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Culturama

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 Celebramos a trajetória de 20 anos de cena do grupo teatro do Vale do São Francisco

| Trup Errante em cena de Palavras Andantes | Foto: Lizandra Martins |


Fazem 20 anos desde que as cortinas se abriram para a estreia da Trup Errante. Ao longo das duas décadas de trabalho, foram também 20 espetáculos produzidos, muitos autorais e com uma estética que valoriza o próprio teatro como mote. 

Nós visitamos a sede do grupo e reunimos depoimentos dos seus atuais integrantes, que continuam a tocar esse barco de histórias. Agora, você é o convidado para viajar com eles.


➡️ Confira a publicação completa no Portal Culturama, link da bio!

✍️ @marii_gaudencio @adriano.alves
📷 divulgação

❣️ Portal Culturama:
Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.



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 Confira nossas dicas

| Foto: Agência Multiciência |

No Dia Mundial do Teatro - Bora de programação cultural para animar o final de semana? Estamos cheio de dicas! 😍

Na nossa agenda cultural do Vale do São Francisco, você sabe o que teremos de teatro, música, cinema, artes visuais e muito mais!!!
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✍️ @adriano.alves
📷 reprodução

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Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.


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Artista revisita suas composições em versões acústicas e aposta na intimidade do voz e violão para ampliar seu alcance

| Foto: divulgação |

por Iasmin Monteiro

Zallyak apresenta ao público um novo trabalho em formato voz e violão, que revisita sua própria discografia sob uma perspectiva mais crua e emocional. O artista independente de Petrolina (PE), conhecido por uma estética pop marcada por elementos eletrônicos e forte conexão com o território onde vive, o artista agora aposta na simplicidade do acústico para ampliar o alcance de suas narrativas e destacar a essência de suas composições.

LGBTQIAPN+ e assumidamente comprometido com a própria verdade artística, Zallyak constrói músicas que passam por experiências pessoais, afetivas e sociais. Faixas como “Cidade” evidenciam momentos delicados de sua trajetória e também os desafios de se manter como artista independente no interior de Pernambuco. No novo projeto, ele revisita canções como “Estranho”, “Tarde Demais” e “Pro Mundo Acabar”, esta última acompanhada de um videoclipe gravado no Centro Cultural João Gilberto, na vizinha Juazeiro.

| Foto: divulgação |

A escolha pelo formato acústico não foi planejada inicialmente como um grande projeto, mas surgiu de maneira espontânea. Em um encontro familiar, ao interpretar suas músicas apenas com violão, Zallyak percebeu uma nova potência em suas composições. “Eu já escutava minhas músicas nesse formato antes de irem para o estúdio, mas quando alguém comentou que preferia assim, fez todo sentido transformar isso em um projeto”, relembra.

O resultado é um trabalho que evidencia a força da composição e da interpretação. Ao despir músicas originalmente produzidas com camadas eletrônicas, o artista revela novas nuances emocionais. “Quando a gente muda o arranjo, a música caminha para outro público. No voz e violão, ela fica mais abrangente, mais aberta para diferentes pessoas”, explica. Ele cita “Estranho” como exemplo dessa transformação: originalmente com influência do funk, a faixa ganha contornos mais melancólicos na versão acústica.

A recepção do público também impulsionou o lançamento. Nas redes sociais, seguidores já demonstravam interesse pelas versões mais íntimas, frequentemente pedindo que o artista registrasse oficialmente essas interpretações.

| Foto: divulgação |

Com todas as músicas autorais, Zallyak mantém um processo criativo ligado às próprias vivências. Relacionamentos, experiências cotidianas e o contexto social em que está inserido são matéria-prima constante. 

“Se não for verdadeiro, eu travo. Preciso sentir que aquilo existiu para conseguir escrever”, afirma.

O lançamento do acústico também aponta caminhos para o futuro. Entre os próximos projetos está a faixa “Juazeiro da Bahia”, que marca um novo momento em sua carreira: pela primeira vez, o artista participa diretamente da produção musical. A canção deve ser apresentada ao vivo em um show no Casarão,que será realizado no dia 19 de abril, reforçando sua presença na cena cultural local.

Com o novo trabalho, Zallyak reafirma sua identidade artística ao mesmo tempo em que experimenta novas formas de se comunicar com o público. Entre o eletrônico e o orgânico, o artista segue construindo uma obra que parte do território, passa por afetos e encontra, na simplicidade do violão, uma maneira de existir e ser ouvido.

Veja o projeto Voz e Violão de Zallyak completo aqui!

 



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Teatrólogo, poeta e gestor cultural de Juazeiro construiu uma obra marcada pela identidade ribeirinha e segue influenciando cenas

| Foto: arquivo pessoal |

por Eduarda Silva

Natural de Juazeiro (BA), Wellington Monteclaro (1968–2015) construiu uma trajetória multifacetada. Teatrólogo, poeta, carnavalesco e artista plástico, ele se tornou uma figura central da cena cultural do Vale do São Francisco ao traduzir em arte uma identidade atravessada pelas raízes afro-indígenas, pela vivência periférica e pela afirmação de sua homossexualidade. 

Registrado como Wellington Coelho, ele foi o quinto e último filho de Dona Dalva Coelho, e foi criado em Juazeiro, cidade que descrevia como seu lugar de maior afeição. Sua jornada se iniciou, a partir da observação atenta do cotidiano ribeirinho e dos ritos locais, elementos que mais tarde definiriam sua assinatura artística.

Sob o olhar da mãe e maior incentivadora, o menino já demonstrava uma determinação que ela define como um “brilho nas ações”. Wellington encontrou no seio familiar o espaço para que sua curiosidade e determinação começassem a moldar o artista que viria a ser.

| Foto: arquivo pessoal |

A gênese do ‘artista total’


O contato inicial de Wellington com a pintura ocorreu de forma autodidata, ainda na juventude. Ele utilizava as artes plásticas para materializar sua visão sobre o território e as figuras de Juazeiro. Essa habilidade técnica com as cores e formas serviu de base para sua futura atuação como cenógrafo e figurinista, permitindo que ele concebesse a estética visual de seus espetáculos como uma extensão do corpo do ator.

O ingresso no teatro aconteceu durante sua formação acadêmica. Embora tenha cursado pedagogia na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), foi nas oficinas de artes cênicas que ele encontrou sua principal via de expressão. Nesse cenário, em 1994, o método de Wellington cruzou o caminho de Maísa Lins, então uma jovem aluna de suas oficinas e hoje professora, doutora e pesquisadora que resgata a memória do mestre.

Seus primeiros trabalhos no início dos anos 1990, como a peça “A Coroa de Orquídeas”, de Nelson Rodrigues, e o texto autoral “Não Quero Esquilos”, já demonstravam sua capacidade de liderança e seu rigor técnico na direção de atores. Segundo a pesquisadora, “ele era muito dedicado, muito disciplinado e muito exigente”. 

Wellington não aceitava o amadorismo e acreditava piamente na profissionalização do artista no interior, lutando contra a ideia de que a arte feita fora dos grandes centros deveria ser menor. Mas, ele não se limitava a atuar, se interessava pela engrenagem completa do espetáculo, trabalhava com materiais rústicos como  juta, palha e barro, e os transformava em figurinos e máscaras. 

Wellington assinava a encenação, a dramaturgia e as visualidades, como se viu na estreia de “Supra-Anjos”, em 1998. O diretor Thom Galiano, que assistiu à montagem ainda adolescente, destaca que a obra possuía uma assinatura provocativa que soava à frente do seu tempo. Essa busca pela perfeição fez dele um “artista total”.

| Foto: arquivo pessoal |

Para além dos centros


Além dos palcos, Wellington ocupou espaços estratégicos na gestão pública como gerente de cultura de Juazeiro e manteve uma presença ativa na Casa do Artesão. Ele defendia a ocupação de espaços periféricos, acreditando que a arte não deveria se restringir aos centros institucionais, mas habitar onde a vida acontecia. 

Essa visão política era sustentada por uma organização técnica, materializada no projeto “Alto da Liberdade”. O documento, que reúne detalhamentos de cenários, figurinos e planilhas orçamentárias, revela sua preocupação em garantir não apenas a viabilidade da cena, mas a preservação da memória de cada produção cultural.

| Foto: arquivo pessoal |

Canção póstuma para o Nego D’água


A maturidade artística de Wellington Monteclaro encontrou na literatura uma forma de registrar sua percepção sobre o território ribeirinho. Sua obra-prima, o livro de poesias “Canção de Ninar Nego d’Água”, apresenta-se como um mergulho que atravessa a superfície espelhada do Rio São Francisco para alcançar o que há de mais profundo na identidade local.

Sob a escrita de Wellington, o rio deixa de ser apenas geografia para se tornar uma entidade mística e política. Nele, a figura do Nego d’Água é despida do folclore meramente ilustrativo e revestida como um símbolo de resistência e proteção do território ribeirinho.

“É um livro muito revelador, muito intimista. Ele mergulha na alma de Juazeiro indo nos becos, nas lendas e no rio”, afirma Maísa Lins. Para ela, Wellington conseguia falar da realidade do Vale de uma maneira que qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, entenderia.

O processo de escrita e finalização do livro foi interrompido por sua partida de forma prematura, em junho de 2015. Wellington deixou seu livro pronto para a edição, mas não chegou a vê-lo impresso. O lançamento ocorreu apenas em janeiro de 2017.

Para Dona Dalva, a publicação foi o cumprimento de uma missão coletiva: garantir que o legado literário do artista fosse compartilhado com a cidade que ele amava.

Essa mesma devoção à memória se transformou em páginas escritas pela própria mãe. Em sua obra biográfica “Wellington Monteclaro: Um belo jardim”, ela resgata a cronologia do artista e a essência do filho que, desde cedo, manifestava a urgência do criar. O livro funciona como um diário afetivo que preserva as raízes de Wellington, servindo hoje como uma das principais fontes para conhecê-lo.

| Foto: arquivo pessoal |

Flores de um jardim eterno


Atualmente, o legado de Wellington Monteclaro é objeto de pesquisa e salvaguarda pela Uneb, através do projeto “Wellington Monteclaro: Vida e Obra”, coordenado por Maísa Lins. O trabalho envolve a higienização e digitalização de manuscritos, fotos e projetos inéditos que corriam o risco de se perder pelo desgaste do tempo. As monitoras Edna Barbosa, Andréa de Deus e Kauane Rainara trabalham para catalogar esses materiais e ampliar o acesso à obra do artista.

Paralelamente, na prática teatral, a Trup Errante mantém a obra em movimento com o espetáculo “Réquiem: Wellington Monteclaro Presente”, onde a poesia de Wellington é reencarnada em “corpo coletivo”. A montagem utiliza poesias e depoimentos deixados por ele para construir uma leitura dramatizada performática. 

O esforço acadêmico e artístico busca suprir a lacuna deixada pela irregularidade de políticas públicas, como o Festival de Teatro Wellington Monteclaro, criado pela Lei Municipal nº 2.663/2016, que tem sido sistematicamente ignorado pelas gestões, tendo sido realizado apenas duas vezes desde a sua criação.

Wellington Monteclaro permanece como uma presença vivida e insubstituível. Entre os papéis restaurados e os aplausos que ainda ecoam nos palcos do Vale, sua trajetória lembra-nos que a memória, assim como a arte, é uma forma de resistência.



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 Com 21 episódios, iniciativa valoriza memórias e fortalece a cultura regional

| Fundadoras da Casa do Cordel Mulheres Cordelistas | Foto: reprodução |

O projeto Trajetórias lançou uma plataforma digital dedicada a preservar, registrar e difundir histórias que constroem a cultura nordestina, com foco inicial em artistas e agentes culturais do Vale do São Francisco. A iniciativa reúne 21 episódios audiovisuais que apresentam percursos artísticos, processos criativos e memórias que ajudam a compreender a identidade cultural da região.

Com recorte especial voltado à cidade de Petrolina (PE), o projeto busca dar visibilidade a artistas, mestres da cultura, espaços e organizações que historicamente contribuem para a produção cultural local, mas que muitas vezes permanecem à margem dos grandes circuitos. Ao reunir essas narrativas em um acervo digital acessível, a plataforma também atua na preservação da memória coletiva e no fortalecimento da cultura como patrimônio vivo.




O projeto tem coordenação geral de José Charger e Tandie Sogo, direção de produção de Nicole Bartor e direção criativa de Gustavo Costa. A realização é da Astre Filmes e Tandipie Cultural, com apoio do Coletivo Por Um Fio Filmes.

Assista todos os episódios aqui! 


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Coletivo Abordagem Teatral ocupa o Centro de Cultura João Gilberto nos dias 25 e 26 de março

| Arte de divulgação |

por Eduarda Silva

O teatro em Juazeiro retoma um de seus gêneros mais populares nesta semana. O espetáculo “O Anúncio”, do Coletivo Abordagem Teatral, estreia hoje no Centro de Cultura João Gilberto. Trazendo de volta a comédia de costumes, a peça estará em cartaz a partir das 20h nos dias 25 e 26 de março. 

O grupo, que trabalha com autores do Vale do São Francisco desde 2004, aposta no resgate da memória cultural da região. Para Elder Ferrari, criador e diretor do grupo, a peça é um elo com o sucesso do gênero em décadas passadas.

“O Anúncio” transforma o cotidiano em gargalhadas ao abordar como um simples anúncio de relacionamento vira fofoca, notícia distorcida e fake news. O enredo brinca com os meios de comunicação e traz elementos da identidade juazeirense, como a Praça do Boi e referências a Luiz Galvão, convidando o público a “ler as letras miúdas” da era digital.

“Nós somos de uma geração anterior que vimos a comédia de Juazeiro lotar teatros aqui durante os anos 90. A gente tem essas lembranças e a gente veio agora, nesse momento, trazer um pouco dessa comédia de costume que foi de sucesso nos anos 90 e no início dos anos 2000”.

Além do resgate do estilo, a montagem homenageia figuras que construíram a cena local. “Acho que é importante trazer a memória de Cláudio Damasceno, de Jorge Gargamel, de Wellington Monteclaro. E dizer que nós continuamos fazendo. Eles deixaram esse legado que é para a gente continuar e dar a Juazeiro tudo aquilo que o Juazeiro merece”.



A estreia ocorre estrategicamente durante a semana em que se celebra o Dia do Teatro (27 de março). Além da celebração artística, o momento levanta discussões sobre as políticas públicas para o setor no Vale do São Francisco.

Ferrari pontua que a política de territorialização de recursos ainda enfrenta obstáculos. “A gente vê que 80% dos projetos contemplados são da capital. Então o interior da Bahia não está sendo contemplado como deve”, observa o diretor, reforçando a necessidade de leis de incentivo municipais com recursos próprios para fortalecer os artistas da região.

“A gente vem fazendo um trabalho de resgate, de trazer o público novamente de volta para assistir os espetáculos locais [...] e trazer novamente para o costume da sociedade juazeirense ir ao teatro, que sempre foi”.




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Cantor fará show em Petrolina e palestra na Univasf

| Foto: divulgação |

por Jaquelyne Costa / divulgação

A música que nasce do chão do Brasil e atravessa fronteiras chega ao Vale do São Francisco nesta semana com a voz e a sensibilidade de Écio Duarte. Cantor, compositor e professor, o artista goiano desembarca em Petrolina com uma agenda que costura arte e conhecimento, transformando cada apresentação em experiência e cada encontro em partilha.

Natural de Buriti Alegre (GO) e radicado em Goiânia, Écio Duarte, indicado quatro vezes ao Grammy Latino. Com uma trajetória consolidada na Música Popular Brasileira, o artista acumula parcerias com nomes como Xangai, Maria Eugênia, Juraildes da Cruz e Paulinho Pedra Azul. Entre seus trabalhos, destacam-se os álbuns Centinela del Camino, gravado em Barcelona, Aos Pares e Capim Cheiroso, que evidenciam sua sonoridade marcada pelo lirismo e pelas raízes brasileiras.

Em Petrolina, o artista sobe ao palco na próxima quinta-feira (26), às 18h30, no O Casarão, dentro do projeto "Poesia de Botequim", idealizado pelo produtor cultural Matheus José. A proposta é simples e potente: aproximar música, literatura e público em um ambiente intimista, onde a arte se revela sem pressa. A entrada é gratuita e aberta a todos os públicos.

Mas a passagem de Écio Duarte pelo Vale vai além do palco. Engenheiro mecânico de formação, com mestrado, doutorado e pós-doutorado na área, o artista também construiu carreira acadêmica como professor do Instituto Federal de Goiás. Na sexta-feira (27), às 9h, ele participa de uma palestra no campus Juazeiro da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), a convite do curso de Engenharia Mecânica, onde compartilha com estudantes uma trajetória que une ciência e arte como partes de um mesmo caminho. O encontro é voltado ao público universitário.

Entre cifras e fórmulas, versos e teorias, Écio Duarte mostra que a arte também é uma forma de conhecimento e que, quando música e ciência caminham juntas, o resultado é sempre uma experiência que transforma.


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Adriano Alves é jornalista por formação e artista por vocação. Passeia pelo Teatro, a Dança e produção em diversas linguagens. Escreve sobre o que gosta e o que quer entender melhor.

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