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Culturama

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 #bahia #monumentohistórico #juazeiro #culturaeturismo

| Foto: reprodução |

Você conhece a história dos monumentos na Orla de Juazeiro?

A orla da cidade abriga símbolos que definem parte da nossa identidade.

Do legado de João Gilberto à importância histórica do Vaporzinho na navegação do Rio São Francisco, cada obra carrega um significado.

No vídeo de hoje, contamos um pouco da história por trás destes marcos. Venha conferir!



✍️ @marii_gaudencio @adriano.alves

❣️ Portal Culturama:
Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.


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 Projeto faz reconstituição de rostos apagados da história através da inteligência artificial

| Foto: Ascom FPC |

por Adriano Alves

Conheça o projeto Fragmentos de Memória do Arquivo Público do Estado da Bahia, órgão da Fundação Pedro Calmon (FPC), vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). Retratos são gerados por Inteligência Artificial a partir de documentos históricos para fazer uma reparação simbólica: dar rosto e voz às pessoas escravizadas e libertas na Bahia Colonial e Imperial.

A proposta faz parte do programa Resgate Ancestral, que une história, arte e tecnologia para ressignificar a memória do povo negro. Cada imagem carrega uma história de resistência, reconstruída após um processo minucioso de pesquisa arquivística, digitalização e modelagem visual.





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De passo em passo, ritmo se espalha do litoral ao sertão

| Foto: redes sociais |

9 de fevereiro, dia do Frevo. O ritmo que nasceu da resistência, começou como ocupação de rua, e hoje é identidade reconhecida mundialmente.

Vem conhecer essa história com a gente!



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Um post compartilhado por Culturama (@portalculturama)

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#feiradesantana #patrimonio #bahia #igreja

| Foto: Conder BA |

Construída em estilo neogótico, a Igreja Senhor dos Passos foi a segunda igreja erguida em Feira de Santana, inaugurada em 1964, e elevada à condição de Santuário Arquidiocesano em maio de 2024. Com quase um século de história, o templo sofreu a passagem do tempo e sua fachada precisou ser restaurada.

O revestimento raro, feito com fragmentos de vidro colorido, precisou de uma técnica inovadora para conservar suas características. Dezenas de frascos de “soro” foram pendurados em sua fachada, liberando gota a gota uma resina acrílica diluída a 12%, que é lentamente “injetada” na estrutura. 

Confira a reportagem no vídeo:




A obra de recuperação e restauração da fachada do templo, realizada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Conder), com investimento de R$ 1,5 milhão.



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Espaço cultural será no Centro de Convenções de Petrolina com investimento de R$ 41 milhões

| Foto: Erlan Alexandre - Prefeitura de Petroliana |

por Eduarda Silva

A paisagem urbana de Petrolina (PE) está prestes a ganhar um símbolo aguardado por gerações de artistas e produtores culturais. A construção do Teatro Municipal, um sonho antigo da comunidade, integra a reforma do Centro de Convenções. Com um investimento de R$41 milhões, a obra começa a mostrar sua estrutura, sinalizando que a espera de mais de duas décadas pode, finalmente, estar chegando ao fim.

A conclusão do espaço, prevista pela prefeitura para 2026, representa a vitória de uma luta que se estendeu por anos. Para entender o peso desse momento, é preciso voltar no tempo.

Em 2014, um protesto inusitado chamou a atenção da cidade: artistas petrolinenses, vestidos com roupas de banho, foram para as ruas em um “balé na lama”, cobrando a construção do teatro prometido. A ação era parte do movimento “Meu Partido é a Cultura”, criado em 2011 para reivindicar políticas públicas e fortalecer a produção cultural.

| Artistas saíram às ruas com roupas de banho para protestar em 2014 | Foto: redes sociais |

Antônio Veronaldo, ator, diretor e membro fundador da Cia Biruta de teatro, participou ativamente desses protestos e conta que a luta por um teatro municipal era indissociável de outras demandas, como a criação de um fundo municipal para a cultura, bem como a instituição de um conselho e Plano Municipal de Cultura. 

“A gente vem, desde 2004, 2005, lutando para que isso acontecesse”, afirma o artista. 

“Havia também o fortalecimento dos espaços que já existiam e a construção do teatro municipal, que levou um tempo de luta até a gente entender que a cidade precisava desse equipamento”.

A espera de mais de vinte anos gera sentimentos mistos. Veronaldo, que também faz parte do Fórum Popular de Cultura, comemora o avanço, mas ressalta a necessidade de manter o diálogo. “Lógico que a gente fica feliz, que é uma luta de vinte anos para que se consiga esse momento da construção desse teatro, mas a gente sabe que é só mais um passo agora para que a gente continue ainda organizados e lutando para que exista diálogo do poder público, do município, com os artistas e produtores culturais da região”.

| Foto: Erlan Alexandre - Prefeitura de Petroliana |

O novo teatro municipal foi projetado para acomodar quase 800 pessoas e promete ser um ponto de encontro para a cultura e o turismo de negócios. A estrutura abrigará salas de imprensa e técnica, camarotes, camarins e um foyer. Além disso, o projeto inclui depósitos para cenários, copas, bilheterias e entradas acessíveis. Resta saber quais eventos e artistas subirão em seu palco, como será a gestão de suas pautas e incentivo aos grupos locais.

A expectativa da classe artística é alta. Para Veronaldo, o teatro é um símbolo, mas a sua funcionalidade depende da continuidade da colaboração entre o poder público e a comunidade. “O teatro municipal é um símbolo de uma cidade que, de certa forma, tem um desenvolvimento cultural e artístico”, reflete.

 “A gente fica na espera que não seja só a construção do teatro, mas que todas as outras demandas para que se fomente esse espaço aconteçam”.

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Evento arrecada fundos para levar sertanejas às 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras

| Foto: Secult BA |

por Beatriz Silva

27 de setembro nas religiões de matriz africana são celebrados os Ibejis ou Erês, dia de caruru, uma tradição que perpassa por gerações baianas. Em Juazeiro (BA), a data vai ter samba e tradição no Espaço Movimento, no bairro Maria Gorete. A partir das 13h, o grupo Samba da Beira se apresenta em uma roda musical que vem acompanhada pelo caruru, prato tradicional da celebração.

A iniciativa é do Comitê da Marcha das Mulheres Negras do Sertão do São Francisco. O objetivo é levantar recursos para garantir a presença de mulheres da região na 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, que será realizada em novembro, em Brasília. A renda arrecadada será destinada a transporte e alimentação das participantes do território.

Os ingressos estão no valor de R$50. Para saber mais detalhes sobre a programação e como apoiar, é só acompanhar o Instagram do comitê: @marchadasmulheresnegras.sf.


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 #Sertão #Pernambuco #cultura #patrimônio

| Foto: reprodução |

“Nosso Patrimônio, Nossa História” é uma série documental que mostra os patrimônios culturais materiais do Sertão de Pernambuco. A partir de entrevistas com historiadores, especialistas e moradores locais, conta-se as memórias e fatos históricos desses espaços. 

O sexto episódio nos leva aos destinos finais dessa viagem pelos patrimônios sertanejos. Em Arcoverde, visitamos suas construções históricas e a estação de trem que se tornou o primeiro ponto de cultura do Brasil. Em Sertânia, conhecemos o Armazém Central das Artes que ocupa um espaço da antiga ferrovia. E finalizamos em Custódia, na comunidade quilombola do Carvalho.




Direção: @anacarla.nunes
Roteiro e apresentação: @adriano.alves
Edição de texto: @giseleframos
Produção de conteúdo: @paatypinheiro
Direção de fotografia: @fernandawalentina
Imagens aéreas: @eglydamata
Produção executiva: @nilchaveirinho
Assistente de produção: @raafabritoo
Motorista: @wgoncalvestorres
Edição de imagens e montagem: @_barrosproducoes
Videografismo: @fernando.pereira_19
Trilha sonora original: @andrezzasantosoficial
Intérprete de Libras: @fehmeninadalibras

O projeto tem incentivo do Governo de Pernambuco através do Edital Funcultura Geral 2020/2021.



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 #Sertão #Pernambuco #cultura #patrimônio

| foto: reprodução |

“Nosso Patrimônio, Nossa História” é uma série documental que mostra os patrimônios culturais materiais do Sertão de Pernambuco. A partir de entrevistas com historiadores, especialistas e moradores locais, conta-se as memórias e fatos históricos desses espaços. 

O quinto episódio é um passeio por três cidades do Sertão do Pajeú. Visitamos os mistérios e desenvolvimento da terra de Lampião, Serra Talhada. Admiramos a beleza de Triunfo com seu casario de adornos detalhados e o Cine-teatro Guarany. E, em São José do Egito, conhecemos seus poetas que fazem da terra um lugar inspirador.



O projeto tem incentivo do Governo de Pernambuco através do Edital Funcultura Geral 2020/2021.



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 #Sertão #Pernambuco #cultura #patrimônio

| Foto: reprodução |

“Nosso Patrimônio, Nossa História” é uma série documental que mostra os patrimônios culturais materiais do Sertão de Pernambuco. A partir de entrevistas com historiadores, especialistas e moradores locais, conta-se as memórias e fatos históricos desses espaços. 

No quarto episódio, viajamos pelo Sertão do Pajeú e Central. Em Afogados da Ingazeira, onde encontramos a Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios e o Cine-teatro São José. Já em Flores, conhecemos construções históricas da cidade que tem uma importância na formação de todo Sertão. E também fomos conhecer o Castelo Armorial e a história da Pedra do Reino em São José do Belmonte.



O projeto tem incentivo do Governo de Pernambuco através do Edital Funcultura Geral 2020/2021.



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 #Sertão #Patrimônios #História

| Foto: reprodução |

“Nosso Patrimônio, Nossa História” é uma série documental que mostra os patrimônios culturais materiais do Sertão de Pernambuco. A partir de entrevistas com historiadores, especialistas e moradores locais, conta-se as memórias e fatos históricos desses espaços. 

O segundo episódio nos leva ao Sertão de Itaparica para conhecer os patrimônios de Belém do São Francisco, Floresta e Petrolândia.


O projeto tem incentivo do Governo de Pernambuco através do Edital Funcultura Geral 2020/2021.




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 #Sertão #Pernambuco #cultura #patrimônio

| Foto: reprodução |

“Nosso Patrimônio, Nossa História” é uma série documental que mostra os patrimônios culturais materiais do Sertão de Pernambuco. A partir de entrevistas com historiadores, especialistas e moradores locais, conta-se as memórias e fatos históricos desses espaços. 

O segundo episódio nos leva ao Sertão de Itaparica para conhecer os patrimônios de Belém do São Francisco, Floresta e Petrolândia.



O projeto tem incentivo do Governo de Pernambuco através do Edital Funcultura Geral 2020/2021.




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 Projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco através do Funcultura

| Foto: reprodução |

Já está disponível no YouTube a websérie “Nosso Patrimônio, Nossa História”. O projeto faz uma viagem pelos patrimônios sertanejos, que são repletos de memórias e contam sobre a história do seu povo. Ao longo de seis episódios, é possível desbravar e conhecer 18 localidades pernambucanas. O acesso é gratuito no canal youtube.com/@portalculturama.

A viagem da série segue pelos sertões do São Francisco, Moxotó, Itaparica, Central, do Araripe e do Pajeú. “Nós cruzamos muitas estradas do Sertão pernambucano e a cada encontro fomos registrando as memórias do povo ao redor dos nossos patrimônios históricos. Agora, convidamos a população a embarcar nessa aventura com a gente assistindo nossos episódios”, diz a diretora Ana Carla Nunes.




O primeiro episódio apresenta as memórias e o desenvolvimento de Petrolina, a comunidade do Caboclo que faz parte do território de Afrânio, e a fé do povo de Cabrobó, todas localizadas do Sertão do São Francisco. São casarios antigos, museus, igrejas históricas e diferentes espaços que guardam e representam as memórias de seu povo. 

A websérie também cumpriu um calendário de seis exibições em escolas públicas da região, disponibilizando o conteúdo de forma pedagógica para os estudantes, que puderam participar de uma roda de conversa com os realizadores. Como estratégia de acessibilidade comunicacional da série, todos os episódios contam com tradução em Libras. 

O projeto é uma realização do Culturama com a Pipa Produções e tem incentivo do Governo de Pernambuco através do Edital Funcultura Geral 2020/2021.



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Sempre ameaçados pelo setor imobiliário, os prédios quando não tombados correm risco de destruição

| Área da Petrolina antiga | Foto:Victor Peixoto / Jornadas Fotográficas do VSF |


Somos uma região que cuida da nossa memória Cultural? Trazemos esse questionamento para a Semana do Patrimônio Cultural, celebrando o dia 17 de agosto como Dia Nacional do Patrimônio Histórico. Precisamos discutir o que está acontecendo no Sertão do São Francisco, onde há poucas políticas públicas para a Cultura e uma situação generalizada de descuido dos gestores públicos com os patrimônios culturais. Juntas, Petrolina-PE e Juazeiro-BA só tem três bens culturais tombados, são construções históricas que guardam nas suas estruturas muito sobre o povo ribeirinho e o desenvolvimento local ao longo dos anos.


Igreja Matriz de Petrolina | Foto: Cícero Benício da Silva / Jornadas Fotográficas do Vale do São Francisco

No lado Pernambucano, a Igreja Matriz de Nossa Senhora Rainha dos Anjos, construída entre 1858 e 1860, deu início a área urbana do município e suas paredes em tons amarelo viram a cidade crescer ao seu redor. A construção em estilo neocolonial, tombada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco - Fundarpe, abriga a imagem da padroeira da cidade e está localizada na área central que se conhece como "Petrolina antiga", ruas cheias de história, mas pouco preservadas.


Antiga Estação Ferroviária de Petrolina | Foto: Maurício André / Jornadas Fotográficas VSF

Há menos de 900 metros dali, a antiga Estação Ferroviária de Petrolina foi construída quando a cidade era conhecida como "passagem para Juazeiro", com inauguração datada em 1923 e atualmente tombada pela Fundarpe. O local era ponto de parada dos trens que faziam o transporte de pessoas e cargas na época, sendo um marco para a economia e o desenvolvimento da região. Infelizmente, um prédio tão importante atualmente tem fins meramente comerciais de uma empresa funerária, deixando de lado a possibilidade de ser um espaço ideal para uso cultural.


Aqueduto na Uneb | Foto: Jennifer Lee Palmer / Jornadas Fotográficas VFS

Do outro lado da ponte, o Aqueduto do Antigo Horto Florestal, localizado no campus da Uneb Juazeiro, é símbolo do desenvolvimento da irrigação no Vale do São Francisco. Não se sabe ao certo a data exata de sua construção, realizada ainda sem cimento, mas há relatos de ser centenária. Hoje único em solo juazeirense tombado Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia - IPAC, o aqueduto apresenta problemas em sua estrutura que precisam de atenção para garantir sua conservação.


Cuidar desses bens culturais é um ponto chave para preservar a memória regional, como aponta o historiador Moisés Almeida, doutorando em História pela UFPE e professor da UPE em Petrolina. "Um prédio histórico carrega consigo uma longa história. Seus traços, modelo, material utilizado, representam um tempo e uma mentalidade. Por isso, todos os prédios de um lugar, dizem muito sobre aquele lugar, dizem muito sobre sua história. Nesse sentido, se queremos preservar a história e mantê-na na memória, temos que ter políticas responsáveis de preservação", explica o professor.


Palácio Diocesano de Petrolina | Foto: Victor Peixoto / Jornadas Fotográficas VSF

Seria importante para a região que mais bens culturais sejam tombados, para garantir a conservação e não cair nas armadilhas da especulação imobiliária tão forte nos últimos anos. Como o Palácio Diocesano de Petrolina que recentemente esteve em discussão, primeiro na possibilidade de ser destruído com boatos da construção de um shopping, depois com seu processo de tombamento.


O professor Moisés também acredita que o avanço imobiliário pode colocar em risco as construções históricas. "Infelizmente tudo vira mercadoria, inclusive os monumentos e espaços históricos, mesmo que revitalizados. No caso específico do palácio do bispo, um grupo de mobilizou de denunciou o que estava ocorrendo. Felizmente a denúncia serviu para barrar o "negócio" que estava por vir. A especulação imobiliária sim é risco e tem sido ao longo da história recente. Já vimos casos em Juazeiro - BA de casas serem destruídas, quando se ouviu falar em tombamento. Quem destruiu?", deixa a questão.


Fontes:

Projeto IPatrimônio

Fundarpe

Ipac-BA


Fotos:

Jornadas Fotográficas do Vale do São Francisco

20ª Jornada Fotográfica - Ago/2012 - Patrimônio histórico de Petrolina

73ª Jornada - Out/2017 - UNEB Campus Juazeiro

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Jornalista, repórter em TV e impresso. Pernambuco-Bahia.

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