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Culturama

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Grupo da Agrovila Massangano, de 1985, mantém e atualiza tradição

| Foto: Adriano Alves |

Figuras misteriosas, que assustam e animam com suas máscaras, os Caretas formam uma das tantas tradições de Semana Santa do Sertão nordestino.




✍️🎥 @adriano.alves

➡️ Confira a publicação completa no Portal Culturama, link da bio!

❣️ Portal Culturama:
Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.


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Ação atende cerca de 150 alunos e atua com capoeira comunitária sem mensalidade fixa para crianças

| Foto: divulgação |

por Eduarda Silva

O projeto de Capoeira Pequeno Juazeiro foi formalizado em fevereiro de 2022. A ação é encabeçada pelo instrutor Raimundo, conhecido como professor Pequeno, e por alunos que já participavam das aulas regulares de capoeira no bairro Itaberaba.

A trajetória de professor Pequeno com a capoeira começou na década de 1990, já a oferta de aulas iniciou em 2004. A partir da criação do projeto, as atividades passaram a incluir aulas contínuas em diferentes áreas da cidade, como Sol Nascente e residenciais.

O projeto atende cerca de 150 pessoas e as crianças não pagam mensalidade para participar. A manutenção do projeto ocorre por meio de apoios locais, parcerias e contribuições pontuais ligadas à realização de eventos.

Uma das principais ações do calendário é o batizado e a troca de cordas, que em 2025 foram realizados entre os dias 14 e 16 de novembro.  A atividade reúne alunos de Juazeiro e capoeiristas convidados de outras cidades, com custos relacionados a transporte, alimentação, hospedagem e materiais.

Mesmo quando parte dos alunos não consegue contribuir financeiramente, o projeto mantém a entrega das graduações e garante a participação das crianças nos eventos.

Em 2025, o professor Pequeno completou 30 anos de atuação na capoeira, marco que se soma à continuidade das atividades do projeto nos bairros da cidade.




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Com o encerramento da folia, soberanos de 2026 deixam seus nomes na memória de Juazeiro

| Foto: redes sociais |

O Carnaval de Juazeiro 2026 encerrou seu ciclo deixando marcos na história da corte momesca. A edição foi definida por dois momentos distintos: a consagração definitiva de um veterano e a estreia de uma nova face na passarela. Flávio Fonseca, ao conquistar sua quinta coroa, tornou-se o maior vencedor do concurso de Rei Momo em Juazeiro, enquanto Mariane Reis cumpriu seu primeiro e, segundo ela, único reinado como Rainha do Carnaval.

Depois de quase 14 anos longe da disputa, Flávio decidiu retornar ao concurso movido por um empate simbólico no número de títulos. “Resolvi ser candidato para poder eternizar meu nome na história do Carnaval. Porque havia um empate entre eu e Negão de Judite. Ele tinha quatro campeonatos e eu também tinha quatro. Então eu resolvi entrar esse ano pra poder ganhar. Tentar ganhar o concurso e eternizar meu nome no Carnaval de Juazeiro.”

| Foto: redes sociais |


Veterano na avenida, ele destaca que a experiência não elimina a tensão. “A gente nunca pode subestimar o adversário. Cada ano é uma experiência diferente. Você nunca sabe o que o jurado quer ver naquela noite, então a gente tenta ler, adivinhar, mas sempre entra pensando que pode perder”.

O resultado veio quase como um gabarito: apenas um ponto abaixo da nota máxima. “Graças a Deus saí vitorioso”, afirma o Rei Momo, que agora viveu o último reinado. “Quem é rei não perde a majestade”.

A estreia e o ciclo de Mariane Reis


Estreante na corte, Mariane chega ao reinado carregando emoção e surpresa. "Foi a minha primeira vez. Eu me inscrevi no último dia do concurso, por insistência dos meus amigos, porque eles disseram que eu tinha perfil, mas eu sempre resisti a essa ideia”.

| Foto: redes sociais |


Sem patrocínios oficiais, a Rainha utilizou recursos próprios e criatividade para viabilizar sua participação nos dias de festa. "Foi um processo legal e divertido. Acredito que a roupa foi a minha maior dificuldade, já que fui com a cara e com a coragem, apenas com criatividade e fé de que tudo daria certo".

O Carnaval foi uma maratona de superação física e de adaptação à rotina. Durante a folia, Mariane focou na produção de conteúdo para redes sociais, buscando aproximar o público da rotina real. No entanto, o encerramento dos festejos também marcou o fim de suas pretensões em concursos futuros. "A experiência foi incrível, mas não pretendo me inscrever novamente", afirma, tratando o título como um ciclo único e concluído em sua vida.

Com trajetórias diferentes, mas unidas pela mesma paixão, Rei e Rainha chegam ao fim do Carnaval de Juazeiro 2026 com a sensação de dever cumprido.



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Primeiro afoxé do Vale do São Francisco, Filhos de Zaze marcam carnaval de Juazeiro

| Afoxé Filhos de Zaze | Foto: reprodução |

O Afoxé Filhos de Zaze desfilou na Avenida Adolfo Viana no último dia do Carnaval de Juazeiro. Além de muita música, resistência, fé e combate à intolerância religiosa, o grupo também levou para o circuito uma luta muito importante: não ao feminicídio!

O Filhos de Zaze pede respeito por sua crença e, também, pela vida das mulheres.




✍️ @iasminas3
📷 reprodução

❣️ Portal Culturama:
Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.


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Manifestação homenageia o legado da professora Betinha e percorre ruas do bairro São Geraldo até o campus da Uneb

| Foto de Juazeiro |

por Eduarda Silva

O Grupo Cultural Mestra Betinha Memória em Movimento realiza, às 17h30 de hoje, a apresentação do Boi Janeiro em celebração ao Dia de Reis, em Juazeiro. O cortejo tem concentração marcada na Avenida João Paulo II, nº 323, no bairro São Geraldo, de onde os participantes seguem em percurso até a Uneb.

A ação é conduzida por Dijma Matos e Flávio Baião, por meio de uma parceria entre o Núcleo de Estudos em Dança (NED) e a Uneb. O evento promove o resgate da manifestação parafolclórica Reis de Boi e presta homenagem à memória da professora Betinha, reconhecida pelo trabalho de preservação e transmissão das tradições populares no Sertão do São Francisco.

O cortejo busca integrar cultura popular e educação acadêmica, ocupando o território urbano com a participação de moradores e estudantes. O encerramento ocorre na sede da universidade, reafirmando o papel da instituição no suporte a projetos de memória coletiva e resistência cultural. A participação é aberta a toda a comunidade juazeirense.



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Manifestação secular, reconhecida como patrimônio imaterial, reúne fé, música e ancestralidade no dia 31 de dezembro

| Foto: redes sociais / @marujada.curaca |

por Iasmin Monteiro

Um cinturão branco e, ao mesmo tempo, colorido reveste Curaçá (BA) para uma manifestação cultural secular: a Marujada, Patrimônio Cultural Imaterial da cidade. Mulheres, homens e crianças cantam e festejam São Benedito, padroeiro do território. Neste ano, o festejo será realizado no dia 31 de dezembro, a partir das 5h, no Porto de Cima do Rio São Francisco.

Neste período que antecede o festejo, a cidade se prepara para a Marujada. As roupas são confeccionadas, os ensaios acontecem para a apresentação final, a igreja se organiza para a procissão e os moradores se preparam para receber os marujos e o santo em suas casas.

Tambores, pandeiros, cavaquinho, violão, entre outros instrumentos musicais, compõem a combinação sonora que percorre a região ao longo do dia, visitando casas e entoando cânticos.



O santo do povo negro e escravizado


A devoção e os festejos têm raízes profundas na veneração a São Benedito, co-padroeiro da cidade, por populações negras, com tradição oral que remonta aos séculos XVIII e XIX. A cidade de Curaçá celebra essa manifestação que se consolidou junto à Capela do Bom Jesus da Boa Morte, construída no início do século XIX.

A Marujada surgiu a partir da iniciativa de pessoas escravizadas, às margens do Rio São Francisco, em homenagem a São Benedito, considerado um dos maiores símbolos de identidade dos negros escravizados. O santo foi reconhecido como milagroso e grande protetor de suas causas.

| Foto: Redes sociais |

Celebração e ancestralidade 


No dia 31 de dezembro acontece o ponto alto da festa de São Benedito: a Marujada. A Festa dos Marujos de Curaçá é a única manifestação popular local ligada à escravidão que preserva traços afro. Além do caráter folclórico, a Marujada carrega uma simbologia relacionada ao desejo por liberdade dos povos escravizados. 

Reconhecida como patrimônio cultural imaterial de grande relevância na região norte da Bahia, a Marujada fortalece a cultura regional, promove o respeito às tradições e revela um festejo no interior do estado marcado por riqueza cultural e ancestralidade.

Doc: Festejar São Benedito para todo ano chover




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 #cultura #nordeste #patrimonio #turismo

| Foto: reprodução |

Relembrando o nascimento do Boi Carranca, realizado no dia 02/08. O 1º Festival Boi Carranca foi encerrado ontem (09), na Orla Nova de Juazeiro - ao lado do Vaporzinho.




Imagens: @eujamesj


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 A cidade se transformou entre os dias 4 e 6 de julho

| Foto: Agência Chocalho |

Em sua 72ª edição, a tradicional Festa dos Vaqueiros de Curaçá (BA), realizada de 4 a 6 de julho, transformou a cidade em um palco de memórias e identidades. O evento mobilizou vaqueiros, vaqueiras, moradores (as) e visitantes em uma celebração que é, acima de tudo, um ato de resistência cultural.

Com o lema “Fé, cultura e tradição que unem o sertão”, o evento reafirmou a centralidade do vaqueiro na vida sertaneja. Ele não é apenas uma figura simbólica, mas também um guardião de saberes que são transmitidos entre gerações. Um desses espaços de memória viva é a Fazenda Saudade, local de acolhimento dos vaqueiros e vaqueiras, e onde tudo começa nas primeiras horas do sábado.

Fazenda Saudade


O encontro na Fazenda Saudade tem raízes profundas. O atual anfitrião, Salvador Lopes, mantém a tradição familiar. Foi ali que, ainda nos anos 1960, um gesto simples se transformou em ritual coletivo: os vaqueiros que aguardavam os companheiros de montaria foram convidados para tomarem café antes de seguirem rumo à festa do vaqueiro na sede da cidade. Os vaqueiros, que já traziam alimentos em seus alforjes, fizeram uma grande partilha. "Foi um momento muito bonito, que nasceu de forma espontânea", explica o diretor de Cultura de Curaçá, Fernando Ferreira.

Hoje, a Fazenda Saudade é o ponto de reencontro de vaqueiros de diversas regiões do município, da área de sequeiro à ribeirinha. O espaço simboliza a hospitalidade sertaneja, onde o café da manhã e o almoço são partilhados coletivamente, celebrando vínculos construídos ao longo do tempo.

Um desfile de gerações


Na tarde de sábado (5), vaqueiros e vaqueiras saíram da Fazenda Saudade em um desfile que percorreu as ruas de Curaçá. Entre elas, estava Marilene do Santo Sobral, uma das homenageadas da edição deste ano, que contou com orgulho sua trajetória. Nascida no Riacho do Gato, ela montou pela primeira vez aos 15 anos, ensinada pelo pai, de quem herdou a profissão, o amor pelos animais e a dedicação em cuidar deles. “O cavalo eu zelo, trato dele, para quando chegar a época da festa eu estar montada nele com meus amigos e amigas vaqueiras”, contou.

| Foto: Agência Chocalho |


“Estou orgulhosa por ser a mulher que sou. Só deixo de andar quando eu não puder mais montar. Dou o maior valor à Festa dos Vaqueiros. É meu orgulho”, afirma.

Essa passagem de bastão se revela também no olhar atento de Clara Nascimento, de apenas oito anos. Montada sozinha em seu cavalo pela primeira vez na festa, ela representa o futuro da tradição. “Sinto muito orgulho de andar de cavalo, gosto muito”, diz a pequena vaqueira. Clara aprendeu com o pai, que, por sua vez, aprendeu com o avô, mantendo viva uma linhagem de saberes e afetos que atravessa gerações.

Além das montarias e do aboio, a Festa dos Vaqueiros é também um palco da diversidade produtiva da região. A feira de artesanato e gastronomia “Arte e Sabor” mostrou a riqueza produzida pela agricultura familiar e por empreendedoras locais. 

| Foto: Agência Chocalho |


Para Cristiane Ribeiro, da Associação de Mulheres da Fazenda Esfomeado, que expôs doces, geleias e livros, a feira tem um papel fundamental: “Ela é o espaço em que essas pessoas, empreendedores, agricultura familiar, vêm trazer, mostrando o que eles têm de melhor, o que eles fazem”.

Domingo de celebração e reflexões


No domingo (6), a Praça Raul Coelho se transformou em uma igreja a céu aberto para a tradicional Missa dos Vaqueiros. A celebração foi conduzida pelo Bispo Dom Valdemir Vicente e pelo Frei Valdevan Correia, um momento em que religiosidade e cultura se encontraram.

| Foto: Agência Chocalho |


Frei Valdevan ressalta que a festa tem um significado especial. Primeiramente, é uma oportunidade para agradecer a Deus por mais um ano, pelo dom da vida e pelo dom do vaqueiro. Ele também diz que a festa serve para transmitir esses valores culturais às novas gerações, mantendo viva a tradição. "Por isso, deve ser valorizada, ser salvaguardada a cultura dos vaqueiros”.

Um vaqueiro, muitas memórias


A Festa dos Vaqueiros é também memória viva. Aos 82 anos, o vaqueiro Otávio Santana é testemunha da transformação do evento. Presente desde a segunda edição, em 1954, ele viu a celebração crescer, ganhar palco, som e multidão. 

"A primeira que eu vi era só um sanfoneiro, um reco-reco, um surdo. Hoje, esse 'somzão' todo. Mas é festa, é evolução", conta. "Me sinto orgulhoso de ainda estar aqui, inteiro, no meio dessa juventude. Isso me ajuda a viver."

Otávio, que foi reconhecido com certificado de cultura vaqueira de Curaçá, guarda o documento com carinho. "Botei num quadro, estou com ele lá em casa, muito bom, e faço parte disso, e a minha cultura é a que eu acompanho", diz, entre risos, orgulhoso.

| Foto: Agência Chocalho |


Nívea Rocha, do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada - IRPAA, resume o espírito da festa ao reforçar a importância das parcerias institucionais. "Enquanto instituição, reafirmamos a parceria e o compromisso de estar integrando políticas públicas que reafirmam a nossa cultura e celebrem sempre com festa a nossa resiliência e a nossa resistência, sobretudo para os homens e mulheres do campo e da cidade".

O Irpaa, em parceria com a Paróquia São Benedito, promoveu a Mostra Cultural Religiosa, o tradicional Encontro dos Vaqueiros na Fazenda Saudade e a Feira de Artesanato e Gastronomia. As ações contam com o patrocínio do Governo do Estado da Bahia, da Secretaria de Turismo da Bahia e da Prefeitura Municipal de Curaçá.

[T] Agência Chocalho



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 Tradição junina sai com música ao amanhecer 

| Foto: Adriano Alves |

Você conhece as Alvoradas juninas? 🌽Acompanhei uma em Senhor do Bonfim (BA) na madrugada do dia 23. A energia é ímpar, puro sumo da alegria junina.


Veja no vídeo:



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 Quadrilha Danado de Bom se consagrou campeã e a Alegria Que Contagia a vice


| Bonfinense, Quadrilha Alegria Que Contagia ficou como vice-campeã | Foto: Prefeitura de Juazeiro |

Uma noite de muito brilho e alegria na Orla II de Juazeiro (BA), foi assim o Concurso de Quadrilhas 2025. Nove quadrilhas juninas disputaram o título na quinta-feira (19).

Assista um pouco do que o Culturama registrou:


Confira o resultado:


Campeã: Quadrilha Danado de Bom (Petrolina) – 540,4 pontos

Vice-campeã: Quadrilha Alegria que Contagia (Senhor do Bonfim) – 517 pontos

3ª colocada: Quadrilha Majestade (Petrolina) – 497,2 pontos

Quadrilha mais animada: Quadrilha Encantos do Vale (Juazeiro – BA)

Melhor rainha: Thaise, da Quadrilha Danado de Bom

Melhor marcador: Alexandre Magalhães, da Quadrilha Alegria que Contagia (Senhor do Bonfim)


| A grande campeã da noite, a Quadrilha Danado de Bom | Foto: Prefeitura de Juazeiro |

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 Conheça o perfil dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco

| Foto: divulgação |

Eleitos na última sexta-feira (12), os dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco serão intitulados numa grande cerimônia no Teatro de Santa Isabel, que acontecerá hoje (17). O evento marca as comemorações do Dia Nacional do Patrimônio Cultural no Estado e, além da diplomação, contará com a inauguração de uma placa em memória aos Mártires de Pernambuco; a entrega de certificados aos vencedores da 7º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural, bem como das placas aos homenageados do 30º Festival de Inverno de Garanhuns

Os novos Patrimônios Vivos de Pernambuco são: Mãe Dora (parteira e liderança religiosa, de Tacaratu); Samba de Véio da Ilha de Massangano (segmento de cultura popular, coco de roda, de Petrolina); Tata Raminho de Oxossi (mestre de cultura popular e tradicional, babalorixá, de Olinda); Banda de Pífano Folclore Verde (segmento de cultura Popular, banda de pífanos, de Garanhuns); Cavalo Marinho Boi Pintado (segmento de cultura popular, de Aliança); Mestre Calú (segmento de cultura popular e tradicional, mamulengueiro, de Vicência); Mágico Alakazam (segmento de circo, de Palmares), Associação Grupo Cultural Heroínas de Tejucupapo (teatro ao ar livre e apresentações culturais, artes cênicas, de Goiana); Cambinda Velha (espetáculo performático musical de matriz afroindígena, religião de matriz afro-brasileiras); e Leonardo Dantas Silva (jornalista e escritor, do Recife). 

SAMBA DE VÉIO DA ILHA DO MASSANGANO – COCO DE RODA – PETROLINA (SERTÃO DO SÃO FRANCISCO)

O Samba de Véio é uma manifestação cultural de tradição oral que possui algumas semelhanças com o samba de roda da Bahia, e com a dança do coco de Pernambuco, mas com características bem específicas. O grupo – formado por homens e mulheres em sua maioria negros descendentes de gerações vindas de quilombos e aldeias das margens do rio são Francisco, nascidos, criados e residentes da Ilha do Massangano, zona rural do município de Petrolina – teve origem há mais 100 anos.

Embora o nome, Samba de Véio, tenha aproximadamente 25 anos, são mais de 85 anos de origem nas tradicionais Festas de Reis da Ilha do Massangano, que ocorrem até os dias atuais. De influência indígena, africana e portuguesa, o ponto de destaque nas apresentações é quando uma das mulheres do grupo dança equilibrando uma garrafa na cabeça. Por valorizarem a importância da transmissão dessa manifestação cultural, em 2002 foi criado o grupo Samba de Véio “Mirim”, composto por crianças e jovens de 4 a 14 anos, as quais muitas são filhos e netos dos integrantes do Samba de Véio.

O escritor Ariano Suassuna, ao conhecer o grupo em 2004, passou a defender, promover e apoiar o Samba de Véio, tornando-se o padrinho do mesmo. Dessa maneira, o grupo ganhou uma maior visibilidade, principalmente na mídia, chegando a gravar seu primeiro CD, em 2005, através do Sesc. Suassuna, falecido em 2014, prefaciou o encarte do álbum. O registro de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco permite que o grupo possa ampliar suas ações socioculturais fortalecendo e dando continuidade à manifestação cultural denominada Samba de Véio.

[T] Ascom Secult-PE


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 Visitação segue até o dia 30 de junho

| Foto: Jota Santos |

Quem passar pelo Parque Municipal Josepha Coelho a partir da noite de hoje (21) poderá reviver uma das mais populares tradições da cultura nordestina do mês de junho, as quadrilhas juninas. A exposição fotográfica “Olhares Juninos” foi montada no local e segue aberta até o dia 30 de junho para visitação, das 8h às 12h e de 14h às 20h. 

A proposta, promovida pela Prefeitura de Petrolina, através da parceria entre a Secretaria Executiva de Cultura e o Transforma Petrolina, é estimular um olhar poético sobre as vivências culturais dessa época, valorizando assim as manifestações populares do nordestino.

| Foto: Jota Santos |

“Esse é o mês que mais sentimos falta da alegria, do calor da fogueira, da família e de tudo que nos completa como sertanejo. A realização dessa exposição é uma forma de nos aglomeramos pelo olhar, de manter esse olho atento e vivo para nossas origens e cultura. Convidar esse time de fotógrafos sensíveis a esses olhares pra cidade de Petrolina é enriquecedor. É uma forma de distribuir sentimentos diante desse momento que estamos vivendo de distanciamento social”, destacou o secretário executivo de Cultura, Cássio Lucena.
 
O projeto conta com um rico material dos fotógrafos Jonas Santos, Sérgio de Sá, Chico Egídio, Lizandra Martins, Lissandro Carvalho e Cristiano Almeida. A organização reforça a necessidade das medidas de segurança contra a covid-19 durante a visitação. Após essa temporada de junho, a exposição segue itinerante pela cidade. 

*com informações da assessora de comunicação da Prefeitura de Petrolina Elaine Barbosa




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 Lançamento ocorre amanhã (24), durante festival virtual

| São Benedito, o Negro, é o santo homenageado na Marujada de Curaçá | Foto: Divulgação |

A tradicional Marujada de Curaçá, festa folclórica em alusão a São Benedito, o Negro, um dos maiores símbolos religiosos de identidade dos povos tornados escravos, é tema do mini documentário ‘A Terra do Santo Preto’, do curaçaense Pedro Lucas Ferreira. A produção audiovisual será lançada neste sábado (24), durante a programação do Festival Universitário Baiano de Arte e Cultura (FUBA).

No município do norte baiano, que por ser abrigo de povos escravizados guarda como herança o que de mais forte aquele povo lhes deixou, a fé, a festa secular acontece nos últimos dias de dezembro. Manifestações populares somam-se em honra a São Benedito. O filme aborda sobre a forte devoção ao santo preto.

“No que hoje se tornou a mais forte tradição de um povo, ecoa o grito de liberdade, seja na cantoria, na dança, no som do tambor, no modo de viver ou na expressão das crenças. Em ‘A Terra do Santo Preto’, trazemos a essência desse espetáculo que enche os olhos da alma pela beleza e pela fé nele contidas”, destaca Pedro Lucas Ferreira, diretor da obra e secretário geral da União da Juventude Socialista (UJS) de Curaçá.

A produção, roteirizada por Juscelita Ferreira de Araújo, editada por Ronie Von, com imagens de Maria Silvia, Leticia Torres e Pedro Lucas Ferreira, é resultado de um trabalho do movimento estudantil curaçaense. “A nossa pretensão é realmente apresentar a força cultural que a cidade tem e principalmente a representatividade em ter um santo negro como referência numa festa regada de simbolismos e que acontece há mais de duzentos anos”, acrescenta o diretor.

O lançamento acontece às 18h, durante a programação do FUBÁ, que este ano homenageia Jorge Portugal, escritor, compositor, apresentador e historiador baiano que morreu em 2020 por conta da covid-19. O festival é uma pré-Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE) no estado da Bahia e acontece de forma virtual, com transmissão pelo Instagram da União dos Estudantes da Bahia (UEB) e também no YouTube, entre os dias 24 e 25 de abril.

Texto: Ascom/Thiago Santos
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 Atividades são do projeto 'Boi Janeiro: o Bumba Meu Boi de Juazeiro' 

| Tradição do Bumba Meu Boi se espalha por todo o país |

Voltado para a salvaguarda das tradições culturais populares de Juazeiro, o projeto 'Boi Janeiro – O Bumba Meu Boi de Juazeiro' vai oferecer oficinas de confecção de figurino e de adereços para encenação do drama cantado Boi Janeiro. A iniciativa é da professora, historiadora e mestre de Cultura Elizabete Matos Medrado da Silva, conhecida como professora Betinha.

As formações tem formato de participação híbrido entre encontros virtuais e presenciais, respeitando todas as recomendações das organizações de saúde em prevenção a pandemia da covid-19. Além das oficinas, haverá realização de cirandas de mediação com a participação da professora e a apresentação do Boi Janeiro em praças da cidade. 

O projeto é voltado para crianças, jovens e adultos de todas as idades. Para participar os interessados poderão entrar em contato pelos telefones: (74) 9 9810-1213; (74) 9  8862 0520; ou pelo E-mail: projetobetinha@gmail.com. As inscrições seguem até o dia 14 de Janeiro. 

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretária de Cultura e do  Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela  Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal. 




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