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Culturama

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A artista e pesquisadora musical Dayanne Menezes apresenta ao público sua nova identidade artística 

| Foto: Madame Vodox |


por Eduarda Silva

O lançamento de “Besta Fera”, novo EP de Maripoza, consolida uma transição para a artista e pesquisadora musical. O projeto marca o retorno da cantora e guitarrista às raízes do rock e do metal após quase uma década de atuação na MPB. Desenvolvido de forma independente, o trabalho utiliza sua persona para fundir a sonoridade das guitarras a elementos da ancestralidade negra e das religiões de matriz afro-indígena. 

O processo de composição do EP foi feito em paralelo a um período de mudanças pessoais da artista. Maripoza descreve a criação como um processo de transformação radical. “Veio de dentro mesmo, de um caminho para se transformar e para reinventar a vida”.

A transição para uma sonoridade mais intensa e o uso de drives vocais foram as ferramentas encontradas para expressar o conteúdo das letras. “No meu coração, esses gritos, esse grito de socorro, esse grito de que não aguento mais, esse grito dessa saída, dessa transformação, ele só cabia no rock. Não tinha outro gênero que coubesse esse grito, não ia transmitir o que eu queria”.

| Foto: Madame Vodox |


A “Besta Fera” e seu conceito


O título do EP carrega uma conotação política e de autodefesa. Segundo a cantora, o termo refere-se à resistência contra pressões sociais impostas a grupos marginalizados. “Besta Fera é mais no sentido de dizer que agora você não tem mais controle sobre mim, você não tem mais controle sobre nós. Eu não sou mais esse cordeirinho”, define.

Essa força também se reflete na escolha do nome. A identidade “Maripoza” conecta a simbologia de Oyá e Exu à teoria do caos para explicar o impacto da nova fase artística de Dayanne. Segundo ela, a persona reflete o poder de pequenas vibrações que geram grandes mudanças.

“Exu, ele é o orixá que trabalha no caos. Tem um filme que chama Efeito Borboleta, que explica que o efeito borboleta é que o bater de asas de uma borboleta ou de uma mariposa em algum lugar pode causar uma tempestade e um furacão em outro lado do mundo”.

A gravação e a identidade visual do EP foram realizadas de forma coletiva por artistas de Petrolina e Juazeiro, sem o auxílio de editais. Nomes como Pedro Lacerda e Pedro Kressley assinam o figurino, enquanto as fotos foram feitas por Madame Vodox e os registros audiovisuais por Vitória Santana.

Encontro marcado com o público


O show de lançamento do EP será no dia 27 de fevereiro, às 19h, no Sesc Petrolina. Para mais informações sobre o evento acesse o perfil da cantora no instagram.

Maripoza destaca que a performance ao vivo intensifica a experiência do álbum. “No show é muito mais porradeiro. A gente sente que vai ser, não só porque a gente tá fazendo isso com muito carinho, mas também por uma questão ali de você se identificar mesmo com aquele sentimento”.


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Chamadas contemplam movimentam o cenário cultural

| Foto: Secult BA |

Artistas, escritores e pesquisadores de diferentes áreas já podem se inscrever em editais e prêmios que estão com inscrições abertas neste início de ano. As oportunidades contemplam fotografia periférica, literatura para autores estreantes, produções etnográficas e intercâmbio artístico internacional, ampliando o acesso a recursos, publicação e circulação cultural dentro e fora do Brasil. Confira! 

FotoZine Beco Vol. 2 + Expo


A 2ª edição do FotoZine Beco, iniciativa de São Paulo em parceria com a Galeria Sérgio Silva, convida fotógrafas e fotógrafos de todo o Brasil a enviarem imagens realizadas em festas, baladas, shows e bailes de rua nas periferias das cidades brasileiras. O projeto busca registros de manifestações culturais como rap, funk, brega, punk, pagode e samba, entre outras expressões populares.

A proposta amplia o conceito de periferia e expande o olhar sobre as festas realizadas em diferentes territórios do país, incluindo aldeias, comunidades ribeirinhas, mocambos e alagados — espaços que compõem a diversidade das favelas e comunidades brasileiras.

Para participar, é necessário selecionar uma fotografia que atenda aos requisitos da convocatória e enviá-la até 22 de fevereiro de 2026 para o e-mail selovertigem@gmail.com, com o assunto “BECO V2”. No corpo da mensagem, devem constar nome completo, Instagram, site (se houver), local onde a imagem foi produzida e o link para download via WeTransfer. O arquivo deve ser nomeado no formato “NomeArtistico.jpg”.

Outras informações estão disponíveis no perfil @selo.vertigem.

Prêmio Sesc de Literatura


Criado em 2003, o Prêmio Sesc de Literatura é um concurso nacional voltado a autores estreantes nas categorias Conto, Romance e Poesia. Os vencedores têm as obras publicadas e distribuídas pela Editora Senac e passam a integrar a programação cultural promovida nas unidades do Sesc, além de eventos literários parceiros.

As inscrições seguem abertas até 2 de março de 2026 por meio do link. 

Prêmio Pierre Verger 2026


Estão abertas até 1º de março as inscrições para o Prêmio Pierre Verger – 2026, promovido pela Associação Brasileira de Antropologia como parte da programação da 35ª Reunião Brasileira de Antropologia (35ª RBA).

As obras inscritas nas mostras serão avaliadas por uma comissão julgadora independente, responsável por definir as premiações do XVI Prêmio Pierre Verger de Filme, XIII Prêmio Pierre Verger de Fotografia e III Prêmio Pierre Verger de Desenho, voltados a produções etnográficas.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial da 35ª RBA.

Funarte Brasil Conexões Internacionais 2026


A Bolsa Funarte de Mobilidade Artística vai destinar R$ 2 milhões para apoiar a circulação de artistas brasileiros no exterior. O edital está dividido em duas modalidades: o Módulo 1 contempla viagens entre junho e agosto de 2026; o Módulo 2, entre setembro e novembro do mesmo ano.

O programa busca fomentar intercâmbios e ações de formação internacional nas áreas de artes visuais, circo, dança, música e teatro. O apoio financeiro cobre despesas com hospedagem, alimentação e transporte de artistas e suas obras.

As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 2 de fevereiro de 2026 aqui 



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Com o encerramento da folia, soberanos de 2026 deixam seus nomes na memória de Juazeiro

| Foto: redes sociais |

O Carnaval de Juazeiro 2026 encerrou seu ciclo deixando marcos na história da corte momesca. A edição foi definida por dois momentos distintos: a consagração definitiva de um veterano e a estreia de uma nova face na passarela. Flávio Fonseca, ao conquistar sua quinta coroa, tornou-se o maior vencedor do concurso de Rei Momo em Juazeiro, enquanto Mariane Reis cumpriu seu primeiro e, segundo ela, único reinado como Rainha do Carnaval.

Depois de quase 14 anos longe da disputa, Flávio decidiu retornar ao concurso movido por um empate simbólico no número de títulos. “Resolvi ser candidato para poder eternizar meu nome na história do Carnaval. Porque havia um empate entre eu e Negão de Judite. Ele tinha quatro campeonatos e eu também tinha quatro. Então eu resolvi entrar esse ano pra poder ganhar. Tentar ganhar o concurso e eternizar meu nome no Carnaval de Juazeiro.”

| Foto: redes sociais |


Veterano na avenida, ele destaca que a experiência não elimina a tensão. “A gente nunca pode subestimar o adversário. Cada ano é uma experiência diferente. Você nunca sabe o que o jurado quer ver naquela noite, então a gente tenta ler, adivinhar, mas sempre entra pensando que pode perder”.

O resultado veio quase como um gabarito: apenas um ponto abaixo da nota máxima. “Graças a Deus saí vitorioso”, afirma o Rei Momo, que agora viveu o último reinado. “Quem é rei não perde a majestade”.

A estreia e o ciclo de Mariane Reis


Estreante na corte, Mariane chega ao reinado carregando emoção e surpresa. "Foi a minha primeira vez. Eu me inscrevi no último dia do concurso, por insistência dos meus amigos, porque eles disseram que eu tinha perfil, mas eu sempre resisti a essa ideia”.

| Foto: redes sociais |


Sem patrocínios oficiais, a Rainha utilizou recursos próprios e criatividade para viabilizar sua participação nos dias de festa. "Foi um processo legal e divertido. Acredito que a roupa foi a minha maior dificuldade, já que fui com a cara e com a coragem, apenas com criatividade e fé de que tudo daria certo".

O Carnaval foi uma maratona de superação física e de adaptação à rotina. Durante a folia, Mariane focou na produção de conteúdo para redes sociais, buscando aproximar o público da rotina real. No entanto, o encerramento dos festejos também marcou o fim de suas pretensões em concursos futuros. "A experiência foi incrível, mas não pretendo me inscrever novamente", afirma, tratando o título como um ciclo único e concluído em sua vida.

Com trajetórias diferentes, mas unidas pela mesma paixão, Rei e Rainha chegam ao fim do Carnaval de Juazeiro 2026 com a sensação de dever cumprido.



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#bahia #arte #agendacultural #juazeiro

| Camila Yasmine | Foto das redes sociais da cantos |

Carnavalizou por aí???

😍 Trazemos uma sequência de dicas culturais para você curtir no Vale do São Francisco seja no carnaval ou fora dele.

🥰 Compartilhe pros amigos que vão pegar esse rolê com você!!!




✍️ @adriano.alves
📷 reprodução

❣️ Portal Culturama:
Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.


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Entre encontros e trocas, a arte inspira e constroem imaginários possíveis para corpos trans e dissidentes na arte

| Foto: redes sociais |

por Iasmin Monteiro 

Núbia Kalumbi é uma artista e mulher trans. Ela constrói sua trajetória entre a imagem e a palavra, criando pontes entre sua própria experiência e as criações de outras artistas que a atravessam, provocam e inspiram. 

Sua arte nasce do encontro diálogo com outras mulheres trans e travestis, da escuta sensível, da troca de saberes e da construção coletiva de imaginários sobre raça, gênero e existência.

Neste post, reunimos algumas das referências que caminham com Núbia e ajudam a alimentar esse percurso criativo. Um convite para conhecer essas mulheres e mergulhar em seus trabalhos. Confira! 

Sobre Núbia Kalumbi:

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Arte-educadora, atriz, escritora e produtora cultural. Nascida em Salvador (BA), cresceu e desenvolveu sua trajetória artística em Petrolina, sertão de Pernambuco. Desenvolve trabalhos no campo da imagem e da palavra promovendo imaginários acerca de raça e gênero.

Referências:

| Foto: redes sociais |

Gabi Beneditta 


Multiartista, travesti negra, sertaneja e periférica, atua em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. Sua pesquisa parte do corpo dissidente como território político e poético, transitando entre performance, fotoperformance, curadoria e produção cultural.
Entre os trabalhos de destaque estão a fotoperformance “Cadê Minhas Irmãs”, que denuncia o apagamento e o extermínio de travestis e mulheres trans negras.

Acompanhe: https://www.instagram.com/gabibeneditta/ 

| Redes sociais |


Abigail Marianno 


Travesti e pesquisadora nas áreas de imagem e memória no audiovisual e no cinema, atua na construção de estéticas mais fiéis à realidade da população brasileira. Especialista em peles negras, tem como foco relacionar beleza, memória e autoestima.
Possui experiência em efeitos especiais (FXs) no cinema, como criação de queimaduras, hematomas, ferimentos, envelhecimento e cicatrizes. 

Acompanhe: https://www.instagram.com/abigailmarianno/ 

| Foto: redes sociais |


Thiffany Odara 


Ialorixá, mãe, autora do livro "Pedagogia da desobediência: travestilizando a educação" é também Doutoranda em Educação pela UFBA, e Mestra em Educação e Contemporaneidade e especialista em Gênero, Raça e Sexualidade na Formação de Educadores. 

Acompanhe: https://www.instagram.com/thiffanyodara/ 



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Mostra reúne registros fotográficos de mais de um século do carnaval juazeirense e presta homenagem ao artista Geraldo Pontes

| Foto: divulgação |

por Eduarda Silva

A exposição “Juazeiro é Carnaval” está em cartaz no Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro, e reúne registros fotográficos que documentam mais de um século de carnaval na cidade. A mostra apresenta imagens produzidas entre 1914 e 2023, evidenciando o carnaval como parte da memória cultural e da identidade local.

A exposição marca o encerramento do projeto Acervo Maria Franca Pires: memória e história cultural de Juazeiro, contemplado pelo edital nº 029/25. Ao longo do projeto, foram realizadas ações formativas com professores e escolas, voltadas à importância dos acervos históricos e da pesquisa com memória. 



A mostra surge como desdobramento desse percurso e tinha como objetivo um tema que dialogasse como a memória afetiva dos juazeirenses. Segundo Laís Lino, uma das curadoras do projeto, o Carnaval foi escolhido quase de forma imediata, devido a sua presença contínua na história da cidade. 

“O carnaval de Juazeiro reúne histórias de celebração popular, fantasias, troças, blocos, clubes e música, atravessando gerações e construindo parte significativa da identidade cultural local.”

A exposição também presta homenagem a Geraldo Pontes, artista, carnavalesco e educador juazeirense. Atuando desde 1981 na criação de fantasias, Geraldo acumula premiações e reconhecimentos em nível nacional. 

Parte das imagens, fantasias e registros apresentados integra o acervo pessoal do artista, reunido pela curadoria como forma de reconhecer sua contribuição para o carnaval de Juazeiro.

A mostra segue aberta à visitação até o dia 10 de março, de terça a domingo, das 08h às 21h, no Centro de Cultura João Gilberto.



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De passo em passo, ritmo se espalha do litoral ao sertão

| Foto: redes sociais |

9 de fevereiro, dia do Frevo. O ritmo que nasceu da resistência, começou como ocupação de rua, e hoje é identidade reconhecida mundialmente.

Vem conhecer essa história com a gente!



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Adriano Alves é jornalista por formação e artista por vocação. Passeia pelo Teatro, a Dança e produção em diversas linguagens. Escreve sobre o que gosta e o que quer entender melhor.

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