Segundo a prefeitura, a ação permitirá a construção de um diagnóstico completo do fazer cultural juazeirense, orientando políticas públicas, projetos e investimentos no setor.

O cadastramento já está disponível e pode ser realizado online, por meio de formulário digital disponível neste link. Também é possível entrar em contato através do WhatsApp da secretaria (74) 98818-7033. 



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Cantora fala sobre raízes, transição musical e o novo projeto 'Escorpiana', que mistura piseiro e referências do Pará



por Iasmin Monteiro 

Luana Blü inaugura uma nova fase na carreira com o lançamento de “Escorpiana”. O single marca um momento de transformação artística e afirmação de identidade. Natural do Vale do São Francisco, a cantora e compositora mergulha em vivências pessoais para traduzir em som intensidade, intuição e profundidade emocional, características que atravessam sua trajetória e agora ganham novos contornos.

A faixa, construída em parceria com Tainahakã na produção musical, ganhou ainda um videoclipe com estética onírica e, dias depois, uma versão especial para o Carnaval ao lado do DJ Werson, ampliando a proposta sonora com batidas mais dançantes e populares. Antes conhecida como Luana Alcântara, a artista assume o nome Luana Blü e apresenta ao público um trabalho mais pop, contemporâneo e autoral, sem abrir mão da sensibilidade que sempre marcou sua arte.

É possível conferir seu trabalho em suas redes sociais. Na entrevista a seguir, ela fala sobre essa transição, o processo criativo de “Escorpiana” e os caminhos que deseja trilhar nesta nova etapa. Confira!

Como você chegou na música? 


A música sempre esteve presente na minha vida, desde muito cedo. Comecei cantando de forma mais espontânea, em casa, com amigos, e aos poucos fui entendendo que aquilo era mais do que um hobby. Os covers surgiram como uma forma de experimentar, de estudar diferentes estilos, testar minha voz e criar conexão com o público. Eles foram fundamentais para o meu amadurecimento artístico e para eu entender melhor qual caminho queria seguir de forma autoral.

| Foto: redes sociais |

Fala um pouco sobre a sua transição de identidade musical:


Minha transição de identidade musical aconteceu de forma muito natural. No início, eu explorava sonoridades mais próximas do que eu consumia, mas com o tempo senti a necessidade de me aprofundar em ritmos que dialogassem mais com quem eu sou hoje e com o lugar de onde eu venho. Escorpiana marca muito esse momento de virada, onde me permito ousar mais, misturar referências e assumir uma identidade mais dançante, popular e conectada com o Brasil.

Como você misturou o seu trabalho com o de Tainahakã e DJ Werson para sair essa musicalidade?


A construção dessa musicalidade veio do encontro de ideias. Cada um trouxe sua bagagem e suas referências. Com Tainahakã, houve uma troca muito rica no sentido criativo, de conceito e sensibilidade musical. Já com o DJ Werson, a colaboração veio muito forte na parte rítmica e de batidas, trazendo uma pegada mais envolvente e dançante. Essa soma permitiu misturar piseiro com elementos da música do Pará, resultando em algo diferente e com muita identidade.

Como foi pensado o trabalho em vídeo? A ideia, as gravações etc.


O trabalho em vídeo foi pensado para traduzir visualmente a energia da música. A ideia era criar algo simples, mas impactante, que valorizasse movimento, expressão e atitude. A escolha do Bairro Angary foi muito especial, porque é um lugar pelo qual tenho um carinho enorme e onde sempre fui muito bem acolhida pela comunidade. Gravar ali teve um significado afetivo muito forte. Além disso, o visual do bairro conversou diretamente com a estética da música, trazendo verdade, identidade e reforçando essa conexão com minhas raízes e com a atmosfera vibrante de Escorpiana.



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Produtora do premiado “Saudade fez Morada aqui Dentro” realiza seletivas presenciais no interior da Bahia

| Foto: divulgação do filme 'Saudade Faz Morada Aqui Dentro' |

A produtora baiana Plano 3 Filmes está em busca de novos rostos para compor o elenco de sua próxima produção. As seletivas presenciais ocorrem entre os dias 23 e 26 de fevereiro nas cidades de Euclides da Cunha, Uauá e Juazeiro.

Podem participar pessoas a partir de 16 anos, com ou sem experiência prévia em atuação. O processo busca tanto artistas profissionais quanto interessados em participar de um projeto cinematográfico pela primeira vez.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas previamente através do formulário oficial. Após o cadastro digital, os candidatos devem comparecer às entrevistas presenciais nos locais e horários definidos.

Confira o cronograma de seletivas:


Euclides da Cunha
Data: 23/02 (segunda-feira)
Local: Casa de Cultura
Horário: Das 16h às 20h

Uauá
Data: 24/02 (terça-feira)
Local: CETEP
Horário: Das 18h às 20h

Juazeiro
Data: 26/02 (quinta-feira)
Local: Centro Cultural João Gilberto
Horário: Das 14h às 16h e das 17h às 19h

Para mais informações e atualizações sobre o projeto, acompanhe o perfil oficial da produtora no Instagram.



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Adriano Alves é jornalista por formação e artista por vocação. Passeia pelo Teatro, a Dança e produção em diversas linguagens. Escreve sobre o que gosta e o que quer entender melhor.

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